28/10/06 - 11h:05mDenunciar

Se o dia, todo dia, é uma vida nova, então nos recriamos a cada vinte e quatro horas.

Assim sendo, é mister que cultivemos nossos ritos, para as transições do nascer e morrer.



O Sol, vejamos, ele brilha, e arde na pele, desde que coabitamos o universo.

Suas aparições diárias constituem uma celebração, ainda que cotidiana, da natureza-mãe.



Percebido dessa maneira FICA mais bonito, não? Nós - filhos dela, irmãos entre nós, ou o que mais queiramos nos chamar, intimamente sabemos e estamos prontos.



A surpresa, por mais que nos surpreenda, é aguardada, como possibilidade do acontecer. Fechamos ciclos, mas abrimos outros.

As solenidades não param por aí.



À alcova da alegria vem se sobrepor a cova rasa da tristeza, até reencarnamos numa nova (nem tão nova) emoção.

Transigimos com nossa biografia, incerta, mas a respeito da qual podemos supor cada uma das sensações.



Experimentaremos.

Frio, dor, insípido, lubricidade.

Nossos avós fizeram o mesmo.

É o que basta para sairmos em busca de contextos que justifiquem o sentir.





Desconheço Autoria







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Essa nova cor eu clonei da minha amiga Roby.

Doce Roby ... seja bem vinda ao flogão e tenho certeza, aqui você fará grandes amizades.

Obrigada por me passar os números!



Beijos e Queijos ... Mineirim.rs



Bebeth





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