A rosa
Pedaço de madeira morta, pequena natureza morta
Tão morta que renasce a vida nela em forma de letras
ou traços de desenho perfeito,
tinta que rasga o papel,
carbono que um dia foi diamante.
E se acaba o carbono? Restam-me pensamentos vazios...
Ou apenas uma vela acesa. Ela quer mostrar o cheiro
o caminho ou até a rosa
que por hora é ausente... ausente em forma
mas em minhas mãos se falar de espírito.
A murcha lá tem vida? Ela não está.
Está tão morta quanto a mente do que é ignorante.
Não respida, apenas desbota e endurece
e as pétalas não caem, não se quebram.
A rosa está tão inteira quanto em seu nascimento.
Ela ainda renasce.
Fênix disfarçada de flor
Luz e símbolo de carinho e amor
Tão certa quanto aquele que está por vir
e o beijo que hei de sentir...
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1. Camila 8/10/2006 - 01h11m
Olá,nossa apesar de te conhecer a tão pouco tempo só pelo que voce escreveu sei que vou gostar mto de voce,pois adoro poemas,e vc escreve mto bem
Parabéns!!!
Beijossss