03/10/07 - 16h:02mDenunciar

aí myllaa

Pólo de Tecnologia de Petrópolis comemora sete anos

Uma solenidade no Laboratório Nacional de Computação Científica(LNCC), em Petrópolis, na Região



Serrana do Estado do Rio, vai marcar nessa semana a celebração do sétimo aniversário de um dos



mais antigos movimentos de desenvolvimento econômico baseado em tecnologia da região. A cidade,



que já tem instaladas 80 empresas de base tecnológica - 46 delas diretamente ligadas ao movimento



- tem muitos motivos para comemorar: só nesse ano as empresas relacionadas ao movimento fecharam



mais de R$ 1 milhão em contratos para desenvolvimento de software.



Juntas elas captaram, entre investimentos públicos e privados, quase R$ 5 milhões, montante que



equivale ao triplo do que chegou ao movimento entre 2000 e 2004. Os recursos já chegaram à cidade



e garantirão, já em 2007, o funcionamento de um centro de serviços compartilhados e a oferta de



cursos profissionalizantes na área de tecnologia. "Estamos trabalhando para fazer com que a



cidade esteja cada vez mais preparada para receber empresas do setor. Temos, na região, todas as



condições para o desenvolvimento do melhor berço para empresas de base tecnológica do país",



atesta a gerente do movimento Petrópolis-Tecnópolis, Ana Hofmann.



Para ela, o fato de a cidade ter uma lei que garante ao empresário incentivos econômicos e



fiscais e um ambientede de interatividade entre instituições como SEBRAE, FIRJAN, Governo do



Estado e Universidades, deixa o moviemento um passo à frente dos das demais iniciativas de



formação de pólos tecnológicos do país. "Não é à toa que muitas empresas do Rio e de São Paulo



têm subido a serra para instalar seus escritórios de criação e desenvolvimento na cidade. Temos



na serra o ambiente ideal para esse tipo de negócio", diz Ana, lembrando que a preocupação,



agora, é em formar técnicos capazes de atender a crescente demanda por mão-obra na área de



tecnologia.



"Conseguimos nesse ano R$ 3,4 milhões numa parceria entre a Faetec e o LNCC para a estruturação



da primeira escola pública da cidade com 2º grau profissionalizante focado em tecnologia", lembra



a gerente do movimento Petrópolis-Tecnópolis. A escola gratuita vai funcionar no Laboratório



Nacional de Computação Científica, no Quitandinha, e será inaugurada em 2007. Ana Hofmann lembra,



ainda, que nesse ano o Ministério da Ciência e Tecnologia também aprovou o projeto do movimento



que previa a estruturação de salas para treinamento, projetos e data center para atendimento às



empresas de base tecnológica da região.



O centro de serviços compartilhados, que garantirá apoio ao empresário, vai custar R$ 522 mil e



já está sendo estruturado na Funpat. Quando for inaugurado, o espaço poderá ser locado por



qualquer empresa do setor por preços entre 40% e 60% abaixo do custo de mercado. "Além das 80



empresas instaladas na cidade, qualquer outra que tenha base tecnológica pode utilizar o espaço.



Basta que esteja instalada na Região Serrana e utilize tecnologia para fabricação de produtos ou



oferta de serviços, ou ainda que utilize tecnologia em seu modelo de gestão", avisa Ana Hofmann.



Pólo atraiu 10 empresas entre 2005 e 2006



O trabalho desenvolvido pelo movimento Petrópolis-Tecnópolis já ganhou o reconhecimento de



empresário da região. Só entre 2005 e 2006 o grupo atraiu para a região 10 empresas do eixo Rio -



São Paulo. Oito delas chegaram em 2005, gerando a abertura de 128 novos postos de trabalho. Nesse



ano mais duas empresas cariocas estão com a mudança pronta e outras de reconhecimento mundial têm



fechado parcerias com as empresas locais para o desenvolvimento de softwares.



