aí myllaa
Pólo de Tecnologia de Petrópolis comemora sete anos
Uma solenidade no Laboratório Nacional de Computação Científica(LNCC), em Petrópolis, na Região
Serrana do Estado do Rio, vai marcar nessa semana a celebração do sétimo aniversário de um dos
mais antigos movimentos de desenvolvimento econômico baseado em tecnologia da região. A cidade,
que já tem instaladas 80 empresas de base tecnológica - 46 delas diretamente ligadas ao movimento
- tem muitos motivos para comemorar: só nesse ano as empresas relacionadas ao movimento fecharam
mais de R$ 1 milhão em contratos para desenvolvimento de software.
Juntas elas captaram, entre investimentos públicos e privados, quase R$ 5 milhões, montante que
equivale ao triplo do que chegou ao movimento entre 2000 e 2004. Os recursos já chegaram à cidade
e garantirão, já em 2007, o funcionamento de um centro de serviços compartilhados e a oferta de
cursos profissionalizantes na área de tecnologia. "Estamos trabalhando para fazer com que a
cidade esteja cada vez mais preparada para receber empresas do setor. Temos, na região, todas as
condições para o desenvolvimento do melhor berço para empresas de base tecnológica do país",
atesta a gerente do movimento Petrópolis-Tecnópolis, Ana Hofmann.
Para ela, o fato de a cidade ter uma lei que garante ao empresário incentivos econômicos e
fiscais e um ambientede de interatividade entre instituições como SEBRAE, FIRJAN, Governo do
Estado e Universidades, deixa o moviemento um passo à frente dos das demais iniciativas de
formação de pólos tecnológicos do país. "Não é à toa que muitas empresas do Rio e de São Paulo
têm subido a serra para instalar seus escritórios de criação e desenvolvimento na cidade. Temos
na serra o ambiente ideal para esse tipo de negócio", diz Ana, lembrando que a preocupação,
agora, é em formar técnicos capazes de atender a crescente demanda por mão-obra na área de
tecnologia.
"Conseguimos nesse ano R$ 3,4 milhões numa parceria entre a Faetec e o LNCC para a estruturação
da primeira escola pública da cidade com 2º grau profissionalizante focado em tecnologia", lembra
a gerente do movimento Petrópolis-Tecnópolis. A escola gratuita vai funcionar no Laboratório
Nacional de Computação Científica, no Quitandinha, e será inaugurada em 2007. Ana Hofmann lembra,
ainda, que nesse ano o Ministério da Ciência e Tecnologia também aprovou o projeto do movimento
que previa a estruturação de salas para treinamento, projetos e data center para atendimento às
empresas de base tecnológica da região.
O centro de serviços compartilhados, que garantirá apoio ao empresário, vai custar R$ 522 mil e
já está sendo estruturado na Funpat. Quando for inaugurado, o espaço poderá ser locado por
qualquer empresa do setor por preços entre 40% e 60% abaixo do custo de mercado. "Além das 80
empresas instaladas na cidade, qualquer outra que tenha base tecnológica pode utilizar o espaço.
Basta que esteja instalada na Região Serrana e utilize tecnologia para fabricação de produtos ou
oferta de serviços, ou ainda que utilize tecnologia em seu modelo de gestão", avisa Ana Hofmann.
Pólo atraiu 10 empresas entre 2005 e 2006
O trabalho desenvolvido pelo movimento Petrópolis-Tecnópolis já ganhou o reconhecimento de
empresário da região. Só entre 2005 e 2006 o grupo atraiu para a região 10 empresas do eixo Rio -
São Paulo. Oito delas chegaram em 2005, gerando a abertura de 128 novos postos de trabalho. Nesse
ano mais duas empresas cariocas estão com a mudança pronta e outras de reconhecimento mundial têm
fechado parcerias com as empresas locais para o desenvolvimento de softwares.
