† ┼ True NorwegiaN Black Metal┼ †
A Noruega (bokmål: Norge; nynorsk Noreg), oficialmente Reino da Noruega, é um país nórdico da Europa setentrional que ocupa a parte ocidental da Península Escandinava, a ilha de Jan Mayen e o arquipélago ártico de Svalbard, através do Tratado de Svalbard. A parte continental do país divide fronteira a leste com a Suécia, ao sul com a Finlândia e a leste com a Rússia. O Reino Unido e as Ilhas Faroe estão a oeste, através do Mar do Norte, a Islândia e a Groenlândia estão a oeste, através do mar da Noruega, e a Dinamarca fica próxima ao extremo sul do país, através do estreito de Skagerrak. A Ilha Bouvet e a Ilha de Pedro I são territórios dependentes (norueguês: Biland) da Noruega, mas não são considerados parte do Reino. A Noruega também reivindica uma parte da Antártida conhecida como Terra da Rainha Maud, uma reivindicação que foi reconhecida pela Austrália, França, Nova Zelândia e Reino Unido.[4] A extensa linha costeira da Noruega, de frente para o Oceano Atlântico Norte e para o Mar de Barents, é a casa de seus famosos fiordes.
Nas duas primeiras décadas após a Segunda Guerra Mundial, o país experimentou um rápido crescimento econômico devido ao transporte marítimo, a marinha mercante norueguesa e pela industrialização doméstica, já a partir da década de 1970 o crescimento foi resultado da descoberta de grandes jazidas de petróleo no mar do Norte e no Mar da Noruega. Hoje o país é classificado como o mais rico do mundo,[5][6][7] com a maior reserva de capital per capita do que qualquer outra nação. Em agosto de 2009 o fundo de riqueza soberana da nação anunciou que possuía cerca de 1% de todas as ações de bolsas de valores do mundo, provavelmente referindo-se a ações negociadas publicamente. A Noruega é o sétimo maior exportador de petróleo do mundo[8] e a indústria do petróleo representa cerca de um quarto do PIB do país.[9] Depois da crise econômica de 2008-2009, os banqueiros têm considerado a coroa norueguesa com uma das mais sólidas moedas do mundo.
A Noruega também possui ricos recursos em campos de gás, hidroeletricidade, peixes, florestas e minerais. O país foi o segundo maior exportador de frutos do mar (em valor, depois da República Popular da China) em 2006.[11] Outras principais indústrias do país incluem a de processamento de alimentos, construção naval, metais, produtos químicos, mineração, pesca e produtos de papel. A Noruega mantém o modelo social escandinavo baseado na saúde universal, no ensino superior subsidiado e em um regime abrangente de previdência social. A Noruega foi classificada como o melhor país do mundo em desenvolvimento humano em todos os relatórios desde 2001 (com dados referentes entre 1999 e 2010)[12] Em 2009,[13] o país foi novamente classificado pela ONU como o melhor país do mundo para se viver.[14][15] A Noruega também foi avaliada como o país mais pacífico do mundo em uma pesquisa realizada em 2007 pelo Índice Global da Paz.
Apesar de ter rejeitado a adesão à União Europeia em dois referendos, a Noruega mantém laços estreitos com a UE e com seus países membros, bem como com os Estados Unidos. O país é considerado um participante de destaque na diplomacia e na cooperação internacional, tendo sido profundamente envolvido nos fracassados Acordos de Oslo e nas negociações de uma trégua entre o governo do Sri Lanka e os Tigres Tamil. A Noruega continua a ser um dos maiores contribuintes financeiros da Organização das Nações Unidas[17] e participa com as forças da ONU em missões internacionais, como no Afeganistão, Kosovo e Darfur.
Um estado unitário com subdivisões administrativas em dois níveis conhecidos como condados (fylker) e comunas (kommuner), a Noruega é uma monarquia constitucional hereditária e uma democracia parlamentar, com o Rei Harald V como seu Chefe de Estado. O povo Sami tem uma certa dose de auto-determinação e influência sobre seus territórios tradicionais, através do Parlamento Sámi e da Lei Finnmark.
