21/11/04 - 19h:00mDenunciar

Meu filho Caçula, Otávio e Eu ... ( Outubro de 2004)







É uma avó que conta que certo dia sua filha lhe telefonou do pronto-socorro. Sua neta, Ellen, de apenas seis anos, tinha caído de um brinquedo no pátio da escola e havia ferido gravemente a boca.



A avó foi buscar as irmãs de Ellen na escola e passou uma tarde agitada e muito tensa, cuidando das crianças, enquanto aguardava que a filha retornasse com a menina machucada.



Quando finalmente chegaram, as irmãs menores de Ellen correram para os braços da mãe. A menina entrou silenciosa na casa e foi se sentar na grande poltrona da sala de estar. O médico havia suturado sua boca com oito pontos internos e seis externos.



O rosto estava inchado, a fisionomia modificada e os fios dos cabelos compridos estavam grudados com sangue seco. A garotinha parecia frágil e desamparada. A avó se aproximou dela com o máximo cuidado. Conhecia a neta, sempre tímida e reservada.



- "Você deseja alguma coisa, querida?", perguntou.



Os olhos da menina fitaram a avó firmemente e ela respondeu:



- "quero um abraço”.



Nos assemelhamos com a garotinha machucada, muitas vezes queremos apenas que alguém nos dê um forte abraço. Quando o coração está dilacerado pela injustiça, quando a alma está cheia de curativos para disfarçar as lesões afetivas, gostaríamos que alguém nos confortasse. Jesus é o único que pode curar todas as nossas feridas mais profundas, Ele permanece de coração aberto, vamos nos render em seus braços.





Autor Desconhecido

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