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Solteiro de novo!
por juegui4ever em 06/01/06 - 13h:45m
Solteiro de novo_
Ele não bebe, não fuma, é bem-humorado, religioso e... está sozinho novamente. Há duas semanas, chegou ao fim o namoro com a atriz Juliana Didone. "Gosto de relacionamentos sérios. Mesmo que não durem muito"
Guilherme Berenguer, 25 anos, é o tipo de rapaz que toda mãe gostaria de ter como genro. Bonito, inteligente, educado, tranqüilo e com o futuro muito bem encaminhado - é ator da Globo e está no elenco da novela Bang Bang, no papel de Neon. Ele ainda desperta o interesse de meninas e mulheres de todo o Brasil. É um dos recordistas de cartas da emissora. Para fãs e pretendentes, aí vai uma notícia quentinha: Berenguer está solteiro de novo. Há duas semanas - pouco antes do Natal -, ele e a atriz Juliana Didone, 21, terminaram o namoro que haviam começado em agosto. Foram quatro meses juntos. "Gosto de relacionamentos sérios. Mesmo que não durem muito", diz o ator pernambucano. Nesta entrevista, além de falar da vida amorosa, Guilherme Berenguer lembra dos tempos em que era um garoto gordinho - "Na escola, me chamavam de baleia" -, das dificuldades que enfrentou no início da carreira e revela a relação distante que tem com o pai, que só conheceu aos 13 anos. A respeito de uma antiga declaração, em que afirmava ser virgem e que só achava correto fazer sexo depois do casamento, Luiz Guilherme Berenguer Santiago (20/9/1980) desconversa: "Não falo mais sobre esse assunto".
Mulheres
"Sou honesto e sincero com minhas namoradas. Com Juliana (Didone, 21, com quem ele namorou de agosto a dezembro), por exemplo, tudo começou com uma amizade. A gente se conheceu em 1999, quando eu e ela trabalhávamos na mesma agência de modelos, em São Paulo. Existe amigo que é só amigo e existe amigo que pode despertar algo mais. Entre a gente foi assim. Começamos a sair para jantar, conversar, ir ao cinema. Assim começou o namoro. Até cheguei a conhecer os pais dela. Juliana é determinada no que se propõe a fazer e tem amor pela família, como eu. Não somos mais namorados, mas continuamos amigos."
Virgindade
(Ele declarou que era virgem e que só achava correto fazer sexo depois do casamento.) "Não falo mais sobre esse assunto."
Família
"Meus pais se separaram logo que eu nasci (no Recife). Tive pouquíssimo contato com meu pai (Guilherme). Fui criado pela minha mãe (Dulce, 50, nutricionista). Quando conheci meu pai, eu já estava grande, com 13 anos. Ele foi à nossa casa, no Recife, e me emocionei. Mas é estranho. Não tenho uma ligação com ele. Sou o caçula da família e tenho mais três irmãos: Deise (35), Silvana (34) e Paulo (33). Meu irmão tem síndrome de Down e é uma pessoa maravilhosa. Ele e a minha mãe moram comigo, no Rio de Janeiro. A família é a base do sucesso. Eu não bebo, não fumo, mas sou loucão. Eu sou embriagado de alegria. Sou livre."
Início de carreira
"Aos 18 anos, entrei no curso de turismo da Universidade Católica de Pernambuco, no Recife. Só fiquei dois meses. Em 1999, resolvi mudar para São Paulo, depois que passei para a etapa final de um concurso de modelos. No começo, minha mãe não gostou da idéia. Deixei a estrutura familiar, a faculdade, para tentar a vida numa cidade em que não conhecia ninguém e não tinha onde morar. Mas tinha um foco: queria viver de interpretação. Nessa época, morei numa república e cheguei a dividir apartamento com 13 pessoas. Tinha gente de todo canto do Brasil."
Bom moço
"Eu sempre gostei de dormir cedo. Na época em que morei na república, gostava de dormir, no máximo, à meia-noite, enquanto o pessoal saía para as baladas. Eu queria acordar cedo, para render mais no trabalho. Até porque tinha de ajudar a minha família. Virei o pai da galera. Quando eu chegava em casa, eles falavam: 'Chegou o general (risos).'"
Saudade
"Eu não demostro muito os meus sentimentos. Mas, quando vem, é de enxurrada. Quando fui para São Paulo, chorei muito no avião, desde a saída, no Recife. Durante o meu processo de adaptação, passei por muitos problemas, que dividia com a minha mãe por meio de carta, até poder comprar um celular. Foi uma época difícil. Eu economizava para comprar frango enquanto outras pessoas podiam almoçar fora todo dia. Eu tinha de comprar comida no Mercado Municipal (diz com os olhos marejados).
Gordinho
Na infância, eu era gordinho (aos 12 anos, ele tinha 1,54 metro de altura e pesava 74 quilos. Hoje, tem 1,86 metro e 76 quilos). Os outros garotos me chamavam de baleia. Era horrível. Uma vez, dei um murro no braço de um menino, porque ele falou da minha gordura. Outra coisa que lembro da minha infância é que eu imitava o comediante Costinha. Durante a aula, eu adorava fazer aquele barulho que Costinha fazia na Escolinha do Professor Raimundo (imita o comediante, fazendo uau, uau). Mas sempre fui medroso. Só aprontava essas pequenas bagunças."
Religião
"Faço parte da Igreja Renascer em Cristo, em São Paulo. Vou sempre que posso. Eu não sei a Bíblia toda, mas busco aprender o que eu leio e aplicar no dia-a-dia. Já fiz trabalho voluntário, de entrega de alimentos para moradores de rua. Agora, com a novela, fica mais difícil."
fonte: www.juegui.cjb.net