10/08/09 - 00:39Denunciar

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ao som de "repetition", da Information Society...

Fui sábado ao show da Information Society, em Belo Horizonte. Vou contar aqui um pouco da minha trajetória. Cheguei por volta das 21h30, no Music Hall, local da apresentação. Ao descer do táxi, eu e Gleison reencontramos um amigo e nós três fomos para a fila, na porta do estabelecimento. Havia poucas pessoas. No entanto, cerca de 30 minutos depois, a fila já dobrava o quarteirão. Os vendedores de cerveja, chicletes e camisetas (com nomes da banda) aproveitaram para ganhar um extra na porta do Music Hall. Contribuímos para o ganha pão deles. Um casal de amigos, que a gente aguardava, chegou e, às 22 horas em ponto, as portas da casa de shows se abriram. Fomos direto para perto do palco. O Music Hall é muito bacana, é espaçoso e confortável. O lugar ficou lotado, mas tranquilo de se transitar entre as pessoas, com idade acima da minha. Reencontramos amigos e até mesmo uma conterrânea, Alana (veio me cumprimentar e quis saber notícias da Anarkaos). Enquanto ficávamos à espera do show, tomamos algumas cervejas e caipivodkas. Havia um telão gigante, que vinha do teto, no qual videoclipes de bandas dos anos 80 passavam sem parar. Não tinha como ficarmos parados. Começamos a dançar e a rir muito. Gente, rolou muita música que era sucesso nas rádios da década de 80. Porém, não são músicas de bandas que eu costumo ouvir até hoje. São canções de bandas que nem existem mais e que tiveram apenas um sucesso. Eu e Gleison rimos muito ao assistir os videoclipes. Além dessas bandas, o DJ da Supra Sumo mandou muito Depeche Mode, Soft Cell, INXS (no momento que tocou música da banda me lembrei da cunhada Josy. Eu e Gleison comentamos: a Josy iria adorar essa festa) e várias outras que têm músicas que são uma delícia de dançar. No fim da discotecagem, por volta de 1 hora da madrugada, ocorreu uma homenagem ao Michael Jackson. Em seguida, a Information Society entrou no palco. Muitas máquinas fotográficas registravam a performance de Paul Robb, Kurt Harland e James Cassidy. Foi bonito de ouvir os gritos do público e de ver as pessoas dançarem. Nesse momento, minha bota já estava triturando meus pés, mas eu fui firme e consegui aproveitar a minha noite até as 7 da manhã de domingo, muito bem acompanhada. O show terminou por volta das 3 horas. Fomos então para outro lugar. Reencontramos mais amigos e nos divertimos muito. Não só o show, mas a festa Supra Sumo, a madrugada inteira, foram excelentes. Já estou com saudade de BH, dos amigos e do meu Joe Strummer.

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