acfav
01/07/07 - 11h:11m
Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se: rn rn rn– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro. rn rnIndaga o médico: rn rn– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça? rn rnA mulher, já esperançosa, respondeu: rn rn– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda. rn rnO médico pensou alguns minutos e disse para a mulher: rn rn– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora. rn rnA mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer: rn rn– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco. rn rnA mulher apavorou-se: rn rn– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!! rn rnO médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo. rn rnTexto extraído do Expresso Vida nº 28 (03 de Setembro de 2000), adaptado por Mely. rn rn rn rn rn rn
EDMILSON APARECIDO
|