"Depois de três anos trabalhando na formação de profissionais para desenvolver software



colaborativo utilizando o método RUP (Rational Unified Process) e investindo na oferta de cursos



profissionalizantes em linguagem de programação com conteúdo programático adequado ao mercado, o



movimento Petrópolis-Tecnópolis vê seus esforços reconhecidos por uma das maiores empresas



mundiais de hardware e software. A Sun Microsystems, considerada mãe da linguagem java, acertou



com um grupo de empresas de desenvolvimento colaborativo da cidade a primeira parceria para



desenvolvimento de soluções java no Brasil", revela.



Apoio à formação de arranjos produtivos



Na tentativa de fomentar o desenvolvimento regional, o movimento Petrópolis-Tecnópolis tem



apoiado a união de empresas de um mesmo setor para a formação de arranjos produtivos. Hoje são



três os arranjos em desenvolvimento: o de software, que conta com mais de 100 empresas da Região



Serrana, e ainda com dois centros de expertise em parceria com gigantes internacionais do mundo



do software a Rational/IBM e a Microsoft; o de biotecnologia, que conta com a participação da



Excellion, especializada em pesquisas na área de medicina regenerativa e terapia celular, e do



Laboratório de Bioinformática; e o de Redes e Telecomunicações.



Este último recebeu os primeiros investimentos em 99 e hoje conta com pelo menos cinco empresas



focadas em tecnologia de ponta na área de projetos e implementação de redes híbridas de



comunicação de dados, voz e imagem. As empresas existentes recrutam 80% de sua mão-de-obra nas



universidades locais, que oferecem cursos de Engenharia de Telecomunicações, elétrica e



eletrônica, além de redes e softwares.

















Brasil ganha impulso para o desenvolvimento tecnológico



Allen é um dos principais patrocinadores do Centro de Tecnologia XML de Petrópolis Tecnópolis,



que tem como missão treinar e certificar profissionais brasileiros nas mais avançadas



tecnologias XML e Web Services e incentivar o desenvolvimento de software e integração de



empresas através de soluções inovadoras.



Um projeto que lançou as primeiras sementes ainda em 2000, já colhe os primeiros e bem sucedidos



frutos. O país ganhou o Centro de Tecnologia Petrópolis.Net, que chega com a missão de capacitar



mão-de-obra para o mercado, além de promover a integração entre empresas brasileiras, governo e



consumidores.

Em agosto de 2000 Steve Ballmer, CEO da Microsoft, esteve no Brasil e anunciou o projeto em que



pretendia criar seis núcleos de tecnologia no país. Na época a diretoria da Allen Informática



tomou conhecimento e aderiu ao projeto.

Foi assim que começou a parceria que mais tarde viria a resultar no Petrópolis.Net. O centro



ocupa uma área de 4 mil m_ na cidade, que conta atualmente com mais de 130 empresas de diferentes



setores, além de quatro instituições de ensino superior.

Além de oferecer cursos para a comunidade acadêmica e os profissionais de TI da região, o centro



vai abrigar empresas desenvolvedoras de softwares e linguagens, bem como fornecedores de



suprimentos e provedores de Internet.

Uma das primeiras tecnologias a serem trabalhadas é a .Net, uma plataforma que permite a criação



e utilização de aplicativos, processos e Web sites baseados no padrão XML. A plataforma está



entre as escolhidas porque exige uma quantidade de códigos menor na hora da programação.

Outra vantagem é trabalhar com praticamente todas as linguagens de programação, o que facilita a



integração de soluções. A plataforma viabiliza, por exemplo, serviços como a computação móvel,



com unicação em tempo real e comércio eletrônico.

Na parceria, a Allen investiu R$ 700 mil para montar a parte física do centro. A empresa também



foi responsável pela contratação de profissionais especializados para trabalhar no local. À



Microsoft coube o investimento na capacitação dos instrutores, doação de software, suporte e



transferência de tecnologia.

Depois dos primeiros passos o projeto ganhou fôlego e um total de 14 centros, não mais os seis



iniciais, deverão ser instalados no Distrito Federal e nos estados do Ceará, Minas Gerais,



Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Além do de Petrópolis, já exise um centro instalado em Curitiba, no Paraná. No total, a Microsoft



deverá desembolsar R$ 50 milhões para a criação dos centros de tecnologia no País.

