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*Novo sucesso a vista

por p1r4t4sdocaribe em 25/05/07 - 18h:00m


Astro do filme, Johnny Depp (Jack Sparrow) revela que topa fazer mais edições de “Piratas do Caribe”

No ano das trilogias ("Homem-Aranha" e "Shrek"), "Piratas do Caribe – No Fim do Mundo" (que tem pré-estréias promovidas pelas salas de cinema de Bauru) vem catapultado pelas cifras, pela paixão de seu protagonista (Johnny Depp) e pelo sucesso de público.

O investimento não é nem de longe pequeno: foram US$ 200 milhões para dar vida à parte final das aventuras de Jack Sparrow e companhia. Outra prova é a aposta da Disney no filme, que será exibido em 769 salas do Brasil (679 cópias), o maior lançamento do estúdio nos cinemas brasileiros até então.

Tudo isso tem um motivo: a aceitação do público (crianças, jovens e adultos). Resultado: mais de US$ 1 bilhão arrecadado só em bilheteria, e não vamos considerar aqui o lucro indireto, com games, produtos, mais pessoas na Disney – o filme teve origem é um brinquedo do parque norte-americano, lembra? –, entre outros. Sem contar as nove indicações ao Oscar que as duas primeiras aventuras juntas receberam (o segundo filme levou o prêmio de Melhores Efeitos Especiais).

Contudo, esses dois critérios se tornam menores diante da força do capitão Jack, interpretado por Depp. Disparado um dos atores mais dinâmicos e talentosos dos últimos tempos, Depp ficou à vontade com o chapéu de pirata: emprestou um jeito de ser todo singular ao personagem que conquistou a audiência logo nos primeiros minutos do primeiro longa.

E, por ele, a aventura não tem fim: o ator já declarou publicamente que, apesar de todo o cansaço que as filmagens de "Piratas do Caribe" provocam e que o elenco precisa, sim, de boas férias, Depp topa fazer o quarto filme – e se bobear, o quinto, o sexto...