falta
Agora escrevo não a pessoa q ta lendo que nem ao menos sem quem se trata, mas a mim mesmo um ser conhecido no meu dia a dia q e me faz pensar pra onde vai
qual será o verdadeiro motivo de tantos gritos logo agora apos certa
perda.. Perda essa q já se era esperada visto toda a distancia, mas a certeza
de certo dia poder esta perto, me fazia acreditar q sempre o tinha e na
verdade não é o fim, mas o tempo de se construir um novo lá. Mudar as
decorações ultrapassadas, perceber q ainda existem algumas infiltrações no
teto, q podemos transformar a sala, não a espera de uma visita, mas ao sonho
de perceber quem vira ao teu encanto, na verdade encantar-se não é bem
assim q se faz.Pois quem dera poder traduzir sempre esses passos q me fazem
caminhar ao rumo do obsoleto. São realmente palavras ao vento sem sentido
pro meu vizinho, talvez ele tenha a duvida de saber como me comporto, qual
sentido q vejo nessa realidade, o pq não participo das rodinhas, de ciranda
talvez, tento ser o melhor às vezes empino meu nariz, sei que atravesso a
rua como se ninguém ali estivesse e viro a esquina sem olhar pra trás. Isso
é bem diferente do filho de seu Pedro, aquele moleque atrevido, alegre, mas
também sou feliz. Ele não é tudo q parece ser as pessoas o chamam de herói
por beijar a doce donzela q ainda dormindo pensa uma hora acordar, mas de
fato não abre os olhos.
Ainda de olhos lacrimejados vejo o brilho se fazer a uns objetos estranhos e
logo percebo q controlam alguns aparelhos então o inpulso me faz ir ate um
local no do quarto q alguém já tinha preparado pra mim como se soubesse o q
eu iria passar nesse dia e ai vou começar um tal ritual, será ele pela busca
da felicidade, como pode ser tão superfala assim me pergunto e qndo menos
espero tou eu frente a frente a uma maquina, seria isso por a falta de uma
companhia chata q me contradiga? Então-digo realmente esta só não é como
todos pensam existe uma mágica, não daquelas feitas por fadas, duende. Mas
pela personalidade q habita dentro de mim e logo começa o prazer d
aproveitar o tanto q me conheço.
Começa a observa aquilo q se passou, mas ao fundo uma porta se abre e olho a
porta do quarto ta intacta, ai percebo q é uma nova dimensão, transcrevo-me
ate ela e assim recito todas as poesias, sonetos, parodias e versos de
despedida deste pesadelo de viver radiado por insanos, sem vento, ou melhor,
cheio dele. Percebem verdade q seu espaço ainda ta naqueles q o admiram..
Bem mas eu não sou um sol, pra mim sou meu propio universo, possuo meus
segmentos duradouros q na verdade fui eu qm construiu tudo isso q tou vendo
agora. Vejam só parecia insegura essa vida e logo depois parece inabalável,
bem o q me resta a fazer é construir uma brecha no meu muro de proteção pra
que meus inimigos ou aqueles q tentam me superar se fazendo de amigos possa
ter uma chance de conhecer o vale encantado, talvez o oásis da esquina, q
habita em mim.
qndo a mim ou a ela encontro, assim continuo os passos rumo ao sonho de
vencer. Com o adeus a qm me acompanhou e tenha certeza q esse dia vai voltar é somente um novo recomeço fará o tempo reclinar-se a mim. mas obrigado por
não deixar-me fechar os olhos e pelos óculos escuros para os dias de geada,
num continente ou num bar assim de jumento carroça ou limossine encontrarei
meu lugar ao sol, como se a morte me tivesse chegado como faria o frio perante o
fogo? Aquecê-lo-ia? ah não isso somente pra qm não ver a realidade
é bem assim percebo q todo esse túnel é feito por um som ao fundo ele é q
me mostra a realidade dos fatos ainda escondidos na verdade ao ponto q o tempo passa a visão se embaça nessa sala, levado por euforia acabo agora de me encontrar por um minuto, permaneço parado, frente a mim mesmo, chego a dizer oi a mim, o meu eu se mostra perplexo por tantas coisas q passavam dês percebidas ao som de uma valsa silenciosa q esta no meu peito e ah uma dança melancólica em meu ouvidos
Bem chegou mais um ouvinte e tento de desperdir-me desse meu mundo e dessa visão.
Joab de Paula
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