FELIZ ANIVERSÁRIO FABI!
Bom dia meus bebês! XD
Eu dei uma baita duma sumida, I know. Ai que vergonha!
A faculdade agora (bendito seja Deus que atendeu as minhas preces) liberou blogs, flogs, fotologs e afins! o/
Ou seja, tatu-do-liberado! :D
Postarei com mais freqüência (agora não pq vou entrar em férias de inverno), e que sá criarei mais uma fic (H) to com saudades de escrever, de pôr os meus sentimentos nessa jagunça aqui :p
E nada de comunidades, de blogs ou qualquer outro lugar. Foi aqui que eu comecei, aqui que eu conheci zilhares de pessoas, aqui que minha fic fez sucesso e aqui que permanecerei! Vocês que se virem! Haha
Mas, hoje é um dia especial, e lembrei de postar aqui por causa disso!
Aniversário da minha Fabilhota! (L) sim, ela está de ânus em festa e já sabe o que vai me dar faz ânus! (ninguém entendeu, whatever)
Eu só queria desejar a ela tudibão, dizer que ela é, sem duvida, uma das pessoas mais importantes da minha viva, e que sem essa canceriana yo no vivo!
[fabiesu] ;Ç
e que agora que ela faz seus dezoito aninhos, que ela beba com moderação, não use drogas, não faça sexo com estranhos e dirija com cuidado.
8D
agora tu é DIMAIOR manôô!! Dusmeu rapaá! ;)
e esse bolo ali o Gerard oferece pra ti, AHAM, ele que fez, tipoansim, é de chocolate, ahaaam, depois tu passa esse chocolate no corpitxo dele e lambe! :9 oh my god, tá chega. UIUIUI.
FELIZ ANIVERSÁRIO!
eu te amo, TUQNÃO!
Hahaha x)
fourty one
14:30 am.
Subsolo do parlamento da Inglaterra - Mafia.
. Helen: ah, qual é... - tateou o celular, que tocava incessantemente sobre o criado-mudo ao lado de sua cama.
Então, com dificuldade devido ao excesso de sono e a ressaca do dia anterior, pegou o celular e tratou logo de terminar com essa poluição sonora que estava acabando com seus ouvidos.
. Helen: hello?... - disse, numa voz rouca.
. Donald: Helen Kohler? - disse, apressado.
. Helen: sim... quem deseja?
. Donald: Way, Donald Way! Helen, me desculpe estar ligando a essa hora, mas acontece que eu estou em desespero e já não sei o que fazer!
Helen sentou-se sobre a cama, tentando manter os olhos abertos e a mente atenta.
. Helen: o que houve?
. Donald: Gerard está aí com você?!
O quê?, pensou. Era o que faltava! Seu ex futuro sogro ligando a essa hora para fazer uma pergunta absurda como essa! Ele deve estar com aquelazinha do shopping, dormindo em sua cama após uma tremenda noite de folia! Panaca.
. Helen: não, senhora Way. Gerard não está comigo. Por que estaria?
. Donald: não sei! Gerard sumiu!
E-eu-com-isso?.
. Helen: ele deve estar com sua nova... hãm... namorada.
. Gerard: quem?
. Helen: aquela… magrinha, loirinha, baixinha… - Vaquinha, putinha, dementinha, inha inha… - Ashling é o seu nome, eu acho.
. Gerard: Ashling morreu!!! - disse, agora num tom mais preocupante - é por isso que estou quase tendo um colapso nervoso!!! Ontem encontraram o corpo de Ashling carbonizado dentro do carro de Gerard em uma estrada abandonada! E nenhum sinal de Gerard!!! - disse, quase chorando - eu preciso achar meu filho, Helen!
. Helen: se acalme, senhor Way! Deve estar tudo sobre controle, Gerard deve estar escapado do carro , sei lá. É difícil o IML não encontrar vestígios do corpo dentro de um carro.
. Donald: eu temo que tenha acontecido algo com ele!! Intuição de pai, Helen! - disse, atônito. Helen se lembrou da agora que sentiu na noite anterior e associou a isso também.
. Donald:talvez tenham sofrido um acidente, ou algo assim! E Gerard talvez tenha conseguido escapar, mas não o encontramos em nenhum lugar pelas redondezas!! Mikey disse que ligou para ele ontem a noite, e ele estava muito estranho. Helen, me ajude, por favor!!
Helen estava pasma. Será que estava tendo um pesadelo?
. Helen: se acalme, senhor Way! Eu… - examinou o relógio - eu estou indo praí! - Helen desligou o telefone e correu até o banheiro. Prendeu seu cabelo em um coque, lavou seu rosto e logo após vestiu uma regata branca e um short caqui. Dentro dele, escondeu seu revolver e algumas munições.
Saiu de seu quarto e tratou de correr.
. Joe: ei! Onde pensa que vai? - disse Joe, vendo-a correr apressada.
. Helen: JOE! - gritou - Gerard está em perigo, preciso ajuda-lo!!! Por favor, me deixe sair! Conceda permissão para eu sair, por favor Joe!
. Joe: ... permissão concedida.
. Helen: oooooh Joe muito obrigada! - Helen beijou-lhe a testa e continuou a correr.
. Joe: espere! - chamou-a e volta - se precisar de ajuda, use isso!
Joe entregou-lhe um GPS.
. Helen: obrigada!
Claire e Frank assistiam a um filme de romance na TV do quarto do hospital. Atentos, não desgrudavam os olhos da tela.
Frank apanhava as pipocas da bacia e as enfiava na boca, sem notar.