"Depois de três anos trabalhando na formação de profissionais para desenvolver software
colaborativo utilizando o método RUP (Rational Unified Process) e investindo na oferta de cursos
profissionalizantes em linguagem de programação com conteúdo programático adequado ao mercado, o
movimento Petrópolis-Tecnópolis vê seus esforços reconhecidos por uma das maiores empresas
mundiais de hardware e software. A Sun Microsystems, considerada mãe da linguagem java, acertou
com um grupo de empresas de desenvolvimento colaborativo da cidade a primeira parceria para
desenvolvimento de soluções java no Brasil", revela.
Apoio à formação de arranjos produtivos
Na tentativa de fomentar o desenvolvimento regional, o movimento Petrópolis-Tecnópolis tem
apoiado a união de empresas de um mesmo setor para a formação de arranjos produtivos. Hoje são
três os arranjos em desenvolvimento: o de software, que conta com mais de 100 empresas da Região
Serrana, e ainda com dois centros de expertise em parceria com gigantes internacionais do mundo
do software a Rational/IBM e a Microsoft; o de biotecnologia, que conta com a participação da
Excellion, especializada em pesquisas na área de medicina regenerativa e terapia celular, e do
Laboratório de Bioinformática; e o de Redes e Telecomunicações.
Este último recebeu os primeiros investimentos em 99 e hoje conta com pelo menos cinco empresas
focadas em tecnologia de ponta na área de projetos e implementação de redes híbridas de
comunicação de dados, voz e imagem. As empresas existentes recrutam 80% de sua mão-de-obra nas
universidades locais, que oferecem cursos de Engenharia de Telecomunicações, elétrica e
eletrônica, além de redes e softwares.
Brasil ganha impulso para o desenvolvimento tecnológico
Allen é um dos principais patrocinadores do Centro de Tecnologia XML de Petrópolis Tecnópolis,
que tem como missão treinar e certificar profissionais brasileiros nas mais avançadas
tecnologias XML e Web Services e incentivar o desenvolvimento de software e integração de
empresas através de soluções inovadoras.
Um projeto que lançou as primeiras sementes ainda em 2000, já colhe os primeiros e bem sucedidos
frutos. O país ganhou o Centro de Tecnologia Petrópolis.Net, que chega com a missão de capacitar
mão-de-obra para o mercado, além de promover a integração entre empresas brasileiras, governo e
consumidores.
Em agosto de 2000 Steve Ballmer, CEO da Microsoft, esteve no Brasil e anunciou o projeto em que
pretendia criar seis núcleos de tecnologia no país. Na época a diretoria da Allen Informática
tomou conhecimento e aderiu ao projeto.
Foi assim que começou a parceria que mais tarde viria a resultar no Petrópolis.Net. O centro
ocupa uma área de 4 mil m_ na cidade, que conta atualmente com mais de 130 empresas de diferentes
setores, além de quatro instituições de ensino superior.
Além de oferecer cursos para a comunidade acadêmica e os profissionais de TI da região, o centro
vai abrigar empresas desenvolvedoras de softwares e linguagens, bem como fornecedores de
suprimentos e provedores de Internet.
Uma das primeiras tecnologias a serem trabalhadas é a .Net, uma plataforma que permite a criação
e utilização de aplicativos, processos e Web sites baseados no padrão XML. A plataforma está
entre as escolhidas porque exige uma quantidade de códigos menor na hora da programação.
Outra vantagem é trabalhar com praticamente todas as linguagens de programação, o que facilita a
integração de soluções. A plataforma viabiliza, por exemplo, serviços como a computação móvel,
com unicação em tempo real e comércio eletrônico.
Na parceria, a Allen investiu R$ 700 mil para montar a parte física do centro. A empresa também
foi responsável pela contratação de profissionais especializados para trabalhar no local. À
Microsoft coube o investimento na capacitação dos instrutores, doação de software, suporte e
transferência de tecnologia.
Depois dos primeiros passos o projeto ganhou fôlego e um total de 14 centros, não mais os seis
iniciais, deverão ser instalados no Distrito Federal e nos estados do Ceará, Minas Gerais,
Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Além do de Petrópolis, já exise um centro instalado em Curitiba, no Paraná. No total, a Microsoft
deverá desembolsar R$ 50 milhões para a criação dos centros de tecnologia no País.
