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Restauração da PR 281 está na fase final

por beratabus em 17/09/06 - 00h:06m

"Trecho era considerado um dos piores do Estado"

Até a próxima semana deverá estar pronta a restauração da pista da PR 281, entre São João e São Jorge D´Oeste, mas a entrega da obra pela empreiteira CBEMI acontecerá na primeira quinzena de outubro. Faltam concluir três quilômetros de asfalto em dois trechos da rodovia, que antes era considerada uma das piores do Estado.
As máquinas e caminhões estão trabalhando já próximo do trevo de acesso a São Jorge D´Oeste e na Linha Taquaruçu, a 19 quilômetros da cidade de São João, onde a pista e os acostamentos estão sendo refeitos. Após a conclusão da restauração do trecho de 30 quilômetros da PR 281, serão realizados os serviços complementares, os abrigos de ônibus e a pintura das faixas.
Funcionários do DER e da CBEMI já estão fazendo a pré-marcação da pintura das faixas da rodovia, para proporcionar maior segurança aos motoristas.

Ajuda do tempo
Octaviano Casali, engenheiro civil e da CBEMI e responsável pela obra, diz que o tempo colaborou para a execução dos serviços e o prazo de cinco meses do contrato será cumprido normalmente. A espessura do asfalto é de quatro centímetros e segundo Octaviano em alguns locais a espessura é ainda maior. Durante a realização dos trabalhos o tráfego de veículos na rodovia não foi interrompido.
Octaviano Casali informa que 62 funcionários estão trabalhando na recuperação da rodovia. Há operadores de máquinas, motoristas de caminhão e operários. Destes 62 empregados, 49 são da CBEMI. Cerca de 70% do pessoal contratado reside em São João. A obra é custeada pelo DER (Departamento Estadual de Estradas de Rodagens), cujos funcionários realizam vistorias e supervisão das obras diariamente. A empresa deve desativar em novembro seu escritório e parque de máquinas localizados em São João.

Muitos acidentes
A agricultora Armelinda Rogovski, da Linha Taquaruçu, que reside nas margens da PR 281, está contente com as reformas na rodovia. “To feliz, porque tava feio este asfalto, tava cheio de buraco; tinha bastante problemas, dava bastante acidente com o pessoal que vinha de fora e não tinha placas”, relata.
Armelinda diz que os motoristas de caminhão das empresas não queriam mais fazer duas viagens para levar produtos até as propriedades ou outras cidades passando pelo trecho. As empresas de materiais de construção, de insumos e sementes estavam cobrando valores maiores pela entrega de produtos nas propriedades dos produtores rurais. “Eles justificavam que não tinha condições de andar por esta estrada”, conta.

Pedágio eletrônico começa a operar no Estado
Sistema já é utilizado nas praças atendidas pelo Univias e deve ser implantado pela Santa Cruz Rodovias até o fim do ano. Usuários terão que pagar por isso.

Fonte: Jornal de Beltrão

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