Claire, roia o resto de suas unhas, nervosa.
Quando chegou na parte em que o mocinho ficou em pé no meio da sala e tirou toda a roupa, os dois seguraram um no braço do outro e gritaram: AI, é AGORA!
. Claire: Foderoso! - elogiou Claire.
. Frank: fodeliciosa! - rugio Frank.
A porta do quarto se abriu. A hora do remédio de Claire havia chegado. Claire quase teve um chilique de frustração.
. Claire: mas que hora desses malditos remédios chegarem! - reclamou - ponha no pause e nada de assistir sem o meu consentimento, Frank!
Claire tomou as suas centenas de pílulas, e quando a enfermeira saiu, pediu a Frank, amedrontada.
. Claire: você não assistiu, né?
. Frank: não, mas quase! Ei, agora está passando Ballykissangel! Não podemos parar um pouco?
. Claire: de jeeeito nenhum! Dane-se o programa! - rugiu - o filme é muito mais interessante! Vai, ponha play!
. Frank: a parte em que ele estava ali exibindo todo aquele charme, peladão no meio da sala?
. Claire: e que charme!...
. Frank: CLAIRE!
. Claire: estou sendo realista! Vai, ponha play logo!
. Frank: SIM SENHORA! - disse, ansioso com a cena também.
. Claire: Uau! Que máximo!...
. Frank: foderosa!...
. Claire: fodelicioso!…
. Donald: que bom que você chegou, Helen! - disse assim que abriu as portas do casarão.
. Helen: se eu estou aqui é por causa de Gerard, senhor Way. Porque amo ele. - DROGA, pensou. Porque teve que dizer isso? Será que o efeito de Carling Black Label ainda estava em seu sangue?
. Donald: eu sei, Helen. E como sei. Gerard... hãm... sente o mesmo por você.
Helen permaneceu em silêncio.
. Donald: ... bem, vamos esquecer os fatos passados e tratar logo de fazer algo! Gerard deve estar em perigo e temos que ajuda-lo!
. Helen: okay. Aquele tal de Mikey é quem?
. Donald: o irmão de Gerard.
. Helen: vou conectar a central e tentar localizar o celular de Mikey para saber onde Gerard estava quando ele telefonou. Talvez Gerard não esteja muito longe dali.
. Donald: já fizemos isso, Helen! Fizemos TUDO! O celular de Gerard foi localizado por satélite. Estava no mesmo lugar onde apontava o carro. Ele deve ter deixado o celular lá!
. Helen: céus… - agora percebera o quão grave era a situação.
Até que o telefone da casa de Donald tocou, e ele atendeu.
. Donald: hello?
“Red or Dead. READ. OR. DEAD.”, disse a pessoa o outro lado da linha, e desligou.
. Donald: estranho...
. Helen: o que foi?
. Donald: acho que foi trote.
. Helen: trote?! Costuma acontecer isso aqui?
. Donald: não. Primeira vez
. Helen: o que foi que disseram?
. Donald: algo como “Red and bed”
. Helen: Red and bed? Localize a chamada!
. Donald: não dá, o numero está bloqueado!
. Helen: red or bed... - soletrou para sí mesma.
- Um dia vou construir uma casinha para mim, fora desse antro de aço em que vivemos! - articulou Helen, deitada nua sobre os lençóis de seda de sua cama, tragando o resto de seu cigarro.
- Um dia vou realizar um sonho meu também. Fora da Mafia. - disse Adam, pensativo.
- Qual?
- Reformar o pavilhão da Red or Dead e construir minha casa lá.
- Red or Dead? É aquele pavilhão mal assombrado em formato de castelo que fica lá onde Judas perdeu as botas?!
- Exato. Não é fantástico? Aquele lugar é incrível.
- A arquitetura é bacana. Mas aconteceu um bocado de coisas sinistras lá. Centenas de assassinatos. Eu não teria coragem de morar lá
- Uma tinta e uns rebaixamentos em gesso acabariam com esse tabu, aposto.
- Aja tinta e gesso! - riu. - que tal parar de falar nisso?... - acariciou o peito musculoso de Adam.
- É uma boa idéia!... - Adam deitou-se sobre Helen e prendeu seus pulsos delicados com suas enormes mãos. E ali, tiveram mais uma noite carregada de erotismo, do jeito que Adam gostava.
. Donald: Helen? Você está bem? - perguntou Donald, ao examinar o rosto pálido de Helen.
. Helen: sim, estou - disse, ao acordar de seus pensamentos - tem certeza que o que disseram foi Red or BED? Não foi Red or DEAD?
. Donald: é, foi Red or Dead mesmo. - lembrou-se - por quê?
. Helen: eu sei onde Gerard está!
. Donald: o quê?! Como?! Vamos enviar a policia para lá imediatamente!
. Helen: NÃO! Pode ser muito perigoso! Eu vou lá.
. Donald: como é que é?! Levar a policia é perigoso e você que ir lá sozinha?! você só pode estar brincando!
. Helen: Donald, por favor, entenda! Eu sei o que estou fazendo! - Helen pegou sua bolsa sobre o sofá - se quiser ver seu filho vivo, NÃO acione a polícia! - disse, autoritária. - prometo traze-lo de volta, Donald! Confie em mim!
[...]
eu queria postar uma musiquita mas não tinha em lugar algum [emoticon fidapu]
então vai essa, que eu ouvi a semana inteira e que não sai da minha cabeça.
AH, outra. Joguem no bixo o numero 147
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