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15/03/07 - 00h:30m dyc me emprestaram!



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25 de MARÇO DIA DA INDEPENDENCIA GREGA

Ellinikí Dhimokratía

[Democratica Helénica]





Nome popular: Ελλάδα

Em português: Hellas ou Grécia

Língua: Grego

Capital: Atenas

População: 11 Milhões, sendo o 70º País mais populoso.

Presidente: Károlos Papúlias

Primeiro – Ministro: Konstantínos A. Karamanlís

Independência: Do Império Otomano em 25 de Março de 1821 e somente reconhecida em 1829.

Moeda: Dracma até 2001 e Euro a partir de então, conforme a União Européia.



Hino Nacional Grego:



O hino nacional da Grécia e de Chipre foi extraído de um longo poema de 158 estrofes, todavia somente as duas primeiras são parte oficial da composição musical. O texto foi escrito por Dyonísios Solomós e musicado por Nikolaos Mantzaros, tendo sido oficialmente adotado em 1864. Trata-se duma ode à liberdade alcançada em 1821, após séculos de domínio otomano.



Versão transliterada, uma vez que essa pagina não aceita alfabeto grego:



Ýmnos is tin Eleftherían

Se gnorízo apó tin kópsi

Tu spathiú tin tromerí

Se gnorízo apó tin ópsi

pu me viá metréi ti gi

Ap' ta kókkala vialméni

ton ellínon ta ierá.

Ké san'bróta, andrioméni

Hére, O hére Eleftheriá.



Esta é sua tradução em português:



Hino à Liberdade

Reconheço-te pelo gume

Do teu temível gládio;

Reconheço-te por esse rápido olhar

Com que fitas o horizonte.

Saída das ossadas

Sagradas dos Helenos,

E pujante da tua antiga bravura,

Saúdo-te, saúdo-te, Oh Liberdade.





A Grécia (em grego: Ελλάδα,ou Ελλάς ) é o país mais meridional dos Balcãs e confina a norte com a FYROM, com a Bulgária, e com a Albânia, a leste com a Turquia, quer em fronteira terrestre, quer com fronteira marítima no Mar Egeu, a sul com o Mar Mediterrâneo e a oeste com o Mar Jónico, através do qual tem ligação a Itália.

Grego é o nome pelo qual os romanos designavam os Helenos, habitantes da Hélade que ficou conhecida como Grécia. As formas portuguesa Grécia, castelhana e italiana Grecia, francesa Grèce, inglesa Greece, são um eruditismo calcado sobre o latim Græcia (com o etnônimo respectivo grego, griego, greco, grec e greek, do latim græcus')'.

O geônimo latino se funda sobre o etnônimo, com sufixo (-ia), latim típico de nome de país ou região. O etnônimo latino é empréstimo ao grego graikós (grego), que sob a forma plural graikoí (gregos), principiou a ser episodicamente empregado em lugar do grego ΄ελλην^ />
9;ς (helenos) somente depois de Aristóteles. Mesmo o latim Græcia, antes de designar a totalidade do país, foi usado com epítetos (Græcia Ulterior, Magna Græcia), ou no plural, Græciæ (as Grécias), quando abarcava o todo.

O todo em latim foi de início designado como Hellas, - adis, Hélade. Assim, por exemplo, em Plínio, o Velho. Em Cassiodoro já ocorre a forma latina Hellada. Esta, por sua vez, é empréstimo do gr. Hellás - ádos, que desde Ésquilo designa a totalidade da regiões habitadas pelos helenos.

A antiga Grécia Continental fazia limites com a Ilíria a norte, a leste com o Egeu, a oeste com o Mar Jónico, e a sul com o Mediterrâneo. Tinha mais de 100.000 Km². As suas montanhas, com o céu quase sempre azul e seu clima suave faziam da Grécia um dos mais maravilhosos e melhores países do mundo. Foi naquele pequeno país que a civilização ocidental começou há mais de dois mil e oitocentos anos. Naquele tempo a civilização grega estava dividida em cidades-estado que dominavam grandes áreas das margens do Mediterrâneo e do mar Negro. Atualmente, a Grécia é um unico país de poder reduzido, sendo um dos países menos desenvolvidos da Europa. Atenas é a capital e maior cidade do país, com quatro milhões de habitantes. Em Atenas e em outras partes da Grécia, existem esplêndidas ruínas de monumentos do passado glorioso da antiga civilização. Há milhares de anos, os gregos estabeleceram tradições de justiça e liberdade individual que são as bases da democracia e da economia de mercado. A sua arte, filosofia e ciência tornaram-se fundamentos do pensamento e da cultura ocidentais. Os gregos da Antigüidade chamavam a si próprios de helenos (todos que falavam o grego, mesmo que não vivessem na Grécia Continental), e davam o nome de Hélade a sua terra. Os que não falavam o grego eram chamados de bárbaros. Nunca formaram um governo central, porém estavam unidos pela mesma cultura, religião e língua. A Grécia tornou-se independente em 14 de Setembro de 1829, após o Tratado de Adrianópolis ser assinado entre Rússia e Turquia, o qual pôs fim à guerra de independência. Atualmente a Independência grega é comemorada em 25 de março.

