16/03/08 - 10h:03mDenunciar

Falsa Coral

Falsa Coral





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GÊNESIS - 1



**A Criação**



1- No princípio criou Deus os céus e a terra.



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21- Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

22- Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.





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Cobra Coral e Falsa Coral







Cobra-coral







Classificação científica



Reino: Animalia



Filo: Chordata



Classe: Reptilia



Ordem: Serpentes



Família: Elapidae



Género: Micrurus







A coral (Micrurus, Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius) são cobras de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo. Há corais peçonhentas (Micrurus) e não-peçonhentas (Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius), mas o reconhecimento é difícil podendo ser realizado pelo exame minuscioso da posição das presas ou qualidade dos desenhos "anéis". As cobras-coral existem na América do Sul, América Central e Sul dos Estados Unidos da América. É também conhecida pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira, ibiboboca, ibiboca e ibioca.



As corais, além de serem muito visíveis devido às suas cores, não apresentam o comportamento de ataque como, por exemplo, as cascavéis. As presas das corais são pequenas e podem estar localizadas na porção anterior, dentição proteróglifa (Micrurus), como na porção posterior (Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius), dentição opistóglifa, da mandíbula, portanto elas não picam o mais apropriado seria dizer que mordem a caça para inocular a peçonha. As cobras-coral possuem uma peçonha de baixo peso molecular que se espalha pelo organismo da vítima de forma muito rápida. Pelas pequenas presas a coral necessita ficar "grudadas" para inocular a peçonha. A cobra-coral é tão peçonhenta quanto uma naja. A sua peçonha é neurotóxico, ou seja, atinge o sitema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (diafragma), caimento das palpebras e pode matar a pessoa adulta em poucas horas. O tratamento é com o soro antielapídico intravenoso.



A coral verdadeira é identificada geralmente pela posição das presas ou pela quantidade e delineamento dos anéis. As peçonhentas de forma geral possuem um ou três anéis completos em volta do corpo e as não-peçonhentas possuem anéis apenas na parte dorsal, o ventre não possui os anéis caracteríscos.



A coral tem hábito noturno e vive sob folhas, galhos, pedras, buracos, ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender, geralmente levanta a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração, e este pensa que é a cabeça da cobra é foge para não ser atacado. As atividades diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e à maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento a fêmea posta de 3 a 18 ovos, que em condições propícias irão abrir após uns 90 dias. Dada a capacidade de armazenar os espermas do macho a fêmea pode realizar várias posturas antes de uma nova cópula.



Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. Ao se sentir acuada ou ser atacada a cobra-coral rapidamente contra-ataca, ou seja, recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida, luvas de couro, e evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. A pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, e se possível capturar a cobra ainda viva. Evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para evitar que o veneno se espalhe mais rápido no corpo. Evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc. O soro é a melhor opção.







*** Falsa Coral ***





Origem: Brasil - Paraná, Amazónia

Esperança de vida: 20 anos

Nome científico: Lampropeltis triangulum sinaloae

Família: Colubridae

Tamanho: 70 para 150 cm

temperatura: 22 para 30 ºC







A falsa coral apresenta coloração “pseudo-aposemática”, já que ela imita a coloração da coral verdadeira que é chamada de aposemática. Esta coloração indica cautela ou advertência, normalmente presente em animais venenosos.



A falsa coral apresenta coloração “pseudo-aposemática” para escapar de predadores, o que também é um tipo de mimetismo.



Existem várias espécies de falsa coral no Brasil, a maioria delas são praticamente idênticas às corais verdadeiras. Vivem nos mesmos ambientes e alimentam-se principalmente de pequenos répteis e roedores.



Esta espécie em particular (Oxirhopus guibei) apesar de produzir veneno, não é considerada peçonhenta, uma vez que os dentes inoculadores estão localizados no fundo da boca (dentição opstóglifa), dificultando sua ação.



Não é possível distinguir uma coral falsa de uma coral verdadeira apenas observando a ordem dos anéis, o padrão de cores ou a coloração da barriga.









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Mesmo nâo sendo considerados seres humanos, podemos aprender muito com eles.



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Comentários (1)

1. Adenir 22/03/2008 - 09h:59

voces estão de parabéns com as informações passadas à nos leitores, adoro tudo na natureza, sempre prego a conservação, o que é mais difícil e fazer o homem entender que aprendemos e precisamos muito da nossa mãe natureza; obrigado por tudo

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