A Noruega é um dos membros fundadores da ONU, da OTAN (ou NATO), do Conselho da Europa e do Conselho Nórdico, além de ser membro do Espaço Econômico Europeu, da OMC e da OCDE.

Dreamside Dominions (Tradução)
Quando os horripilantes defuntos despertam do sono
E os corvos que sobrevoam os funerais estão vigiando
Como presságios do mal em murmúrios obscuros
Eles me saúdam novamente
Agonizado e honrado por se tornar
Uma parte deste enredo de horror
Eu desço de braços abertos
Blindado e cheio de prazer doloroso
Refletindo correntezas de miragens monstruosas
Eu não vou me esconder
Perdendo o controle em loucura sedutora
Revelações espirituais, hipnose apocalíptica
Os mortos aparecem dentro de covas profundas
Sozinho e com medo, eu enfrento essa aversão
Preso dentro de si para sofrer em silêncio
Dilacerado na mente e nos sentidos
Batizado neste glamour noturno
Rito de essência esplêndida
Agonizado e lisonjeado por se tornar
Uma parte deste roteiro de horror
Blindado e cheio de prazer doloroso
Eu não vou me esconder
Agora quando os portões já não estão mais fechados
Eu me retiro da luz do sol
A Noruega é frequentemente associada aos povos Vikings; tanto que um rei viquingue, Haroldo Cabelo Belo, unificou a nação norueguesa num só reino, em meados do século IX e século X. Os vikings ajudaram a colocar a Noruega no mapa cerca de um século mais tarde. A Era Viking foi um período importante para a formação da cultura norueguesa e mitologia nórdica, nessa época os noruegueses conquistam a Groenlândia e a Islândia, fundam cidades na Grã-Bretanha e Irlanda (entre elas a capital, Dublin), e navegam até a costa canadense, sendo os primeiros europeus a pisarem na América.
Com a Baixa Idade Média, toda a Europa foi testemunha de um enorme crescimento populacional - até o momento em que a Peste Negra ataca o continente e diminui a sua população para cerca de um terço. Com isso, a Noruega não foi capaz de viver uma virada positiva a nível económico. Enfraquecida, entra sob domínio da Dinamarca e foi subordinada a essa até o fim das Guerras Napoleônicas, quando a conquista sueca sobre os dinamarqueses faz com que a Noruega entre em união pessoal com a Suécia (ver Reino da Suécia e Noruega). Apesar do poder ter ficado na mão dos monarcas suecos, a união foi igualitária, e os noruegueses desfrutaram de grande liberdade política e sociocultural, o reino teve duas línguas (norueguês e sueco) e duas capitais (Cristiânia e Estocolmo). A união teve fim pacificamente 91 anos depois.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha Nazista executa a Operação Weserübung, que invade a Noruega e a Dinamarca simultaneamente em 9 de abril de 1940. A Dinamarca se rende, mas a Noruega, que possuía uma das maiores frotas marítimas européias, bem como sua localização próxima à costa britânica, é manipulada pelos britânicos, que encaram a resistência dos noruegueses aos nazistas como crucial. Para tal, os ingleses e franceses enviam tropas para desocupar os principais portos do país e recuperar a marinha norueguesa do poder alemão. Durante dois meses de intensa resistência aos nazistas, tropas soviéticas entram em solo norueguês para atuarem contra os finlândeses na Guerra de Inverno, e enquanto cidades como Narvik, Oslo e Stavanger se viam entre o poder britânico e o nazista, cidades como Kirkenes e Vadsø eram disputadas pelos soviéticos e nazistas. Igualmente tensa era a situação na fronteira com a Suécia, que relutou em permanecer neutra, apesar das frequentes ameaças de invasão. Em 1949, a Noruega torna-se um dos membros fundadores da OTAN.
Na segunda metade do século XX, com o desenvolvimento da indústria do petróleo, a Noruega emergiu como um dos países mais desenvolvidos do mundo, fortaleceu sua moeda e desenvolveu políticas de bem estar social e sócio-democratas. A população norueguesa rejeitou duas vezes o convite de adesão à União Européia, apesar de vários acordos existentes entre o bloco económico e o país.

