16/11/06 - 15h:42mDenunciar

SEGURANDO UM AO OUTRO











A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um

jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado

grave, disse-lhe em voz alta:



seu filho está aqui.







Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os

outra vez.







O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama.







Por toda a noite, ficou sentado ali,



segurando a mão e sussurrando palavras



de conforto ao velho homem.







Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo.





Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo.







Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para

desligar as máquinas e remover as agulhas.







A enfermeira aproximou-se do jovem



e começou a lhe dizer palavras de conforto,



mas ele a interrompeu com uma pergunta:



quem era esse homem?







Assustada, a enfermeira respondeu:



eu achei que fosse seu pai!







Não. Não era meu pai, falou o jovem.



Eu nunca o havia visto antes.







Então, porque você não falou nada quando o anunciei para ele?







Eu percebi que ele precisava do filho



e o filho não estava aqui.



E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu

filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado.



Senti que ele precisava de mim.







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