...
Muito longe dali, se olhava no espelho e chorava os sinais do tempo
gravados no seu rosto e a única coisa que via era sua própria imagem.
De repente, entretanto, algo passou bem no fundo da sua alma,
Como se fosse um Vento leve, bem leve; ou um raio de sol crepuscular; uma
pequena chama de fogueira no frio das montanhas; um sonho bonito, em meio à noite…
E ela se lembrou da Menina. Onde estaria ela?
Deixou sobre a mesa o espelho e saiu “em busca das marcas da sua Ausência”, no
perfume das flores, no gosto dos frutos, no quarto vazio…
Havia, por todos os lugares, a presença da sua Ausência.
E naquele corpo, por tanto tempo morto dentro do espelho,
O Desejo cresceu, o rosto sorriu, as
asas se abriram e o que era pesado...
voou…
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1. feitodesonhos 5/04/11 5:50
Ke encantadora postagem, sem nossa criança interior, estmaos mortos, deixe-a sempre viva, beijocas