A idéia é sempre trabalhar com empresas parceiras para desenvolver o projeto, a exemplo do que



ocorreu com a Allen Informática. Também foram parceiros no projeto de Petrópolis a Federação das



Indústrias do Rio de Janeiro, o Laboratório Nacional de Computação Científica e a Prefeitura



Municipal.











Poluição de rios



A região de Petrópolis, assim como ocorre com a maioria das cidades brasileiras, sofre as



conseqüências da poluição hídrica. Avalia-se que mais de 20% da população de Petrópolis não tenha



água encanada e que mais de 40% não tenha sistema de coleta de esgoto. Adicionalmente, o esgoto



que é coletado pela rede nem sempre tem como destino final uma estação de tratamento de esgotos,



sendo despejado diretamente nos rios. Soma-se à poluição gerada pelos esgotos domésticos, a



poluição industrial que abrange um universo de cerca de 200 empresas, de portes e potencial



poluidor variados. É relevante colocar, dentro desse contexto, que a cidade de Petrópolis é a



primeira Área de Proteção Ambiental sob jurisdição federal a ser implantada no Brasil e é a que



tem a maior quantidade de pessoas residindo dentro do seu perímetro, superando mais de 270.000



habitantes.



Alia-se aos inúmeros problemas relacionados à poluição dos recursos hídricos, a carência de



levantamentos e de trabalhos de pesquisa e campo sistemáticos com relação ao grau de poluição dos



rios, mananciais e lençóis freáticos. A maior parte dos dados existentes na região foram



levantados e agrupados no relatório que acompanha o Zoneamento Ambiental da Apa-Petrópolis,



apresentado pelo Instituto Ecotema (2002). No entanto, segundo o próprio relatório, é



significativa a carência de dados de qualidade da água para a região.





Na atualidade, o Consórcio Águas do Imperador está investindo num programa de despoluição da



bacia do rio Piabanha. O Programa foi apresentado para a sociedade civil numa audiência pública



com os Ministérios Públicos Federal e Estadual em dezembro passado no Palácio Rio Negro. O



projeto consiste em captar o esgoto do centro da cidade através de uma rede na calha do rio



Palatinato e bombeá-lo até a estação de tratamento de efluentes domésticos (ETE) na Rua Dr. Sá



Earp.



A próxima etapa do programa de despoluição consiste em usar a mesma tecnologia para a captação



dos esgotos na calha do rio Quitandinha. Contudo, mesmo com a rede instalada, muitos moradores



ainda não estão conectados a rede de esgotos do Palatinato, tanto é que o fluxo do rio no trecho



da Rua Visconde de Souza Franco, após a ETE, continua completamente poluído por esgoto doméstico



e industrial. A principio haverá uma diminuição da carga poluidora, mas não a efetiva e esperada



limpeza dos rios.



















Poluição do ar



A indústria Cervejaria Petrópolis, de Boituva (100 km de São Paulo), é um exemplo de indústria



que acaba de ampliar sua aposta nas vantagens advindas da utilização do gás natural. Em parceria



com a Gas Natural São Paulo, a Cervejaria implantará o 1º projeto da região e um dos primeiros do



país para conversão de grandes frotas para o GNV (gás natural veicular).

A Cervejaria Petrópolis já utiliza gás natural em seus processos desde 2005 e vem se beneficiando



com redução nos gastos com energia, otimização do processo produtivo e diminuição dos índices de



poluição do ar.

O GNV contribui muito na questão ambiental, uma vez que o gás natural está entre os combustíveis



menos poluentes que existem. As reduzidas emissões de poluentes contribuem para a melhoria da



qualidade do ar e de vida da população e auxiliam para evitar efeitos nocivos à natureza, como a



chuva ácida e o efeito estufa.

Comentários (2)

raymcd
1. raymcd 3/10/2007 - 18h32m

/raymcd aquee =D
Lindoo aquee =D
ameii a corr
passa laa?
ps - Add la e seja add tbm =D
See for add avisaa Ok'z ?
Beijos

lordengel
2. lordengel 23/10/2008 - 09h:34

Show essa foto E Entao, Tudo Tanquilo? Flogao Bonito ;*

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