13/02/09 - 19:14Denunciar

Leonardo é apresentado e diz já estar pronto para jogar

Jogador assina contrato até o fim de novembro e afirma que o projeto apresentado pela diretoria o seduziu

O zagueiro Leonardo, ex-Shakhtar Donetski, da Ucrânia, foi apresentado de forma oficial nesta quinta-feira, no Vasco-Barra. O jogador assinou contrato até o fim de novembro e fica no clube até a última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O jogador afirmou em sua apresentação que está pronto para entrar em campo.

- Eu fiz a pré-temporada com o restante do elenco do Shakhtar e estou pronto para jogar. Decidi atuar no Vasco por causa do projeto que foi apresentado. Todo jogador quer participar de algo desse gênero - contou Leonardo.

Com uma filha recém-nascida em casa, Leonardo optou por jogar mais uma vez no Brasil. No ano passado, o atleta defendeu o São Caetano na disputa da Série B de 2008.

- Passei dois anos fora do Brasil e tenho uma filha pequena em casa (Maria Eduarda). Decidi sair da Ucrânia porque existe uma regra para o número de estrangeiros, e o clube contratou muita gente. Eles decidiram me emprestar - disse o zagueiro.

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Fernando tranquiliza a torcida: 'Só dependemos da gente'

Zagueiro diz que equipe precisa vencer na última rodada para garantir uma vaga nas semifinais da Taça GB. Ele garante a classificação

O zagueiro Fernando, um dos destaques do Vasco no empate em 0 a 0 com o Cabofriense, em São Januário

garantiu que o time vai conquistar uma vaga nas semifinais da Taça Guanabara. Logo na saída do campo após o apito final, o jogador afirmou que o time precisa fazer o dever de casa na última rodada do primeiro turno do Campeonato Carioca.



- Só dependemos da gente. A classificação não aconteceu, mas vai acontecer na próxima rodada, podem ter certeza - disse o zagueiro cruzmaltino.



Na próxima rodada, o Vasco vai encarar o Madureira, no próximo sábado, no Engenhão. Para garantir uma vaga, o time da Colina depende apenas de uma vitória na última rodada para chegar à semifinal.


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Paulo Sérgio e Carlos Alberto reprovam as vaias da torcida

Jogadores afirmam que time fez o possível para vencer o Cabofriense na noite desta quarta-feira, em São Januário

O lateral-direito Paulo Sérgio e o meia Carlos Alberto reprovaram as vaias dos torcedores do Vasco após o empate em 0 a 0 com o Cabofriense, na noite desta quarta-feira, em São Januário

). Os dois jogadores afirmaram que o time ainda está em processo de formação e o momento é de apoiar o elenco cruzmaltino.



Para Carlos Alberto, as vaias vieram de uma minoria presente em São Januário.



- Nem todos vaiaram o time. Ouvi aplausos também. É lógico que a gente queria os três pontos, mas não foi possível. A gente fez o que tinha que fazer - afirmou o capitão do time cruzmaltino.



Paulo Sérgio usou o mesmo discurso de Carlos Alberto. O lateral-direito, porém, foi mais duro em suas palavras do que o capitão cruzmaltino.



- A torcida tem que apoiar e não vaiar o nosso time. O goleiro deles fez duas defesas e evitou a derrota do time deles. São jogos em cima de jogos. Vamos descansar para a próxima partida - disse o lateral-direito.

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Dorival Júnior diz que ansiedade tomou conta dos jogadores após as expulsões

Treinador afirma que, até o momento em que ficou em vantagem numérica, equipe do Vasco vinha fazendo a sua melhor partida na Taça Guanabara

O técnico Dorival Júnior afirmou logo após o empate em 0 a 0 do Vasco com o Cabofriense, na noirte desta quarta-feira, em São Januário

que o time pecou logo que ocorreram as expulsões no adversário. Para o treinador, a equipe não esteve bem quando ficou com 11 jogadores contra nove.

- O que eu vi é que, no momento em que estávamos onze contra o onze, o Vasco predominava, chegava de uma maneira correta. Bolas de fundo cruzadas em condições de uma definição, três bolas na trave. Quando ficamos com dois jogadores a mais, a ansiedade tomou conta do nosso time. E quando isso acontece, tudo dá errado. Todo mundo querendo resolver sozinho. No mais, nos precipitamos em demasia â disse o treinador.
Apesar dos erros do time no segundo tempo, Dorival afirmou que atuação do Vasco na primeira etapa foi uma das melhores da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca.

- Talvez tenha sido o melhor tempo do Vasco em todos os jogos do time neste turno. Depois o time quis definir a partida na base do abafa e ficou complicado. Em termos de criação talvez tenha sido o melhor jogo. A equipe vinha fazendo uma partida com personalidade, respeitando o adversário, marcando bem e saindo nos contra-ataques â afirmou Dorival.

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Dorival Júnior admite time misto na estreia da Copa do Brasil

Disputa das semifinais da Taça Guanabara podem forçar treinador a optar por levar reservas para o confronto em Teresina

O técnico do Vasco, Dorival Júnior, admitiu que pode utilizar um time misto na partida da próxima quarta-feira, contra o Flamengo-PI, em Teresina, pela Copa do Brasil. A opção do treinador pode acontecer devido à semifinal da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca, que pode acontecer no sábado seguinte ao confronto diante do time da região Nordeste.


