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BlogAno-a-ano do Kakápor euekaka em 29/04/07 - 22h:46m O ano-a-ano de Kaká A ascensão do craque em apenas seis anos de carreira profissional 2001 (São Paulo) Reserva dos juniores, recupera-se de um acidente que quase o deixou paraplégico. Vadão ás vezes o chama para ficar no banco dos profissionais. Na final do Rio - São Paulo, entra, faz dois golaços e vira o xodó da torcida. O Cacá vira Kaká. Alterna momentos bons e discretos, mas é fundamental no Brasileiro. Sua última imagem é o choro na maca, enquanto deixa o campo após a falta de Cocito na eliminação contra o Atlético-PR. 2002 (São Paulo) Gasta a bola e é chamado por Felipão para jogar a Copa. Inexperiente, atua poucos minutos, mas volta ao Brasil campeão e com experiência internacional. No São Paulo, vira o principal jogador do Brasileirão: recebe a Bola de Ouro da Placar. Mas decepciona na partida em que o time é eliminado pelo Santos, o que começaria a lhe criar problemas com a torcida. 2003 (São Paulo e Milan) Inicia o ano com a pecha de “amarelão”. O time perde o Paulistão, no qual ele, machucado, não joga a final contra o Corinthians. Na eliminação contra o Goiás pela a Copa do Brasil, a torcida o culpa. Ainda joga no Brasileirão, mas o convite do Milan cai do céu. Chega á Itália sem fama, mas arrebenta de cara. Deixa Rui Costa no banco e faz com que o clube libere Rivaldo. 2004 (Milan) Consagra-se. Jornais o comparam a craques como Falcão e Van Besten. Termina a temporada com 30 jogos no Campeonato Italiano ( nada mau para quem seria somente um reserva) e faz 10 gols. O Milan é campeão e Kaká é eleito pela revista Guerin Sportivo o melhor jogador do torneio. Entra no grupo dos três jogadores que mais vendem camisas no mundo. 2005 (Milan) A surpresa passa, a badalação diminui. Mas Kaká já é fundamental e, na temporada 2004-05, joga 35 vezes pelo Italiano (só menos do que o Dida) e marca 7 gols. Na Liga dos Campeões, joga sempre, mas o Milan é eliminado pelo La Coruña.“Eu já não era uma surpresa. Adversários e torcida já me conheciam. Mas amadureci e estou encontrando meu jogo em um esquema diferente, mais tático”, disse Kaká á Placar naquele ano. 2006 (Milan) Kaká chega a Copa da Alemanha como jogador menos badalado do “quarteto mágico” brasileiro, mas nos últimos amistosos e na estréia vira protagonista. Depois, porém, afunda com a equipe. No segundo semestre, rapidamente recupera a confiança de Dunga, que chega a dar a ele a tarja de capitão. No Milan, vira “o símbolo” da equipe, segundo o próprio dono do clube, Silvio Berlusconi. É assediado como nunca pelo Real Madrid. 2007(Milan) Kaká ganha a bola de ouro de uma revista francesa, logo depois no dia 17/12 recebe o premio de melhor jogador do mundo da Fifa. Para Kaká terminar o ano mais feliz, Caroline Cellico sua esposa, descobre que esta gravida de um menino. |
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