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MEU FINAL DI HP PRO CONCURSO DO /LOBINHAMEI

por emmaeutiamo em 24/12/05 - 22h:09m

CAPÍTULO 38

PAG 787

...Harry finalmente havia acabado seu duelo com Voldemort. O garoto não acreditava que ELE havia sobrevivido, como dizia a profecia: “um não poderá viver enquanto o outro sobreviver”. Cada vez que olhava ao redor da Sala do Véu, a sala onde Sirius havia morrido há dois anos, não acreditava em toda a desordem que havia feito: o arco estava derrubado, havia crateras no chão, buracos na parede. Harry estava pior: havia fuligem nos sesus cabelos, as vestes todas rasgadas, sua cara sangrando quase totalmente, parecia que havia quebrado o braço, mas todo esse sacrifício valia ao garoto. Finalmente ele havia livrado o mundo de Voldemort, vingado a morte de Sirius e de Dumbledore e, principalmente, de seus pais. Subiu com grande dificuldade até o Átrio.
Chegando ao Átrio, teve uma grande surpresa: havia dezenas e mais dezenas de aurores aparatando e desaparatando, repórteres do Profeta Diário, e seus amigos do peito: Rony e Hermione.
- Harry, o que te deu na cabeça para fugir de Hogwarts e vir atrás do Voldemort? Se não fosse seu bilhete, nós não te encontraríamos.
Nesse ponto, o garoto não aguentou e deu um demorado beijo em Hermione, que foi retribuído na mesma hora. Ao se desvenciliarem, Hermione abraçou Harry e começou a chorar, dizendo soluçante:
- Harry, eu te amei esse tempo todo. Essa noite, tive medo de te perder e não poder me declarar.
- Mione, desde aquela noite no Salão Principal, eu descobri que te amava. Todas as noites eu pensava em você, sonhava com você. Eu também tive medo de te perder para sempre, e nunca poder lhe dizer o que eu realmente sentia.
Rony, que até o momento estava calado, resolveu intervir:
- Dá pra vocês dois pararem com essa melação. A McGonagall está vindo ao nosso encontro
Harry e Hermione se separaram bem a tempo: a diretora da Grifinória se encontrava atrás deles. Ela mandou que eles aparatassem para os portões de Hogwarts. Em menos de cinco minutos eles já encaravam os javalis alados da Escola. Como á era tarde da noite, Harry, Rony e Hermione foram direto ao dormitório. No outro dia, todos queriam saber o que havia acontecido com Voldemort, mas ninguém teve coragem de perguntar a Harry, mas, incrivelmente, todos sabiam que foi ele quem derrotara Voldemort.
Passado um mês, no dia em que voltariam para casa, Harry sentia uma enorme tristeza. Iria deixar sua tão amada Hogwarts. Sabia lá quando, e se, voltaria para aquele maravilhoso lugar. A viagem transcorrera tranquilamente, já que não havia mais Draco Malfoy para irritá – los. Já em King’s Cross, Harry não queria se despedir de Hermione, apesar da garota lhe prometer que se veriam sempre que fosse possível.
Ao se despedirem, o garoto reparou que não havia ninguém para buscá – lo, mas ele já desconfiava disso e havia pensado durante todo o tempo de viagem, enquanto não beijava Hermione: iria viver sozinho na casa de Sirius, que agora era sua, e voltaria para a casa dos tios paenas para pegar suas coisas. Tinha esse plano para a sua vida: morar com Hermione na sua nova casa.

FIM