11/08/07 - 10h:04mDenunciar

KIRIKÚ E A FEITICEIRA - TRABALHANDO COM O FILME

TELEPOSTO DE NATIVIDADE

CE FLÁVIO RIBEIRO DE REZENDE



PROJETO CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA



DATA: 10/08/2007

TURMA: 4º ANO NORMAL DO CEFRR

HORA: 7h às 11h.

Exibição do filme: "Kirikú e a Feiticeira" e elaboração de atividades a serem trabalhadas com os alunos da 4ª série do Ensino Fundamental do C. E. Flávio Ribeiro de Rezende.





KIRIKÚ E A FEITICEIRA



ROTEIRO DO FILME A SER TRABALHADO PELOS ALUNOS DO CURSO NORMAL:



MARIZE

AUXILIADORA

VERÔNICA

GEANE

BABRIEL

MIRIAN



Numa aldeia do Senegal, na África, Kirikú nasce para lutar con¬tra Karabá, a feiticeira do mal. Uma história cheia de ensinamen¬tos que atravessam os séculos.



Personagens principais:



• Kirikú, o herói da historia, que manifesta inteligência, coragem, esperteza, sabedoria;



• a mãe, mulher compreensiva, que aceita a independência prema¬tura do filho e fica sempre ao lado dele;



• o Sábio da Montanha e avô de Kirikú, que representa a sereni¬dade da velhice, é caridoso e nobre;





• a rainha Karabá, feiticeira poderosa, má e linda, que vive sozi¬nha no alto da montanha, fora da aldeia; é ruim porque sofre;



• o Contador de histórias da aldeia, homem medroso, que alimen¬ta uma servil submissão à rainha;





• os moradores do povoado que zombam do tamanho de Kirikú, mas logo reconhecem, admiram e celebram seus valores.





Mensagem



Kirikú descobre que a maldade perde a força quando é enfren¬tada com inteligência. A feiticeira é tão ranzinza não porque seja má, mas porque vive um grande sofrimento. No final, a verdade ven¬ce e toma possível construir uma vida em comum, regida pelo amor, pela generosidade e pela tolerância. Pois, na vida real, ninguém é bom o tempo todo nem mau o tempo todo. É o que a história de Kirikú quer mostrar.





Dinâmica 1 - "Está no meu coração o seu coração"



A SER TRABALHADA PELOS ALUNOS:



ANA PAULA

DANIELA

AGUSTINHA

ENÁLIA

DAYANA

NICOLE

MÁRCIA



Objetivos:

1. Olhar e perceber a realidade que nos cerca.

2. Perceber as situações que criam e que atrapalham a vida na sua plenitude, dignidade e respeito.

3. Buscar entender que as condições de bem e de mal estão sem¬pre presentes, e que precisamos construir o mundo que inclua a todos a partir da singularidade de cada um.





Com esta dinâmica, queremos provocar uma reflexão que dis¬tinga entre:

• o que é bom e o que é ruim;

• o compromisso de lutar para o bem e o melhor para todos;

• o respeito pelas diferenças;

• a indignação com as desigualdades;

• senso crítico e discemimento em cada situação do cotidiano.

Fazer levantamento de situações da realidade do mundo que in¬comodam, que são percebidas corno injustas.

1. Elencar estas situações num painel.

2. Agrupar as situações de forma que demonstrem incômodos no nível:

• Pessoal

• Familiar

• Grupos a que pertencem

• Realidade política, social, religiosa e cultural

3. Em grupos discutir por quê estas situações incomodam e ge¬ram mal-estar, elaborando urna síntese dos principais-Ixmtos dis¬cutidos a partir do sentimento:

"Se está no meu coração, está também no seu coração ... "

5. Em plenário socializar (partilhando, representando, ... ) as dis¬cussões dos grupos.

6. O orientador/a encerra trazendo presente, a partir do objetivo da dinâmica, a reflexão:

"Está no meu coração o seu coração".





Dinâmica 2 - "Inteligência atenta e livre"



A SER TRABALHADA COM OS ALUNOS:



PAULA P.

BEATRIZ

KELLEN

LIZIANE

DANIEL

JORGE TADEU



Objetivos:

I. Olhar na realidade aspectos bons do cotidiano da vida.

2. Refletir sobre o olhar atento e livre que o indivíduo e os gru¬pos precisam ter.

3. Valorizar aspectos positivos nas atitudes e compromissos viven¬ciados.



Com isto buscar ter presente principalmente:

• A valorização de atitudes e ações juvenis;

• Desenvolver a auto-estima;

• Trabalhar a auto-confiança;

• Acreditar na construção de uma nova sociedade.

1. Em pequenos grupos escrever em uma folha experiências pes¬soais que mostrem a busca de uma mudança da realidade (re¬beldias e inconformações).

2. Recolher as experiências escritas pelos grupos e entregá-Ias a outros grupos (trocar os escritos entre os grupos).

3. Discutir nos pequenos grupos:

• O quê das experiências escritas pode ser levado adiante na vida?

• O quê das experiências escritas é ilusão e não constrói futuro?

4. Anotar as discussões do grupo em uma folha de papel a partir do enunciado:

• "Inteligência atenta e livre é: ..... "

5. Fazer plenário dos pequenos grupos e o monitar/a irá anotando no quadro o que foi levantado sobre "inteligência atenta e livre é: .... "

6. Depois do levantamento, refletir com todo o grupo o que seria, na situação e no contexto em que vivem, uma "inteligência aten¬ta e livre".

Sonia de Itoz





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EQUIPE DO TELEPOSTO:



Beatriz de Oliveira Boechat

Maxileandro França Lima

Rosane Vieira Lannes

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