Caso o Vasco seja o primeiro do Grupo A, a tendência é que jogue na Quarta-feira de Cinzas, uma semana após a desgastante viagem a Teresina. Porém, se for o segundo, o time joga no sábado, dia 21.

- Vou analisar bem essa situação porque o meu interesse é o campeonato regional. Vamos conversar com a diretoria, com o departamento médico, com o pessoal da preparação física para decidir o que faremos â disse Dorival.



A viagem do Vasco para Teresina vai ser desgastante. A delegação sai do Rio de Janeiro na próxima segunda-feira e só retorna à cidade na quinta-feira à noite. Se a semifinal for no sábado, os atletas teriam apenas um dia de repouso e treinamento.

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Elton diz que Jéferson está longe do ideal

Companheiros no Santo André, atacante afirma que meia ainda vai dar muitas alegrias ao time vascaíno

Elton chegou ao Vasco depois do meia Jéferson, seu companheiro no Santo André no ano passado. Bem recebido pelo companheiro, que estava na Colina desde o início da pré-temporada, o atacante avaliou as atuações do amigo desde a sua chegada ao clube carioca.



Para Elton, Jéferson ainda vai dar muitas alegrias aos torcedores. Segundo o atacante, o meia ainda não teve as mesmas atuações dos tempos de Santo André.



- Está longe de ser o Jéferson do Santo André. A gente conversa sempre, e eu digo para ele não se abater porque aos poucos ele vai demonstrar o futebol dele â analisou.


Elton comentou a sua primeira partida como titular. Para o jogador, a dupla com Jéferson ainda vai colher frutos no futuro.



- Jogamos juntos várias partidas no Santo André. Temos um bom entrosamento. Nesse jogo, a gente procurou se adaptar bem, mas a bola não entrou. Vamos melhorar com o passar do tempo.

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NOTICIAS IMPORTANTES :

Coelho acusa Dinamite de nepotismo e vice de futebol de permitir âcaixa doisâ

Ex-dirigente diz que presidente coloca parentes para trabalhar no clube e que José Hamilton Mandarino não repudia ação de conselheiro

O ex-vice-presidente de marketing do Vasco José Henrique Coelho explicou item por item as denúncias que fez em sua carta-denúncia, entregue ao presidente Roberto Dinamite nesta quarta-feira. Em entrevista coletiva, em um condomínio na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, o dirigente acusou o atual vice de futebol, José Hamilton Mandarino, de permitir a criação de um âcaixa doisâ na venda de ingressos. E as acusações não foram poucas.



Na conversa, o dirigente ainda revelou que está preocupado com o cumprimento das obrigações salariais com o elenco e com a comissão técnica durante a temporada. Após pedir desculpas ao técnico Dorival Júnior, o ex-cartola cruzmaltino citou até mesmo os vencimentos do atual comandante, achando os valores exagerados. Ele aproveitou para revelar a atitude do presidente Roberto Dinamite de privilegiar a contratação de parentes para compor o quadro de funcionários. Abaixo, confira os principais pontos da entrevista de José Henrique Coelho.

NEPOTISMO DO PRESIDENTE ROBERTO DINAMITE



"Durante oito anos, a nova diretoria repudiou essa prática realizada pela administração anterior. Aconteceu pela família do ex-presidente (Eurico Miranda) e de outros dirigentes do Vasco. O Brasil repudiou a prática do nepotismo. O Supremo Tribunal Federal repudiou isso nos cargos públicos. Porém, o presidente Roberto Dinamite contratou o seu genro Gerson para a prática de logística do futebol. Os valores não são do meu conhecimento. Mesmo que fossem valores de mercado, denúncias internas dizem que não são. É uma coisa estranha. O atual secretário da presidência é o seu cunhado Leonardo Marins, que veio do seu gabinete da Alerj. E ele tem como assistente no departamento de futebol o Victor (sobrinho de Roberto Dinamite). Ainda tentaram contratar um outro cunhado. Queriam que ele fosse o fotógrafo do Vasco. Na pré-temporada, o Vasco não tinha como mandar toda a sua equipe de assessoria de imprensa, mas esse cunhado foi levado para o Espírito Santo para fazer esse serviço."


SALÁRIOS EXAGERADOS

"Os salários dos funcionários estão atrasados desde dezembro, com uma média de R$ 2 mil, e o secretário foi contratado para ganhar R$ 9 mil. Na época, quando ele trabalhava na Alerj, ganhava metade daquele valor. O (José Hamilton) Mandarino não ponderou na época da contratação. Ele preferiu fazer a política da boa vizinhança, não negou a contratação. Onde estão o compromisso e a transparência com a gestão?"

FRAUDE NO ORÇAMENTO



"Todos os orçamentos da gestão (Eurico) Miranda foram descumpridos. Um deles está no Tribunal de Justiça, por exemplo. Tudo o que o Amadeu (Pinto da Rocha, ex-vice-presidente geral) fazia em seus orçamentos, o Mandarino fez no dele. Em um condomínio, o síndico tem que fazer o orçamento e cumprir aquelas cotas. Ele não pode estourar esses valores. Fui o fornecedor de todos os valores das receitas que foram usados para se elaborar esse orçamento. Tenho como comprovar todos. O que descobriram é que mesmo com as receitas novas, contando com as receitas de licenciamento, ainda assim teríamos um prejuízo de R$ 7 milhões. Qual foi a ordem do vice-presidente financeiro, na época o Mandario? Ele mandou apagar alguns débitos até que se chegasse a um lucro de R$ 6 milhões. O orçamento serviu para enganar o conselho. O responsável por isso é o vice-presidente José 'Eurico' Mandarino. Orçamento foi feito desta maneira por ordem do vice-presidente financeiro."