A idéia é sempre trabalhar com empresas parceiras para desenvolver o projeto, a exemplo do que
ocorreu com a Allen Informática. Também foram parceiros no projeto de Petrópolis a Federação das
Indústrias do Rio de Janeiro, o Laboratório Nacional de Computação Científica e a Prefeitura
Municipal.
Poluição de rios
A região de Petrópolis, assim como ocorre com a maioria das cidades brasileiras, sofre as
conseqüências da poluição hídrica. Avalia-se que mais de 20% da população de Petrópolis não tenha
água encanada e que mais de 40% não tenha sistema de coleta de esgoto. Adicionalmente, o esgoto
que é coletado pela rede nem sempre tem como destino final uma estação de tratamento de esgotos,
sendo despejado diretamente nos rios. Soma-se à poluição gerada pelos esgotos domésticos, a
poluição industrial que abrange um universo de cerca de 200 empresas, de portes e potencial
poluidor variados. É relevante colocar, dentro desse contexto, que a cidade de Petrópolis é a
primeira Área de Proteção Ambiental sob jurisdição federal a ser implantada no Brasil e é a que
tem a maior quantidade de pessoas residindo dentro do seu perímetro, superando mais de 270.000
habitantes.
Alia-se aos inúmeros problemas relacionados à poluição dos recursos hídricos, a carência de
levantamentos e de trabalhos de pesquisa e campo sistemáticos com relação ao grau de poluição dos
rios, mananciais e lençóis freáticos. A maior parte dos dados existentes na região foram
levantados e agrupados no relatório que acompanha o Zoneamento Ambiental da Apa-Petrópolis,
apresentado pelo Instituto Ecotema (2002). No entanto, segundo o próprio relatório, é
significativa a carência de dados de qualidade da água para a região.
Na atualidade, o Consórcio Águas do Imperador está investindo num programa de despoluição da
bacia do rio Piabanha. O Programa foi apresentado para a sociedade civil numa audiência pública
com os Ministérios Públicos Federal e Estadual em dezembro passado no Palácio Rio Negro. O
projeto consiste em captar o esgoto do centro da cidade através de uma rede na calha do rio
Palatinato e bombeá-lo até a estação de tratamento de efluentes domésticos (ETE) na Rua Dr. Sá
Earp.
A próxima etapa do programa de despoluição consiste em usar a mesma tecnologia para a captação
dos esgotos na calha do rio Quitandinha. Contudo, mesmo com a rede instalada, muitos moradores
ainda não estão conectados a rede de esgotos do Palatinato, tanto é que o fluxo do rio no trecho
da Rua Visconde de Souza Franco, após a ETE, continua completamente poluído por esgoto doméstico
e industrial. A principio haverá uma diminuição da carga poluidora, mas não a efetiva e esperada
limpeza dos rios.
Poluição do ar
A indústria Cervejaria Petrópolis, de Boituva (100 km de São Paulo), é um exemplo de indústria
que acaba de ampliar sua aposta nas vantagens advindas da utilização do gás natural. Em parceria
com a Gas Natural São Paulo, a Cervejaria implantará o 1º projeto da região e um dos primeiros do
país para conversão de grandes frotas para o GNV (gás natural veicular).
A Cervejaria Petrópolis já utiliza gás natural em seus processos desde 2005 e vem se beneficiando
com redução nos gastos com energia, otimização do processo produtivo e diminuição dos índices de
poluição do ar.
O GNV contribui muito na questão ambiental, uma vez que o gás natural está entre os combustíveis
menos poluentes que existem. As reduzidas emissões de poluentes contribuem para a melhoria da
qualidade do ar e de vida da população e auxiliam para evitar efeitos nocivos à natureza, como a
chuva ácida e o efeito estufa.
Apenas quem tem uma conta no Flogão pode comentar.
1. raymcd 3/10/2007 - 18h32m
/raymcd aquee =D
Lindoo aquee =D
ameii a corr
passa laa?
ps - Add la e seja add tbm =D
See for add avisaa Ok'z ?
Beijos