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De braços abertos como quem deseja dar um abraço
De olhos baixos como quem desvia o olhar por timidez
De peito sangrando como quem perde a alma
De pernas cruzadas como quem no muro se encosta a aguardar
Aguardar por quem ainda não o conhece
Aguardar por quem ainda não o reconhece
Aguardar por quem ainda não o merece
E aguardar por quem ainda não confia
Não confia porque não vê
Não confia porque não quer
Não confia porque não crê
Não crê que a maior virtude é confiar sem ver
E que para confiar sem ver tem que querer
Porque só se confia no que não conhece quando há amor
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Crédito

ww.acasoousorte.blogspot.com
Até a volta... até a próxima... até um dia...
Valeu, Lu!
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