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BlogWeb 6por anyponchomylife em 4/4/2008 Web: Marca de uma Lágrima 35° Cap. Poncho: Vc não deixa passar uma. (colocando a mão na cabeça) Any: Desculpe. Mas com vc, meus instintos mais perversos são colocados a prova. Poncho: Eu dei motivo, não dei? Any: Deu. (cruzando os braços) Os dois se encararam e ficaram um minuto em silêncio. Poncho: Anahí, sério: vamos dar uma trégua. Pelo menos aqui. Any: E quando voltarmos, vc fica com os seus amiguinhos berrando o quão vil eu sou. Sério, Alfonso, eu fora. Tentei ser sua amiga uma vez e vc, só por causa de boatos. Poncho: Que a minha namorada contou, diga-se de passagem. Any: Ah sim. Esqueci que a minha principal difamadora é a sua namorada. Não, nem pensar. Vamos ficar como estamos. E se não se lembra, há menos de dois minutos vc começou a me ofender de novo. Poncho: VC não foi muito simpática ontem. Any: Eu não sou simpática nunca. Falo o que penso. E isso é o que eu penso de vc. Poncho: E vai continuar sendo antipática. Any: Vc me deu motivos. Poncho: Certo, tive uma idéia. Não precisamos ser amigos mas... podemos apenas nos tratar como seres humanos. Sei lá, trocar bom dia, boa tarde, boa noite. Any: Ok. (ela deu de ombros) Sei que essa "trégua" é temporária, quando vc vai voltar, vai me atacar como sempre. Mas a praia é linda, o local é maravilhoso e eu não quero brigar mesmo. (ela estendeu a mão) TRégua? Poncho: Trégua. Any: Bom, trégua. Agora vamos gravar antes que nos matem. Eles saíram e foram em direção ao produtor, que já berraava com o atraso. Cidade do México Maite estava sentada no camarim. Ela estava usando o figurino da Lupita e parecia preocupada. A porta bateu e em seguida foi aberta pelo namorado, Guido. Maite: Amor? O que vc está fazendo aqui? Guido: Eu precisava conversar com vc. (ele se sentou do lado dela e a puxou para se recostar nele) Está tudo bem com vc? Maite: Claro que está... por que a pergunta? Guido: Vc me parece preocupada... de uns dias para cá vc anda tão triste... o que aconteceu? Maite: Nada... quero dizer... ando pensando em tudo. Na banda, na novela, no grupo... Guido: E no que vc anda pensando? Maite: Que eu... eu me sinto mal por toda essa situação Guido. A maneira como tratam a Any, os boatos, as mentiras, a hipocrisia de todos nós... isso está me deixando louca. Não aguento mais. Guido: Vc fala da maneira como tratam a Any pelas costas da imprensa? Maite: Exato. Guido: Bom, o que eu posso dizer? Todos os grupos têm problemas. Esse grupo é grande, tem um passado juntos... é normal que boatos e competição surja. Mas por que vc está assim exatamente? Maite: Eu me sinto mal pelas mentiras Guido. Eu compactuo com isso. Eu fico quieta, vendo como a Anahí é difamada pelos outros e não faço nada. Isso está me matando. Guido: Maite, já falamos sobre isso: não se meta. Vc não precisa tratar a Anahí mal, mas não compre os problemas dela. Vc não ia ganhar nada com isso e só ia se indispor também. Maite: Eu sei que o que eu faço é sensato mas... Guido, isso é horrível. Eu não acredito em nada do que falam dela e não digo isso. Guido: Eu também não acredito, mas temos que ficar neutros Maite. O RBD viraria uma absoluta guerra se vcs se dividessem em dois trios. Não ia dar certo, o grupo ia acabar. VC ficando neutra, as coisas ainda podem funcionar. Maite: Eu não sei... Web: Marca de uma Lágrima (AyA) 36° Cap. Cancún Era duas horas da tarde. Poncho e Anahí estavam no quarto do hotel. Os dois haviam sido liberados de gravar naquele dia porque estava chovendo. Poncho estava deitado, pensando em comprar um filme no pay per view, já que com chuva, não poderia aproveitar a praia. Anahí estava se arrumando. Ela estava usando um conjunto simples de calça jeans, blusa branca sem nenhum enfeite e um tamanco de salto alto. Poncho a viu pentear os cabelos rapidamente e passar apenas uma base leve no rosto. Ele estranhara aquilo. Sempre achara que Anahí se vestia com exagero, roupas de grifes, mas se enganou. Ela sempre usava roupas simples, leves e discretas. E dificilmente passava mais do que uma base, batom de cor clara e algo nos olhos. Ele a viu terminar de passar a maquiagem, pegar