INGRESSOS



"A venda de ingressos vai ser a segunda maior receita do Vasco em 2009. É a única forma de o torcedor ajudar o Vasco. Eu me dava como exemplo. Toda a minha família, quando decidiu ir aos jogos, pagou ingressos. Se eu fazia isso como exemplo, as outras pessoas achavam graça de pegar de forma gratuita na diretoria. Repudiamos todos os anos a política da antiga diretoria e agora fazemos o mesmo. A cada jogo, o Vasco tem R$ 23 mil de prejuízo por conta da doação de ingressos. Temos um borderô do clássico Vasco e Fluminense, os dois clubes juntos gastaram R$ 46 mil para distribuir ingressos para as organizadas. Isso vai contra qualquer gestão profissional. Hoje, o Vasco disponibiliza 490 ingressos a cada jogo para conselheiros. Além disso, são mais 1.400 para a torcida organizada e para a comunidade."



RENDA DE JOGO NA CASA DE UM CONSELHEIRO



"Um outro conselheiro saiu com ingressos consignados. Ele vendia uma parte de ingressos, e a outra parte ele dava. Chegou o caso em que Agostinho Taveira, com essa atitude comercial, teve que levar uma renda para casa. A federação não pôde vê-lo realizando o borderô, e ele só entregou todos os valores no dia seguinte. O que dizer se os ingressos dados iam parar na mão de cambistas? Inúmeras queixas do procedimento da bilheteria foram recebidas por todo mundo. Mais uma vez, o Mandarino foi omisso."



ATITUDES DO PRESIDENTE EM RELAÇÃO AOS INGRESSOS



"Em um determinado jogo do Brasileirão do ano passado, mandaram fazer ingressos a R$ 5, tudo isso momentos antes da partida. Tudo aconteceu por ordem do presidente."



RESPONSÁVEIS PELO CAIXA DOIS



"O Mandarino, o tesoureiro e o Agostinho Taveira. Eles não ficam com milhões, mas são mil, dois mil ingressos. Não sei por quais valores os ingressos eram vendidos. Ele só prestava conta do que aparecia no clube. Acho que os valores eram entre R$ 1 mil e R$ 10 mil. Alguns dirigentes disseram que é assim mesmo, que as organizadas eram violentas. Eles temeram pelos cargos que foram empossados."



RASGAR CONTRATOS COM O MINISTÉRIO PÚBLICO



"O Ministério Público sempre nos recebeu de portas abertas. O MP assinou com o clube um compromisso de que o Vasco não venderia ingressos de meia-entrada para quem não tivesse esse direito. O próprio deputado Roberto Dinamite, que votou essa lei da meia-entrada, aceitou a tal situação. Fico com vergonha de olhar para o Ministério Público com essa venda de meia-entrada para meia-dúzia de torcedores. Não se tem coragem de se respeitar R$ 25 mil que são do Vasco."



SALÁRIOS ELEVADOS E NÃO-CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES



"O risco financeiro imposto ao clube com os valores das recentes contratações e reformas do plantel do futebol é grande. O clube não tem disponibilidade de caixa para saldar essas dívidas com comissão técnica, jogadores e dirigentes. Uns mais famosos, outros não. Darei um exemplo para ilustrar tudo isso. Peço desculpas ao Dorival, mas a sua contratação é a mais cara da história do Vasco em termos de treinador. O salário de R$ 280 mil mensais por mês, mais um prêmio de R$ 1,2 milhão pela volta do time à Série A. Isso é insuportável, pessimamente negociado. O clube não tem condições de pagar isso. Torço para que isso tudo seja pago. A comissão técnica está custando o dobro do que estava previsto no orçamento."



PERMANÊNCIA ATÉ FEVEREIRO DE 2009



"Tive um problema em novembro do ano passado e cheguei a entregar o cargo. Mas todo mundo merece uma segunda chance. Dei uma segunda chance ao Roberto Dinamite, mas percebi que não dá para permanecer. Estou me sentindo frustrado por tudo isso que acontece. É um momento muito sério, e o nosso deputado vai fazer um teste para presidente."

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Vasco perde seis pontos no TJD por escalar Jéferson de forma irregular

Decisão deixa a equipe sem chances de classificação para a semifinal da Taça GB. Clube, no entanto, entrará com um recurso

O Vasco foi julgado nesta quinta-feira, no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-RJ), e condenado por quatro votos a um com a perda de seis pontos no Campeonato Carioca e uma multa de R$ 5 mil. Desta forma, a equipe vascaína, que tinha 11 na Taça Guanabara, agora tem apenas cinco e cai para a sétima posição do Grupo A, já que o Fluminense venceu o Americano por 2 a 1 e pulou para terceiro. O clube foi punido por escalar irregularmente o jogador Jéferson na primeira rodada, contra o Americano (o time de Campos venceu por 2 a 0, em São Januário). A diretoria entrará com um recurso até segunda-feira, e ele será julgado já na terça para o torneio não ficar paralisado. Caso a punição seja mantida, a equipe não tem mais chance matemática de se classificar para a semifinal. De qualquer forma, a definição sobre os dois times classificados no Grupo A só sairá após o julgamento do recurso, na terça.