Possui uma área de 385 199 km², uma parte da qual se distribui por mais de 150 mil ilhas. Na área continental, predomina a paisagem de montanhas, platôs e fiordes. A Noruega possui uma fronteira territorial de 2542 km, sendo 1619 km com a Suécia ao leste, 727 km com a Finlândia ao nordeste e 196 km com a Rússia no extremo norte. Ao sul a Noruega se separa da Dinamarca pelo estreito de Skagerrak. A extensão aproximada do país, de norte a sul, é de 1700 quilômetros.
O terreno glacial é formado em maior parte por platôs altos e montanhas ásperas, através dos quais aparecem vales férteis; possui pequenas e irregulares planícies, a linha costeira bastante recortada por fiordes e tundra ao norte.
Clima
O clima da Noruega pode ser oceânico, continental, subártico e alpino, com verões amenos e invernos longos e rigorosos, com ventos fortes e alta precipitação de neve; porém, diferentemente dos outros países escandinavos, uma grande faixa litorânea do país à beira do Mar do Norte e do Mar da Noruega é aquecida pela corrente do golfo, fazendo com que apresente-se mesmo no mês mais frio, janeiro, regiões com temperaturas médias superiores a 0 °C, sendo mais comum precipitações em forma de chuva do que neve, como é o caso de Bergen, que em janeiro registra médias em torno de 2 °C. Já as ilhas Lofoten apresentam a maior anomalia climática positiva no que diz respeito à latitude, entretanto, na fronteira com a Finlândia no condado de Finnmark, os termómetros podem registrar 40 °C negativos entre dezembro e março. A mais alta temperatura registrada no país foi 35.6 °C em Nesbyen, enquanto a mínima foi -51.4 °C em Karasjok.
A população da Noruega é de cerca de 4,9 milhões.[1] A maioria dos noruegueses são de origem norueguesa, um povo germânico setentrional.
O povo Sami tradicionalmente habita as regiões central e norte da Noruega e da Suécia, bem como no norte da Finlândia e da Rússia, na península de Kola. Outra minoria nacional são o povo Kven, que são descendentes de povos de língua finlandesa, que se mudaram para o norte da Noruega entre os séculos XVIII para o século XX. Tanto os povos Sami e Kven foram submetidos a uma forte política de assimilação pelo governo norueguês do século XIX até os anos 1970.[18] Por causa desta "processo norueguização", muitas famílias de ancestralidade Sami ou Kven agora se auto-identificam como étnicos noruegueses.[19]
Outros grupos reconhecidos como minorias nacionais da Noruega são os judeus, os skogfinns e os noruegueses e suecos romanis (um ramo do povo Romani).
Nos últimos anos, a imigração foi responsável por mais da metade do crescimento da população da Noruega. De acordo com o "Estatísticas da Noruega", um total de 61.200 imigrantes registrados chegaram ao país em 2007, 35% superior ao número de 2006. No início de 2010, existiam 552.313 pessoas de origem imigrante na Noruega (ou seja, imigrantes ou filhas de pais imigrantes), compreendendo 11,4% da população total. 210.725 foram provenientes de países ocidentais (União Europeia/Associação Europeia de Livre Comércio, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia) e 341.588 eram de outros países. Os maiores grupos de imigrantes, por país de origem, em ordem de tamanho, são poloneses, suecos, paquistaneses, iraquianos, somalis, alemães, vietnamitas e dinamarqueses.[20]
Os noruegueses de origem paquistanesa são o maior grupo minoritário visível na Noruega e a maioria dos seus 31.000 membros vivem em torno de Oslo. A população imigrante iraquiana tem demonstrado um grande aumento nos últimos anos. Após o alargamento da UE em 2004, também tem havido um afluxo de imigrantes da Europa Central e Oriental, especialmente da Polônia.
Pais Anti CristoOoO...666
Apenas quem tem uma conta no Flogão pode comentar.