a sua bolsa e conferir o celular. Ela digitou uma mensagem no celular e o desligou. O que ela escrevera, ele não vira. Ela já estava quase saindo quando a voz dele a deteve. Poncho: Vai aonde? (franzindo a testa) Any: Sair ué. (sem se voltar) E por que o interesse? Poncho: Por nada. Pensei que com a chuva não tivesse nada para fazer em Cancún. Anahí apenas riu. Any: Nunca passou as férias aqui? Poncho: Não. Any: Então vc saberia que Cancún tem muito mais do que uma praia e restaurantes abertos. Há lugares que turistas ocasionais não conhecem e outros pontos em que só algumas pessoas vão. Estou indo num desses pontos. Poncho: É melhor do que ficar trancado no hotel. (ele se levantou) Posso ir com vc? Any: A nossa trégua permite isso? Poncho: Acho que sim... responda-me vc. Any: Vou responder com outra pergunta: não tem medo que a sua namorada te flagre comigo em um dos jornais matinais? Poncho engasgou. Anahí colocou um tic-tac na franja e foi para a porta. Any: Foi o que eu pensei. Os dois saíram. Poncho queria chamar um táxi, mas Anahí decidiu ir a pé. Ela adorava caminhar na chuva. Assim podia aproveitar um passeio pela cidade sem ser incomodada pelos fãs. Poncho a princípio protestou, mas como estava saindo com ela meio que de penetra, resolveu não discutir. Os dois chegaram em um pequeno bar. Não era muito grande. Havia algumas mesas, algumas poucas pessoas e uma pequena pista de dança. Além disso, havia o local onde se pedia por bebidas e comidas e um pequeno palco onde se tocava música ao vivo. Definitivamente não era um lugar chique e muito menos frequentado por atores da Televisa. Poncho estranhou. Any: Muda a cara. Poncho: Eu esperava um lugar mais... mais... Any: Mais a nossa altura? (ele assentiu e ela riu) Odeio lugares a nossa altura. Já não basta as festas que somos obrigados a frequentar e além disso temos que passar o nosso tempo livre fazendo a mesma coisa? Não, não. Eu gosto é de inovar. Poncho: Realmente isso é inovador. Onde estamos? Any: Vc vai ver. (indo para o balcão) Ei... (ela cutucou o homem que estava de costas para ela. Ele se voltou e sorriu ao vê-la) Homem: Anahí Giovanna, nossa estrela. (eles se abraçaram) Como vc está minha atriz favorita? Any: Estou muito bem Paulo. Paulo: E vejo que está muito bem acompanhada. (Poncho deu um sorriso tímido) Quem é ele? Poncho ficou surpreso. O homem não o conhecia? Mas como? Any: Paulo este é o Alfonso. Alfonso, este é o Paulo. Poncho: Prazer. Paulo estava na casa dos 35 anos. Poncho reparou que ele possuía um leve sotaque, mas não conseguia distinguir muito bem da onde ele vinha. Any: Paulo é brasileiro, mas mora aqui já faz 10 anos. Este é o bar restaurante dele. Aqui servem comidas típicas brasileiras e tem música brasileira também. Paulo: Mas contamos com a melhor presença mexicana. (Anahí riu) . Web: Marca de uma Lágrima (AyA) 37° Cap. Any: Menos. Mas então, qual é a programação para hoje? Paulo: Bom, hoje teremos um grupo tocando as melhores do MPB. A pista será liberada. Any: Beleza. Daqui a quanto tempo? Paulo: (olhando para o relógio) Uma hora. Any: Hummm, ótimo. Então manda duas caipirinhas com vodca para nós. Caprichada. Paulo: Claro que sim. E até que enfim voltou, achei que tinha se esquecido dos amigos. Any: Nunca me esqueço de vcs. Andava muito ocupada, finalmente pude dar um oi. Paulo: Eu sei. Estou apenas brincando. Bom, escolham uma mesa e fiquem a vontade. E Alfonso, foi um prazer. Cuide bem dela. Deus sabe que a Any anda passando por maus bocados já faz algum tempo. E ela não merece. Poncho: (muito constrangido) Claro que sim, senhor. Paulo: Os amigos me chamam de Paulo. Poncho: E os meus me chamam de Poncho. Anahí e Poncho se sentaram em uma mesa. Pouco tempo depois, um garçom trouxe as caipirinhas. Anahí pegou a sua e tomou um gole, mas Poncho ficou encarando a bebida Any: Nunca tomou caipirinha na vida? Poncho: Não. Any: Ah sim, esqueci que vc é da turma do champagne. Toma, é muito bom. Poncho olhou para o copo com uma cara engraçada. Anahí riu. Any: Prova. Eu não coloquei boa noite cinderela aí, então toma despreocupado. Olhando ela de lado, Poncho pegou o copo e tomou um gole. Em seguida, seu rosto