O departamento de futebol cruzmaltino disse que só escalou o jogador confiando na palavra do departamento jurídico, que é terceirizado, e porque tinha uma liminar. O procurador, Dr. José Flores, no entanto, afirmou que o clube realmente cometeu uma irregularidade e que o delegado da partida, Marcelo Abrandes, não tem o poder de regularizar um atleta.

- A condição do jogo só foi restabelecida no dia 28 de janeiro. Ele não tinha condição de jogo. Ele não estava no Bira. Tem que respeitar o regulamento. Caso contrário rasga o Bira. O juiz do trabalho re-estabeleceu o vínculo do trabalho entre o atleta e o clube. Mas ele não pode de maneira alguma re-estabelecer a condição de jogo de um atleta. Isso é função da Federação. A condição de jogo só seria estabelecida com a publicação do nome do atleta no Bira - disse.

O Vasco apresentou como testemunha de defesa o delegado do jogo, mas a acusação acabou se saindo melhor, já que perguntou se ele teria poder de inscrever um atleta no Bira. Ele respondeu que não, e disse ainda que não poderia impedir um time de escalar jogadores irregulares. Isto seria função para o departamento jurídico da Federação.

VAMO VASCÃOO NÓS ESTAMOS OCM VC PARA O QUE DER E VIER

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Advogado vascaíno diz que acredita no sucesso do recurso

Luiz Américo afirma estar convicto de que Jéferson foi escalado de forma regular na partida contra o Americano

Após a decisão por quatro votos a um do TJD de punir o Vasco com a perda de seis pontos no Campeonato Carioca e uma multa de R$ 5 mil, o advogado do clube, Dr. Luiz Américo, confirmou que entrará com um pedido de recurso (que será julgado na terça-feira). Ele não adiantou qual será sua estratégia para inverter a decisão, mas disse que segue com a convicção de que o jogador Jéferson foi escalado de forma regular na estréia do clube na Taça Guanabara, contra o Americano (o time de Campos venceu a partida por 2 a 0, em São Januário).

- O recurso será apresentado e continuo firme na nossa tese de que o jogador foi escalado de forma regular. Espero que seja feita justiça aos que de boa fé agem. Não é uma coisa simples como se foi falado pela procuradoria e pelos advogados do outro clube. É polêmico. Mas espero que a justiça seja feita no recurso - afirmou.

- O recurso será apresentado e continuo firme na nossa tese de que o jogador foi escalado de forma regular. Espero que seja feita justiça aos que de boa fé agem. Não é uma coisa simples como se foi falado pela procuradoria e pelos advogados do outro clube. É polêmico. Mas espero que a justiça seja feita no recurso - afirmou.

Perguntado sobre como o torcedor vascaíno poderia se sentir com a decisão e o fato de o clube praticamente classificado agora ficar fora da semifinal da Taça Guanabara, o assessor jurídico do Vasco mostrou-se ainda confiante.

- É difícil para o torcedor entender mudança de pontos fora de campo. Isso só vem a prejudicar o campeonato. O Vasco não se beneficiou em nada e uma terceira parte que questionou tudo (Fluminense). Os pontos têm que ser ganhos dentro de campo. Confio de que vamos ter sucesso no recurso.

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Mandarino ironiza Coelho: ´Esse caso é de polícia ou de psiquiatraâ

Vice de futebol rebate acusações do ex-vice de marketing e conta âdevaneiosâ do dirigente em seus quase oito meses na atual diretoria

O vice-presidente de futebol do Vasco, José Hamilton Mandarino, foi quem mais se sentiu incomodado com as acusações feitas pelo ex-vice de marketing José Henrique Coelho. Visivelmente irritado com a atitude do ex-companheiro de diretoria, ele apontou várias situações que passou na convivência com o seu atual desafeto.

Enquanto o presidente Roberto Dinamite apenas observava, Mandarino enumerou todas as acusações de Coelho e respondeu a cada uma delas. Para o dirigente, o ex-vice de marketing precisa ser preso ou consultar um psiquiatra. Abaixo, a íntegra das respostas.

ACUSAÇÕES DE JOSÉ HENRIQUE COELHO

A atitude dessa criatura em uma sociedade democrática é completamente intolerável. É preciso respeitar os contrários. Na atual gestão do Vasco, nós temos o convívio com diversas pessoas pelo sentimento de amor ao Vasco. A gente era mais tolerante com uns, mais generosos. Todos aceitávamos uma ou outra situação.

RELACIONAMENTO ARRANHADO

Algumas coisas me soaram de forma estranha no José Henrique Coelho. Ele me disse em certa ocasião: âagora que detonamos o fulano, vamos acabar com o cicranoâ. Mas o nosso sentimento não era de ódio, e sim de recuperar o clube. Posteriormente, ele despejou várias declarações ferinas sobre o nosso vice-presidente de futebol, o Neca. Fez vários ataques sobre ele. Eu pensei comigo: se hoje é o Neca, amanhã pode ser comigo ou com outra pessoas da diretoria.

CAMPANHA DE SÓCIO-TORCEDOR


Fizemos sugestões elementares para a campanha de sócio-torcedor, mas ele nunca aceitava, dizendo que ia fazer uma coisa pioneira no clube. Tínhamos exemplos dos clubes do Sul, levei uma proposta semelhante, mas ele não quis. Passamos o vexame de anunciar uma campanha para atrair sócios, que nunca saiu do papel. Jogamos no lixo um sentimento aflorado que o torcedor tinha para participar do clube. Um clube com o Vasco não pode ter 800 sócios. É preciso ter 80 mil, 90 mil.

