16/01/05 - 16h:38mDenunciar

Workshop On Line



Veja a seguir mais uma parte do Workshop On Line de Kiko Loureiro:



Amplificadores - Parte III



Continuando o nosso assunto de amplificadores, havia tinha ficado de terminar de falar sobre as regulagens de equalização. Faltou comentar sobre os controles que mexem nas freqüências agudas, devidamente, o treble e a presença. O treble, que é o controle da faixa de freqüência aguda, é um ajuste muito importante, pois muitas vezes o bom equilíbrio dela vai dar vida à guitarra com o cuidado de não deixar estridente e “alfinetando” o ouvido. Cada amplificador tem uma faixa de atuação diferente, alguns tem os agudos feios, que chamados de “abelhas”, são os que dão uma sonoridade besouro para a guitarra com um “bzz” irritante.Com amplificadores, sempre temos que evitar o agudo, deixando no 2 ou 3, e compensando no médio (o qual muitas vezes dá um certo brilho ao som) e compensando na presença. Aliás, o controle de presença (presense), mexe na faixa de agudos do amplificador e não do pré-amplificador. Assim sendo, devemos achar qual dois controles puxam um brilho mais bonito sem deixar o som abelha ou muito estridente. Estou falando isso mais no caso de som com distorção, seja para base ou solo. No caso do som limpo a história é outra. Muitas vezes é bem legal ter o som bem agudo e usar o captador do braço da guitarra, assim consegue-se um som “macio” com graves, mas também com brilho. Se for usar o captador da ponte daí deve se controlar melhor os agudos. Se o caso for de se aproximar de um som mais jazzístico os agudos e presença podem ser cortados quase no total. Vale sempre lembrar que no som limpo a escolha do captador influi muito e o tipo de guitarra também. Uma semi-acústica soará sempre diferente de uma strato de single ou uma guitarra com humbuckings. Falando um pouco de caixas, para quem quer ter um som mais encorpado e pesado, não há outro jeito e não ser usar caixa de 4 auto-falantes de 12 polegadas (4x12). O problema é o preço e quem vai carregar... Os graves sempre vão projetar mais, dando mais corpo à guitarra , seja com distorção ou não. Para solos a influência já é menor, pois é viável gravar com mesmo resultado um solo em uma caixa de 4x14 ou 1x12. Resumindo nosso assunto, temos como um amplificador mais ideal para rock o sistema cabeça 100% valvulada e caixa 4x12. Mas é claro que por custo e tamanho, um bom esquema são os combos de 2x12 valvulados, ou se não, híbridos. Quanto às marcas dos amplificadores, todos nós já sabemos as famosas e que tem boa qualidade. Vale alertar que alguns amplis são menos versáteis que outros e que alguns são feitos bem especificamente para alguns propósitos ou estilos. Na realidade existem vários amplificadores ótimos, mas às vezes a distorção da válvula é boa, mas o limpo não é cristalino, ou vice-versa... Acho que falei bastante sobre amplificadores. Se tiverem alguma dúvida podem ir mandando, assim eu posso ter noção quais assuntos são mais importantes para vocês.



Kiko Loureiro

Comentários (3)

fairysharon
1. fairysharon 16/01/05 16:54

...Hello...
Haaaaa ki lindu u kikoooo
hum Amo esta banda e não me canso d escrever iso ake hehehe
th mais
Beijão
*Sharon*
PS: dei uma sumida, num tava entrandu na net

psycoticas
2. psycoticas 16/01/05 17:49

massa esses workshops ai!!!
Curto pakas o angra....
mas num sou mto informada deles n.. intao nem repara eu ser total por
fora!!!
Putzzz... mui legal teu flog
Bjus...
:D

metalworm
3. metalworm 16/01/05 20:26

Altas dicas malucu,isclarecimentu perdi...mtu massa a matéria.
Grandi abraçu. \../(oO)\../

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