mudou. Poncho: Isso é bom mesmo. Any: Eu disse. Mas cuidado que isso é bem forte. Mais do que aparenta. E eu não estou afim de cuidar de bêbado. Poncho: Certo. (tomando outro gole) Agora me diz... vc é íntima deste local? Anahí deu uma risada alta. Any: Eu venho aqui já fazem uns (ela contou nos dedos) ah nem sei. Uns 4 anos. Poncho: Não sabia que gostava de locais assim. Any: Outra coisa que vc não sabia. Poncho: É tem razão. Any: Para vc ver Alfonso, nem nem tudo é como a Dulce ou o Chris falam. Poncho: Acho que está na hora de vc me chamar de Poncho. Any: Somos amigos agora? (bebendo outro gole da bebida) Poncho: Acho que somos, não somos? Any: Estamos nos dando menos mal que o normal devido a uma situação. Mas no momento em que desembarcarmos do avião, vc vai se esquecer de tudo o que aconteceu aqui e vai voltar a ser o velho pau mandado de sempre. E eu vou voltar a ser a loira aguada, vadia, biscate, traidora... As mãos dela estavam em cima da mesa. Poncho as segurou instintivamente, fazendo Anahí se calar na hora. Poncho: Não é apenas eu que não sei de nada. Any: Ah não? Poncho: Definitivamente vc também não me conhece. Any: Vc não me deu chance. Mas tudo bem. (ela retirou as mãos um pouco nervosa) Me diz como isso termina. Poncho: Nós vamos voltar. E eu vou continuar sendo o seu amigo, ou na pior das hipóteses, manterei a trégua. Any: E? Poncho: E eu tentarei convencer a Dulce que vc é uma boa pessoa e não a patricinha fútil que ela acredita que vc é. E claro, que apesar de vc ter traído o Chris, vc é uma pessoa bacana, que cometeu um erro. Any: Eu nunca traí o Chris. Poncho: Se traiu ou não, isso é entre vc e ele. De qualquer maneira, está mais do que na hora de eu parar de tratar vc mal. Está claro que a Dulce cometeu um erro terrível. Any: A Dulce não comete erros. Francamente, quando vc vai entender que ela sempre soube como eu sou e fez a sua cabeça porque quer me destruir? Acorda. Poncho: Perdão Anahí, mas a Dulce já me deu provas de que é uma pessoa boa. Any: Certo. Não vou me meter. Mas... isso é um planinho seu ou realmente está pensando em parar de agir como um babaca? Poncho: Estou pensando em parar de agir como um babaca. Web: Marca de uma Lágrima (AyA) 38° Cap. Any:Meus amigos me chamam de Any. Poncho apenas deu um sorriso e não falou nada. Ele tomou mais um gole e terminou com a caipirinha. Então se escorou na mesa e ficou encarando Anahí, que terminou a bebida também. Poncho: Então... vc é uma apreciadora da música brasileira? Any: Por incrível que pareça. Sempre gostei de MPB. Mas meu favorito é Chico Buarque. Tem uma música dele que gosto muito. Se chama "Apesar de Você". A uso como hino. Poncho: Por quê? ny: Bom, eu comecei a ouvir MPB quando estava estudando história. A professora falou da ditadura militar brasileira e da censura. Me lembro quando ela tocou essa música na aula. Uma música com uma letra aparentemente simples, mas cheia de significado. Foi a maneira que o Chico encontrou para reclamar do governo Médici e do AI-5.Música de protesto. Eu a encaro como uma música que me diz que apesar das pessoas que querem me ver para baixo, amanhã é outro dia, outro dia que posso me levantar, seguir em frente, enfrentar os problemas, bater de frente. E, se vc ouvir a letra, considerando a minha situação, é bem apropriada. Poncho: Essa música significa tanto para vc? Any: Claro que sim. Eu amo música. Não é a toa que sou cantora. Mesmo cantando pop, gosto de coisas mais... antigas. Meu sonho é achar o vinil original que tem essa música. Aquele que foi censurado. Já procurei, mas nunca o encontrei. E olha que eu procurei mesmo. Mas talvez tenha sido destruído. Mesmo assim, eu não desisto. Poncho apenas a encarou. Achava tudo aquilo fascinante. Em menos de uma hora, já conhecia um bocado a respeito de Anahí. Como se lesse seus pensamentos, ela completou. Any: Decretamos uma amizade certo? Então vc deve saber com quem está lidando. Eu sou um ser humano complexo de fácil compreensão. Poncho: Estou vendo. Any: Bom, eu já falei tudo ao meu respeito. Sua vez. Poncho: Eu já não sou surpreendente. Sou ator, canto... gosto de rock, de bandas como Aerosmith. E acho que deu. Any: Ok, vou ser