RACHA DECISIVO COM COELHO

Passei por duas situações que foram decisivas. O Coelho queria eliminar as torcidas organizadas do Vasco. Ele veio com uma história de que esse era o modelo utilizado na Inglaterra, que os hooligans não tinha mais chance nos estádios. Eu disse a ele que o futebol na Inglaterra era diferente, que as pessoas com um menor poder aquisitivo não apareciam nos estádios, mas acompanhavam os jogos pela televisão. Disse para ele não contar comigo para essa idéia. Falei que entre ele e a torcida, eu preferia muito mais os torcedores, que tem a legitimidade de estar no estádio. A última situação foi uma proposta que ele fez de ser superintendente geral e remunerado do clube. Eu não roubo, eu não vou deixar ninguém roubar o Vasco. Ali se alia incompetência com sede de poder.

FRAUDE NO ORÇAMENTO

Acho que foi um mau uso da palavra. Essa história de apagar os débitos para ter mais receitas, você aprende no primeiro ano da faculdade de economia. Você corte despesas necessárias e as receitas acabam superando tudo isso. Que fraude é essa? Fraude é quando você subtrai algo de alguém. Haviam despesas que julgávamos desnecessárias e fizemos alguns cortes. Como acontece em qualquer empresa.

DISTRIBUIÇÃO DE INGRESSOS

O que existe é uma condição de favorecimento às organizadas para comprarem ingressos a um preço reduzido, normalmente a metade do preço normal. O número de ingressos é delimitado, cerca de 500 a mil ingressos. O cambista é uma instituição mundial. Nós temos que nos preocupar com a nossa torcida. O Andrés Sanches, presidente do Corinthians, um dos dirigentes mais lúcidos do futebol brasileiro, me disse certa vez que a gente precisa travar uma relação de união com a nossa torcida. Vamos dar as mãos às organizadas, mas falar de prejuízo de R$ 50 mil é delírio.

SALÁRIOS ALTOS DO ELENCO CRUZMALTINO E DO TREINADOR

Qual foi o balizamento que fizemos para montar o time de futebol de 2009? Pegamos como referência o time montado em 2008. Não se mede o valor de uma equipe. Vale 50, 20, um milhão? Estamos um pouco acima dessa referência do que o ano anterior. Porém, o time desse ano é muito acima do anterior. Em relação ao técnico e ao diretor executivo, queríamos nomes de ponta para trabalhar no Vasco. O primeiro movimento foi contratar um treinador de ponta, e ninguém consegue um treinador de nível por um preço baixo. Ele é caro, mas teve 90% da aceitação dos torcedores. Ele não está ganhando mais do que outros treinadores de ponta do futebol brasileiro. Não fizemos nada fora dos parâmetros. Se não tivermos ousadia, é melhor ficar em casa fazendo tricô. Trouxemos um dirigente do Sul que tem muita qualidade e atingiu o sucesso no Grêmio.



CAIXA DOIS

Estamos fazendo uma força enorme para ter um caixa um. Como o clube vai ter um caixa dois? Estamos lutando com muita força para conseguirmos esse caixa um. Temos obrigações em atraso, sim, mas falar em caixa dois é falar em algo inexistente.

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Dinamite nega nepotismo, mas confirma emprego de sobrinho no clube

Presidente afirma que Victor trabalha nas categorias de base, auxiliando o trabalho do supervisor Humberto Rocha

Ao lado de alguns de seus correligionários, o presidente Roberto Dinamite tentou dar alguns esclarecimentos sobre as acusações feitas pelo vice de marketing do Vasco, José Henrique Coelho, nesta quinta-feira à noite. O principal incômodo do mandatário ocorreu ao ser questionado sobre o fato de ter alguns parentes trabalhando no clube, entre eles um sobrinho, funcionário das categorias de base.

- O Victor realmente trabalha nas divisões de base do clube. Ele trabalha ao lado do Humberto, que tem um grande conhecimento sobre o assunto. Mas eu sempre digo para todo mundo: é preciso fazer um trabalho bem feito porque outras pessoas estão querendo o seu lugar. A única coisa que eu peço é honestidade â afirmou o dirigente, que preferiu não entrar no mérito das acusações de Coelho ou criticar o ex-dirigente.

Por outro lado, Luso Soares da Costa, vice-geral, e José Hamilton Mandarino, vice de futebol, defenderam o presidente. Os dois afirmaram que não existe um benefício aos parentes de Dinamite. Para eles, a contratação de Leonardo Marins como secretário da presidência é uma situação normal.

- Não existe nepotismo nesse clube. Garanto que não existe nada disso por parte de nenhum de nós. O fato do presidente ter um cunhado como secretário é que precisa de alguém de sua confiança. A pessoa que disse isso não sabe o que é nepotismo â afirmou Mandarino.

Após as palavras de seu vice de futebol, Dinamite defendeu a contratação de Leonardo, que segundo as acusações de Coelho deixou a Alerj para dobrar o seu salário no Vasco.

- De todos os funcionários do Vasco, ele é o que cumpre a maior carga horário. Se eu chego no clube pela manhã e saio às 22h, ele é o primeiro a chegar e o último a sair. Ele é a pessoa que cuida das minhas coisas junto aos outros vice-presidentes.


