22/07/06 - 20h:46mDenunciar

Nua, mas para o amor não cabe o pejo. Na minha a sua boca eu comprimia e, em frêmitos carnais, ela dizia:



- Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!



Na inconsciência bruta do meu desejo fremente, a minha boca obedecia. Os seus seios, tão rígidos, mordia, fazendo-a arrepiar em doce arpejo.

Em suspiros de gozos infinitos disse-me ela, ainda quase em grito:



- Mais abaixo, meu bem!



Num frenesi, no seu ventre pousei a minha boca.



- Mais abaixo, meu bem! Disse ela, louca.



Moralistas, perdoai! Obedeci...





(Olavo Bilac)



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