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Entrevista

por felipedylon05 em 05/06/05 - 13h:28m

De maior
Felipe Dylon fala da expectativa pelos 18 anos e de assuntos quase sempre polêmicos
Zean Bravo
O Dia dos Namorados nunca foi uma data marcante para Felipe Dylon. “Só fui ter namorada séria ano passado. Só que não passamos juntos por causa de compromissos profissionais. Não me lembro de um Dia dos Namorados com uma gatinha no cinema ou num shopping”, recorda o cantor, que já tem programa definido para este dia 12. Domingo que vem, ele leva a turnê do show Na Estrada para o Colégio Salesiano, em Niterói (informações em www.felipedylon.com.br).

Solteiro e na pista, como diz, Felipe avisa que não quer ficar no zero a zero. “Não estou parado. Vou inventar uma coisa boa pra fazer depois do show. Niterói é um celeiro de meninas lindas”, empolga-se o cantor, que entrega algumas das suas táticas de conquista: “Você deve saber o momento certo de chegar e falar o que ela quer escutar. Ser gente boa não custa e um elogio é sempre válido.”

Aniversário vai ser com show na Disney

Na corrida profissional desde os 15 anos, quando lançou seu disco de estréia, Dylon está em contagem regressiva para os 18, que faz dia 23 de julho. Comemora outra vez em cima do palco, em Orlando, na Disney. “Essa idade é um marco importante na vida de um homem”, diz Felipe, que falou abertamente sobre iniciação sexual, drogas, assédio e ciúmes da mãe.

PRIMEIRA VEZ

“Tinha 13 anos e foi com uma garota de 18. Adorei. Claro que deu um certo nervosismo, mas não tive grilo por ela ser mais velha. Foi com a amiga de um amigo. Rolou”.

ASSÉDIO E FICADAS

“Já fiquei com fã, mas nunca namorei. A menina não pode ser só bonita, tem que ter beleza interior. Isso não é papo de poeta. Prefiro quando a fã chega para trocar uma idéia, não só aquele lance de te tocar. ‘Tô’ sempre na boa, mas sou um ser humano, também fico estourado.”

DROGAS

“Não uso, sou atleta. Lógico que sei a diferença entre uma coisa e outra, vejo os caras queimando fumo na pedra, ali no Arpoador. Já me ofereceram, mas não estou a fim.”

PRIMEIRO BEIJO

“Foi escondido, no meu aniversário de 8 para 9 anos, numa boate em São Conrado, com a primeira namoradinha, do colégio. Na época o beijo correspondia a uma relação sexual. Era uma evolução das coisas. Depois fiquei numa expectativa muito grande para a primeira relação.”

NO MOTEL

“Depois que eu fizer 18 anos vou poder ir ao motel. Mas já passei a noite num motel quando fiz um show no subúrbio carioca. O cheiro de motel é diferente de hotel. Liguei a TV e passava uma coisa engraçada (risos), todos os canais eram parecidos (mais risadas).”

CIÚME DA MÃE

“Outro dia um cara veio devolver o violão da minha mãe (a atriz Maria Lúcia Priolli) e só fiquei de olho. Ela é a mulher que tenho na minha vida. Minha mãe é meu patrimônio.”

BEBIDA

“Tomei um porre uma vez e fiquei bem doido. Foi de Red Bull com uísque ou vodca. Quando você bebe, o teor da ‘pesquisa’ fica pior. Já fiquei com mulher feia, mas nem foi dessa vez. Acontece com todo mundo. Hoje não posso sentir cheiro de Red Bull, só bebo cerveja.”

Fonte:O Dia On-Line