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Dinamite não entra em polêmica com Coelho: 'Deixo nas mãos de Deus'

Presidente prefere enaltecer o seu estilo de comandar o clube em vez de criticar as atitudes do ex-vice de marketing do clube

Enquanto o vice de futebol do Vasco, José Hamilton Mandarino, não poupou críticas a José Henrique Coelho, que deixou a diretoria do clube fazendo várias acusações, o presidente Roberto Dinamite preferiu não entrar em polêmica. O discurso do mandatário foi tranquilo e sem agressões verbais ao seu ex-correligionário.



Curiosamente, ao comentar todas as acusações, Dinamite preferiu pedir ajuda aos céus em vez de criticar a atitude de Coelho.



- O que José Henrique Coelho falou deixo nas mãos de Deus. Estamos trabalhando pelo Vasco e não permitiremos que arranhem a imagem do clube. O futuro dirá quem está certo â afirmou o presidente cruzmaltino.



A partir daí, Dinamite preferiu falar do seu estilo na presidência do Vasco. O dirigente afirmou que o seu gabinete está aberto para todos funcionários e que o clube voltou a ser democrático desde a sua entrada na presidência.

- A minha marca é saber receber as pessoas. O que eu quero aqui é uma relação de respeito. Não tenho qualquer finalidade e qualquer intenção aqui no Vasco. Todos que estão aqui comigo não ganham nada â disse Dinamite.



Para finalizar, o presidente vascaíno afirmou quais são os seus dois objetivos como principal drigente do clube:



- Quero regularizar a situação financeira e administrativa do clube para pagar todos os nossos funcionários em dia. E tenho a intenção que o Vasco tenha o seu centro de treinamento. Não sei se vai ser na Barra, em Duque de Caxias, mas a ideia principal é essa.


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Executivo do futebol admite que briga política pode afetar o time vascaíno

Rodrigo Caetano diz que equipe está tentando encontrar um caminho, mas que tais notícias não trazem benefício aos atletas

O executivo do futebol do Vasco, Rodrigo Caetano, admitiu que a crise política que tomou conta do clube na última quarta-feira pode afetar o grupo dentro de campo. Para o dirigente, por mais que ele tente desviar o foco, os atletas acabam tomando conhecimento dos problemas internos que acontecem na cúpula cruzmaltina.

- Claro que isso afeta o futebol. A equipe está tentando tomar um rumo na temporada e essas coisas não trazem nenhum benefício ao elenco â afirmou o dirigente.



Ao comentar a possibilidade dos salários do Vasco atrasarem, principalmente em virtude da declaração dada pelo ex-vice de marketing José Henrique Coelho, Rodrigo Caetano preferiu não entrar no mérito da questão e comentou os números que foram passados logo que chegou a São Januário.



- Não temos o fato consumado de atraso nos salários. Em tese, todos os clubes do futebol brasileiro pagam no dia 20 de cada mês. Ainda não tivemos esse exercício vencido. Mas com o orçamento que me foi passado, o Vasco tem condição de arcar com todos os seus custos â explicou Rodrigo Caetano.



Apenas os jogadores que permaneceram no elenco de 2008 para 2009 é que estão com alguns vencimentos atrasados. Atletas com o goleiro Tiago, o lateral-esquerdo Edu, os zagueiros Vilson e Fernando, e os volantes Mateus, Souza e Bruno Gallo ainda não receberam o valor referente ao período das férias.



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Executivo do futebol do Vasco elogia: âDorival é um técnico de pontaâ

Dirigente diz que valores salariais do treinador não deveriam ser tratados por ex-dirigentes de forma pejorativa

O executivo do futebol do Vasco, Rodrigo Caetano, elogiou o potencial do técnico Dorival Júnior. Sem entender a atitude do ex-vice de marketing José Henrique Coelho, que expôs os valores acordados entre o comandante cruzmaltino e a diretoria, ele afirmou que tal situação deveria ser vista pelo lado bom, e não como uma coisa ruim para o clube.



- O Dorival é um técnico de ponta, e o fato dele estar no clube deveria ser algo positivo. Não acho que isso deva ser abordado em tom pejorativo â afirmou Rodrigo Caetano.


Na última quinta-feira, José Henrique Coelho fez um alerta afirmando que o clube não teria condições de pagar os salários dos atletas, da comissão técnica e dos dirigentes remunerados durante a temporada 2009. Na conversa, o ex-vice de Marketing revelou ainda os valores pagos a Dorival Júnior. Segundo ele, o comandante recebe R$ 280 mil mensais, mais uma premiação no valor de R$ 1,2 milhão caso consiga recolocar o Vasco na Série A do Campeonato Brasileiro.



Dorival ainda não conversou com a imprensa após a divulgação de seus vencimentos. O treinador vai conceder uma coletiva nesta quinta-feira, no Vasco-Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

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Tabela da Série B é divulgada. Vasco estreia contra o Brasiliense

Competição começa no dia 8 de maio e vai até o fim de novembro

A CBF divulgou na manhã desta sexta-feira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro. A competição começa no dia 8 de maio, sábado, seis dias após o fim de boa parte dos Campeonatos Estaduais. A última rodada está prevista para o dia 27 de novembro. A fórmula da competição não foi alterada. Os quatro primeiros colocados sobem para a Série A e os quatro últimos serão rebaixados.



O Vasco estreia contra o Brasiliense, em local a ser definido. O clube perdeu o mando de uma partida por conta de incidentes ocorridos no jogo contra o Vitória, dia 7 de dezembro, que definiu o rebaixamento para a Série B. A primeira rodada também terá um duelo entre dois dos times rebaixados na Série A 2008: Figueirense x Ipatinga, em Florianópolis.