mais direta: por que quis ser ator? Poncho: Não sei... quando era mais novo, meus pais viviam brigando. E eu buscava fugir da realidade. Comecei a inventar situações, para fugir da minha vida. Para mim, atuar é isso: é ser uma pessoa que vc nunca pensou que seria, é viver em uma família que vc nunca teve... a princípio era apenas um divertimento, mas acabou virando uma paixão. Eu amo atuar, não penso em fazer outra coisa. Any: Interessante. Eu já sou mais cantora que atriz. Poncho: Eu notei. Vc coloca muita emoção quando canta Salvame... Any: Eu sei. É espontâneo. Parece que eu canto para alguém... Poncho: E não canta? Any: Claro que não, vc sabe bem disso. Poncho notou que ela se referia ao ocorrido no dia da festa. Ele baixou a cabeça. Poncho: Me desculpe... por aquele dia. Any: Eu disse que vc ia se arrepender de ter me dito o que disse. Poncho: Eu estava com raiva. Quero dizer, vc me deu motivos... Any: Eu fui provocada. Poncho: Vc disse que eu ia me arrepender... e que ia me lembrar daquele dia... Any: Exatamente. Poncho: Anahí, sério: me desculpe. Quero dizer... Any: Acho melhor vc não dizer nada. (ela suspirou séria e cruzou as pernas) Poncho: Mas eu preciso. Estamos nos tornando amigos e... cada vez que me lembro daquela cena tenho vontade de me esganar. Web: Marca de uma Lágrima (AyA) 39° Cap. Any: Mas não precisa se dizer nada mesmo. Seus olhos se desculpam melhor. Poncho: Sério? Any: Sério. Any: Ok, chega de papos constrangedores. (ela acenou e pediu outra caipirinha) Essa nós dividimos ou vamos ficar bêbados. Poncho: Então vc está dando o assunto por encerrado? Any: Estou. Por quê? Quer continuar debatendo as nossas desavenças? Temos assunto para dois dias. Poncho: Acho melhor não, porque em 90% dos casos eu fui idi*ota. Any: Exatamente. (pegando a caipirinha e tomando um gole, depois passando para Poncho) Os dois beberam a caipirinha. Naquele momento, um pequeno grupo subiu no palco. As pessoas no bar bateram palmas. Paulo: Senhoras e senhores, queremos apresentar, diretamente do Rio de Janeiro, a banda RJB. Eles tocam grande sucessos da MPB e samba. Any: Opa. Agora a coisa vai ficar boa. Poncho: Que? A banda recebeu os aplausos e começaram a tocar um sambinha. As pessoas começaram a dançar na pista. Anahí se levantou da cadeira. Poncho a encarou. Poncho: Vc sabe dançar samba? Any: Claro que sei. Por que acha que estou de salto? Dança comigo? Poncho: Acho melhor não. Eu não sei dançar isso. Any: Não é difícil. Vem. Poncho: sério, acho melhor não. Any: Vc quem sabe. Bom, eu vou dançar essa com o Paulo. Se importa de ficar aqui? Poncho: Claro que não. O chato sou eu. Anahí não disse nada. Naquele momento, Paulo se aproximou dela. Paulo: Essa vc vai dançar comigo. Any: claro que sim. (pegando a mão dele) Paulo: Então vamos. Eles dançaram uma música. Poncho apenas observou Anahí dançar com Paulo. Ela realmente dançava bem. Sabia sambar, e conduzia a dança perfeitamente. A música terminou. Todos bateram palmas. Paulo: Vc é uma parceira de dança formidável. Any: Vc nem se fala. Paulo deu um beijo no rosto de Anahí e foi dançar com outra amiga. Anahí se sentou novamente. Poncho sorriu. Poncho: Vc dança bem. Any: Obrigada. Poncho: Fez dança de salão para aprender a dançar samba? Any: Exatamente. Dançar é muito legal. Eu sei dançar de tudo. (outra música começou, mas ela ficou sentada) Vou te fazer companhia. É difícil ficar sentado aí sozinho. Poncho: Não, não se preocupe. Pode dançar. Any: Imagina. O papo está bom. Eles conversaram enquanto outras duas músicas tocaram. Depois de um tempo, outra música começou a tocar. Era a música "Sozinho", personificada no mesmo ritmo que Caetano Veloso costuma cantar. Any: Hum, acho que essa nós podemos dançar. É lenta. Não precisa sambar. Poncho: Dançar música lenta? Com vc? Any: Acha isso algo horrível? Ou acha que isso é uma traição? Poncho: Não, mas... e se a imprensa estiver aqui? Any: Imprensa neste local? Faz-me rir. Poncho: Certo. (ele se levantou) Acho que não tem problema. Any: Também acho que não. (rindo) Continua... Any e Poncho dançando juntinhos???? Vamos ver no q vai dar no próx. cap. |
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