A língua grega (em grego Ελληνι_

4;ή γλώσσα) deriva do ramo indo-europeu e conta com mais de três mil anos de história documentada.

Língua dos poemas homéricos, o grego antigo em suas várias formas, foi usado na Antigüidade clássica, no início da doutrinação cristã e em muitas regiões do Império Romano, seguindo a expansão da cultura helênica promovida pelas conquistas de Alexandre, o Grande. Devido à grande influência no latim, o grego é origem de muitas palavras e afixos do português e de outras línguas latinas. O alfabeto grego, que teve origem no alfabeto fenício, deu origem ao alfabeto latino, utilizado pela maioria das línguas faladas na Europa. O Novo Testamento foi escrito em koiné, lingua franca na metade oriental do império Romano.

O grego moderno, língua oficial da Grécia, difere de muitas formas do grego antigo e tem atualmente 15 milhões de falantes.



Os dialetos mais importantes:



• Grego-Macedônio – dialeto usado de heleno-macedônios na Macedónia

• Grego-Chiprio – dialeto usado de Greco-cipriotas em Chipre

• Grego-Cretico – dialeto usado de Greco-critas na Creta

• Grego-Trácico – dialeto usado de Greco-tráciotas na Trácia



O alfabeto utilizado para escrever a língua grega teve o seu desenvolvimento por volta do século IX a.C., utilizando-se até aos nossos dias, tanto no grego moderno como também na Matemática, Astronomia, etc.

Anteriormente, o alfabeto grego (Ελληνι r />
54;ό αλφάβη` />
4;ο) foi escrito mediante um silabário, utilizado em Creta e zonas da Grécia continental como Micenas ou Pilos entre os séculos XVI a.C. e XII a.C. e conhecido como linear B. O Grego que reproduz parece uma versão primitiva dos dialectos Arcado-cipriota e Jónico-ático, dos quais provavelmente é antepassado, e é conhecido habitualmente como Micénico.

Crê-se que o alfabeto grego deriva duma variante do semítico, introduzido na Grécia por mercadores fenícios. Dado que o alfabeto semítico não necessita de notar as vogais, ao contrário da língua grega e outras da família indo-europeia, como o latim e em consequência o português, os gregos adaptaram alguns símbolos fenícios sem valor fonético em grego para representar as vogais. Este facto pode considerar-se fundamental e tornou possível a transcrição fonética satisfatória das línguas Europeias.



Α α Alfa (Som A longo ou breve)

Β β Beta (Som de B)

Γ γ Gama (Som de G ou J-> ga,gue,gui,go,gu)

Δ δ Delta(Som de D)

Ε ε Épsilon (Som de E sempre breve ou He sendo H)

F Digama (Som de W e a grafia é de dois gamas, WAL ou VAL)

Ζ ζ Zeta (Som de ds, z italiano)

Η η Eta (Som de E sempre longo também pode ter som de He)

Θ θ Teta (Som de za,ce,ci,zo,zu)

Ι ι Iota (Som de I,i ou j)

Κ κ Capa (Som de K)

Λ λ Lambda (Som de L)

Μ μ Miu (Som de M)

Ν ν Niu (Som de N, porem repare que em minusculo é um v)

Ξ ξ Csi (Som de Ks)

Ο ο Ómicron (Som de O sempre breve)

Π π Pi (Som de P)

M San (Som de Ts)

Q Qoppa (Som de K também, porem usado dependendo da palavra)

Ρ ρ Rô (Som de Ro ou R)

Σ σ,ς Sigma (Som de S)

Τ τ Tau (Som de T)

Υ υ Upsilon (Som de Y ou u francês ou ü alemão ou I português)

Φ φ Fi (Som de Ph, sendo FI)

Χ χ Chi (Som de KH ou X ou Cr dependendo da palavra)

Ψ ψ Psi (Som de PS)

Ω ω Omega (Som de O sempre longo)

Ϡ, ϡ, Sampi /(Som de SS ou Ks)



As letras Digamma, San e Qoppa desapareceram do alfabeto nos seus primeiros tempos, antes do denominado período clássico. Dado que a aparição das letras minúsculas é bastante posterior, não existem minúsculas de ditas letras.

Originariamente existiram variantes do alfabeto grego, sendo as mais importantes a ocidental (Calcídica) e a oriental (Jónica). A variante ocidental originou o alfabeto etrusco e daí o alfabeto romano. Atenas adoptou no ano 403 a.C. a variante oriental, dando lugar a que pouco depois desaparecessem as demais formas existentes do alfabeto. Já nesta época o grego escrevia-se da esquerda para a direita, enquanto que a princípio a maneira de o escrever era alternadamente da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, de maneira que se começava pelo lado em que se tinha concluído a linha anterior, invertendo todos os caracteres em dito processo.

O fator inovador introduzido com o alfabeto grego são as vogais. As primeiras vogais foram Alfa, Épsilon, Iota, Ómicron e Upsilon. Se contempla o processo de criação do alfabeto grego como resultado de um processo dinâmico baseado na adopção de vários alfabetos semíticos através do tempo, encontrando inclusive influências do linear-B, poder-se-ia dar uma explicação mais satisfatória da sua origem do que as teorias que postulam uma adaptação única de um alfabeto determinado num momento dado.













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