Confira os jogos da primeira rodada:



Ponte Preta x ABC

Bragantino x São Caetano

Campinense x Duque de Caxias

América/RN x Atlético/GO

Bahia x Paraná

Vasco x Brasiliense

Juventude x Ceará

Figueirense x Ipatinga

Vila Nova/GO x Portuguesa

Fortaleza x Guarani



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Bate-papo antes do treino serve para levantar astral do grupo

Executivo do futebol do clube, Rodrigo Caetano diz que elenco sentiu a perda dos pontos e a possibilidade de ficar fora da Taça GB

Antes do treinamento desta sexta-feira, no Vasco-Barra, Zona Oeste do Rio de Janeiro, o técnico Dorival Júnior e o executivo do futebol Rodrigo Caetano tiveram uma conversa com o elenco cruzmaltino. A ideia era levantar o astral dos jogadores, que sentiram a perda dos pontos no julgamento realizado no Tribunal de Justiça Desportiva.

O Vasco era o líder do Grupo A da Taça Guanabara com 11 pontos e precisava apenas de um empate para chegar às semifinais da competição. Com a perda, o time passou a somar apenas 5, ocupando a penúltima colocação em sua chave.

- Conversamos com os jogadores para levantar o astral. Explicamos o que aconteceu para o elenco. Precisamos vencer o jogo de domingo de qualquer jeito. O futebol do Vasco está tomando um rumo e acabou acontecendo isso â afirmou Rodrigo Caetano.

Mesmo mantendo o bom ambiente no grupo, jogadores como o lateral-esquerdo Ramon e o meia Carlos Alberto brincaram com um dos supervisores. O capitão do time, inclusive, pediu os pontos de volta na coletiva que concedeu nesta sexta-feira.

- Queremos os nossos pontos de volta. Eles foram conquistados no campo, de forma justa. Confiamos na diretoria e o nosso foco no jogo contra o Madureira continua. Vamos fazer a nossa parte, e a diretoria vai fazer a dela. Nós jogadores vamos fazer o que é possível. Tenho confiança de que a diretoria vai resolver todo esse problema - indagou o capitão do time.

Na próxima terça-feira, a situação do Vasco vai ser julgada no pleno do TJD

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Carlos Alberto: 'Não tirei os pontos da tabelinha que tem lá em casa'

Meia diz que elenco confia na competência da diretoria para recuperar a pontuação perdida na Taça Guanabara

O meia Carlos Alberto representou o elenco do Vasco perante à imprensa para comentar a perda dos seis pontos da equipe no julgamento realizado na última quinta-feira, no Tribunal de Justiça Desportiva. Para o jogador, a conversa com o técnico Dorival Júnior e com o executivo do futebol Rodrigo Caetano serviu para tranqüilizar o grupo para o confronto de domingo, contra o Madureira, no Engenhão.

Mesmo com o time somando apenas cinco pontos na tabela de classificação, Carlos Alberto afirma que em sua casa o Vasco ainda é o líder do Grupo A.

- Estou com a minha tabelinha lá em casa e não tirei os seis pontos. Tenho certeza que isso não vai acontecer. Estamos há um mês juntos e ninguém deu nada para o Vasco. Tudo foi feito em base com o que foi garantido. As medidas vão ser tomadas e vai dar tudo certo â analisou o meia cruzmaltino.



O meia afirmou que o time já deu a volta por cima após o papo com os dirigentes. Para o jogador, o grupo precisa entrar em campo no domingo e fazer o seu papel.

- Já demos um biquinho na pedra para o lado. Vamos ter que lutar contra coisas assim e não podemos perder a esperança. Se cair no pessimismo, nada acontece. Temos que jogar bem e ganhar, tudo fica mais fácil para você esperar uma notícia. Se você não vai bem, a espera pela notícia fica mais difícil. Seria injusto por tudo o que o time fez no campeonato â afirmou o meia.


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Dorival sobre declaração de Coelho: 'Foi uma situação infeliz'

Treinador se questiona se ex-vice de marketing realmente é torcedor do Vasco. Comandante prefere não entrar em polêmica

O técnico Dorival Júnior admitiu nesta sexta-feira, no Vasco-Barra, Zona Oeste do Rio de Janeiro, que se sentiu desrespeitado pela atitude tomada pelo ex-vice de marketing José Henrique Coelho, que divulgou à imprensa o valor do salário do treinador (R$ 280 mil mensais) e a premiação caso o time retorne à Série A em 2010 (R$ 1,2 milhão). Para o comandante cruzmaltino, a atitude do ex-dirigente foi infeliz.

Na conversa com a imprensa, o treinador preferiu falar do trabalho que está sendo realizado a responder às acusações de Coelho.

GLOBOESPORTE.: O que você achou das declarações do ex-dirigente do Vasco? Como você vê essa atitude de revelar os seus vencimentos?

DORIVAL JÚNIOR: Não vou discutir. O meu trabalho está sendo executado com os atletas e com a diretoria. Não compete abrir discussão nenhuma. Tudo que caminha dentro do futebol, a responsabilidade é minha e eu respondo por isso. É uma condição que não importa. O que importa é o resultado dentro de campo. Vamos fazer o possível para levar o Vasco à Série A do Brasileirão e vamos lutar pela Copa do Brasil e por uma vaga nas finais do Carioca. Foi uma situação infeliz.

