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por diegoribasfc em 20/01/08 - 06h:56m

SELEÇÃO - seleção de base Diego pode ser visto sem ressalvas como um garoto-prodígio. Meio-campista habilidoso, incisivo, um driblador nato e objetivo, foi convocado para todas as categorias de base da seleção nacional e conheceu o mundo enquanto participava dos torneios. Até os 16 anos, Diego defendeu exclusivamente a camisa da equipe da baixada. Não tardou e, visto seu talento, foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira sub-17. Na seleção sub-17, o craque conquistou seus primeiros títulos expressivos. No primeiro campeonato para o qual foi convocado, em janeiro de 2001, já abocanhou o vice-lugar do II Mundialito João Havelange, no Rio de Janeiro. Depois deste, conquistou o tetracampeonato do IX Sul-Americano, que aconteceu em Arequipa, no Peru; campeão do Torneio Ilhas Canárias, na Espanha, quando foi o autor do gol do título, contra a equipe do Barcelona, Espanha, e fez 12 dos 23 gols marcados por toda a equipe. E ainda foi campeão do VIII Torneio de Salerno, na Itália, e destaque da competição pela seleção sub-16 do Brasil. Pela seleção sub-20, participou apenas do XXX Torneio de Toulon, na França, em maio de 2002, em que se sagrou campeão. Pela sub-23, marcou dois gols na Copa Ouro – nas vitórias contra Honduras e EUA, ambas pelo placar de 2 a 1 – e competiu no Torneio Pré-Olímpico do Chile em 2004, no qual marcou outros três gols – o primeiro no 4 a 0 sobre a Venezuela; o segundo no 3 a 0 contra o Paraguai; e o terceiro no 3 a 1 contra o Chile. Para Diego, entre todos os campeonatos que participou pelas seleções, o Sul-americano e o Mundial pela sub-17 e o Torneio de Toulon pela seleção sub-20, foram os de maior importância. De todas as cidades que conheceu, Miami foi a que mais lhe chamou a atenção. "Em Miami me senti em casa, porque são muitos os brasileiros que vivem lá, além de ser um lugar com praias bonitas, clima agradável e forte comércio", explica sua escolha. -seleção principal A Seleção Brasileira é uma nova realidade na carreira de Diego, que foi convocado pela primeira vez para um amistoso contra o México no dia 30 de abril de 2003. A partir de então, o meia passou a ser sempre cotado para integrar a lista de relacionados para servir o Brasil. "Na primeira vez em que fui chamado fiquei muito feliz porque foi uma surpresa e a primeira convocação você nunca espera". Já foram 17 convocações e o título de campeão da Copa América de 2004, quando iniciou a jogada que resultou no gol de empate do Brasil e levou a partida para a decisão nos pênaltis contra a Argentina. Além disso, Diego foi presença constante nas listas para as eliminatórias para a Copa de 2006. "Estar na seleção é muito bom e sempre que não sou chamado fico incomodado, mas eu não desanimo e me cobro para fazer sempre o melhor e ser lembrado pelo técnico", conclui Diego.