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Viação Cometa S/A
por holdingjca em 20/08/06 - 09h:27m
Viação Cometa
A origem da Viação Cometa remonta ao fim da década de 1930.Em 1937 quando a cidade de São Paulo não tinha sequer um milhão de habitantes, um grupo de empresários locais lançou um loteamento no longínquo bairro do Jabaquara e, para facilitar a venda dos imóveis, montou uma linha de ônibus ligando o bairro ao centro da Cidade. Denominada Auto Viação Jabaquara, ela operou inicialmente com seis carros, a partir de 1938, até ser encampada pela Prefeitura Paulistana. Em 1947 alguns dos sócios da antiga empresa encampada adquiriram a viação São Paulo Santos e mudaram seu nome para Viação Cometa S.A
A Viação Cometa teve em seu controle o Comendador da Força Aérea Italiana o Sr. Tito Masciolli cujo as cores de seus veículos foram escolhidas por sua mulher sobre uma alusão a um jogo de porcelanas.
Sua frota era composta originalmente de veículos da marca Ciferal e sob chassis exclusivos da marca Escandinava Scania. Com o passar do tempo e com o ideal do avanço nos negócios, inspirado nas próprias carrocerias que usava e na maior empresa de transportes de passageiro do mundo (a americana Greyhound) Tito Masciolli fundou sua própria encarroçadora a CMA (Companhia Manufatureira Auxiliar) com sede na cidade de Campinas - SP. Durante cerca de 30 anos a Viação cometa utilizou somente sua carroceria própria na qual os nomes começaram como CMA Flecha I e que para seu uso próprio fabricou apenas até a sua VIII geração conhecido como Estrelão e também como ROBOCOP.
O pioneirismo da Cometa teve seu ápice em 1954 pois ela importou da América do Norte 30 veículos do modelo GMC PD 4104 mais conhecido como Mourubixaba (em tupi significa o chefe) eles eram o que havia de mais moderno em termos de operacionalidade e de confortabilidade na tão rígida Viação Cometa.
O Grupo carioca 1001 assume o controle operacional da Viação Cometa, amplia sua presença no estado de São Paulo e conquista a vice-liderança brasileira no transporte rodoviário de passageiros.
Uma grande caixa preta guarda os segredos do negócio anunciado em todos os jornais como "1001 assume a Viação Cometa". Valores, ações e objetivos são guardados a sete chaves. O fato é que o grupo 1001, holding que integra várias empresas, entre elas a Auto Viação 1001, comprou a parte de Felipe Masciolli e está negociando com Arthur, irmão de Felipe, o controle operacional total da companhia paulista.
Nenhuma das cerca de 20 garagens da Viação Cometa está incluída no negócio, pois anos atrás elas passaram a constituir uma empresa isolada, a CMA - Companhia Mecânica Auxiliar. Toda essa estrutura deve continuar alugada para a Viação Cometa em sua nova gestão.
Outra empresa que já não fazia parte da Cometa é a CMA - Companhia Manufatureira Auxiliar, e que pertence a uma pessoa física. Ela deve ser vendida ou descontinuada. Ou seja, o ônibus padrão da Viação Cometa deve mudar novamente. A parceria entre o grupo 1001 e Arthur não deve perdurar, mesmo porque esse não é o estilo de Jelson da Costa.
Dona, provavelmente, da mais interessante história do segmento, a Viação Cometa dormiu sobre os louros e, infelizmente, adotou como procedimento o nome de batismo de um de seus mais famosos ônibus: o Dinossauro. Sólida como uma rocha sobre a herança de seu genial fundador, Tito Masciolli, a empresa começou a erodir graças à acomodação de seus sucessores, os filhos Arthur e Felipe.
Mas depois da aquisição do grupo JCA a Viação Cometa voltou a fazer parte do cenário empresarial do país. Seus carros estão sendo aos poucos reformados e vários carros da gaúcha Marcopolo Foram adquiridos sendo equipados com chassis Scania e Mercedes Benz. Um fato marcante na aquisição foi a compra de veículos doublé class para a Viação Cometa. Que também tem uma subsidiária direta a Expresso do Sul com sede na Capital do Estado do Rio de Janeiro. Sua fundação ocorreu com o início das negociações para a compra da Viação Cometa, firmando suas operações assim como a
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