E essas declarações atrapalham o grupo de alguma maneira?

Sempre que você tem uma matéria que fuja do nosso dia-a-dia, acho que é natural que você fique em exposição. Você precisa saber mudar esse quadro. Não vai ser um fato como esse que vai tirar a tranquilidade do trabalho que está sendo realizado. Você não pode fugir do dia-a-dia nosso. Temos que mostrar que os fatos políticos precisam ser administrados da melhor maneira pela diretoria. Os jogadores sabem como vai ser importante esse trabalho para o jogo de domingo (contra o Madureira) e estão concentrados.

Você se sentiu desrespeitado pelo ex-dirigente?

Individualmente, sim. Mas é uma coisa pessoal e não vai interferir no meu trabalho. A exposição nesse país é grande e a maneira como as pessoas recebem a notícia, você nunca sabe. É um fato que não tem motivo para se tornar público. O mais importante é o Vasco e a recuperação do time na temporada. Os que forem verdadeiramente vascaínos que compareçam e nos prestigiem.

E o seu trabalho vai mudar por causa disso?

O torcedor sabe que vai poder confiar novamente em uma equipe. Para quem torcer a nosso favor, eu garanto que vai ser um ano de alegrias, e uma temporada muito tranquila. É desta maneira que estamos tentando encaminhar o trabalho do Vasco em 2009.

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Dorival avisa: 'O Vasco vai buscar a vaga no campo, não no tapete'

Treinador manda indireta ao Flu e diz que equipe vai entrar em campo como se estivesse com 11 pontos na tabela de classificação

O técnico Dorival Júnior não falou diretamente para o Fluminense, mas para bom entendedor, meia palavra basta. Na coletiva desta sexta-feira, após o treinamento no Vasco-Barra, o treinador afirmou que o time vai buscar a classificação dentro das quatro linhas. Para que isso ocorra, a equipe precisa vencer o Madureira, no próximo domingo, no Engenhão, e torcer para recuperar os pontos perdidos no julgamento do pleno do Tribunal de Justiça Desportiva, na terça-feira.

- O Vasco vai buscar a classificação em campo, não no tapete. Não há porque nos precipitarmos. Em um primeiro momento preocupa, mas depois de todas as explicações, a gente fica mais tranquilo. O clube está alicerçado e vai conseguir recuperar os pontos â analisou Dorival.

No bate-papo que teve com o elenco antes do treinamento, Dorival avisou que espera ver a equipe contra o Madureira como se nada tivesse acontecido. Para ele, o Vasco ainda está com 11 pontos no Grupo A da Taça Guanabara, primeiro turno do Estadual.

- O Vasco não perdeu seis pontos. O Vasco ainda tem 11 pontos no campeonato. O bom senso vai prevalecer, e o Vasco vai se classificar. Vamos vencer no domingo e conseguir o nosso objetivo. Não vai ser uma colocação como essa que vai nos tirar a calma.

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Atuação do último jogo é aprovada por Dorival e Carlos Alberto

Treinador e meia elogiam postura do time no empate sem gols com o Cabofriense. Para eles, postura vai melhorar ainda mais

O técnico Dorival Júnior e o meia Carlos elogiaram a atuação do Vasco no empate em 0 a 0 com o Cabofriense, na última quarta-feira, em São Januário. Para os dois, a partida marcou a melhor participação da equipe na Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca.

Na opinião de Dorival Júnior, a equipe vai trabalhar para melhorar o seu rendimento quando tiver uma vantagem numérica dentro da partida.

- Cada partida tem uma história, mas aquela partida mostra as correções que devem ser feitas. A equipe está evoluindo. Foi a nossa melhor partida, mas nós perdemos em um detalhe: não conseguimos marcar um gol mesmo com a vantagem de dois jogadores â afirmou o treinador vascaíno.

Carlos Alberto tem o mesmo pensamento do treinador. Porém, o jogador afirmou que uma vitória na quarta-feira daria ao grupo mais elogios do que críticas.

- Foi a nossa melhor partida, mas o gol não saiu. Se a gente tivesse vencido, hoje ninguém estaria criticando o time, mas sim elogiando â disse o meia.

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Dorival diz que confia no trabalho da diretoria cruzmaltina

Treinador afirma que não acredita em atraso salarial e que 90% dos clubes do futebol brasileiro não estão em dia

O técnico Dorival Júnior afirmou nesta sexta-feira que confia no trabalho que está sendo realizado pela diretoria cruzmaltina. Para o treinador, o presidente Roberto Dinamite vai conseguir cumprir todas as suas obrigações com o elenco e a comissão técnica.

- Em momento nenhum se pensou no atraso salarial. Em 90% dos clubes brasileiros, o problemas é o mesmo que o Vasco passa. Mas acredito na diretoria, e os jogadores não vão ter problemas para receber os seus vencimentos. Os jogadores vieram com boa vontade e não vão ter problema nenhum aqui â afirmou Dorival.

No início da semana, a diretoria acertou o pagamento referente ao mês de dezembro e ao 13º dos atletas que permaneceram no clube de 2008 para 2009. Agora, o goleiro Tiago, o lateral-esquerdo Edu Pina, os zagueiros Vilson e Fernando, e os volantes Souza, Mateus e Bruno Gallo só não receberam os valores correspondentes ao período de férias.

EM I NSTANTES MAIS NOTICIAS SOBRE ESSA CONFUSÃO QUE ESTÁ ACONTECENDO NEM SÃO JANUARIO

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