08/10/06 - 01h:06mDenunciar

A rosa

Pedaço de madeira morta, pequena natureza morta

Tão morta que renasce a vida nela em forma de letras

ou traços de desenho perfeito,

tinta que rasga o papel,

carbono que um dia foi diamante.



E se acaba o carbono? Restam-me pensamentos vazios...

Ou apenas uma vela acesa. Ela quer mostrar o cheiro

o caminho ou até a rosa

que por hora é ausente... ausente em forma

mas em minhas mãos se falar de espírito.



A murcha lá tem vida? Ela não está.

Está tão morta quanto a mente do que é ignorante.

Não respida, apenas desbota e endurece

e as pétalas não caem, não se quebram.

A rosa está tão inteira quanto em seu nascimento.

Ela ainda renasce.

Fênix disfarçada de flor

Luz e símbolo de carinho e amor

Tão certa quanto aquele que está por vir

e o beijo que hei de sentir...

Comentários (4)

1. Camila 8/10/2006 - 01h11m

Olá,nossa apesar de te conhecer a tão pouco tempo só pelo que voce escreveu sei que vou gostar mto de voce,pois adoro poemas,e vc escreve mto bem
Parabéns!!!
Beijossss

krolbalsan
2. krolbalsan 8/10/2006 - 01h19m

linda
ti amo³

3. Ana 12/10/2006 - 00h59m

Esse negocinho na vela parece aquele q eu tinha qdo criança, de fikr 'modelando' e tal... :)
Lindo o q vc escreveu, como sempre. me perdi em algumas partes, mas depois vc me explica. éé, minha filha... nem todo mundo tem esse seu espírito poético! =P
Bom feriado!!
;*

4. ferpa 14/10/2006 - 11h49m

saudade sua vaca
:~

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