26/10/05 - 03h:24mDenunciar

*Ama-se para roubar do outro a parte que nos falta!!!*TE AMO

Mik e Eu em Balneário =)

Roubei essa foto e varias outras do album dela no msn...Saudade dela e do Dudu loco de querido...aquela figuraaaa!

Tô com pressa não deu pra escrever um texto então vai ai um da Martha Medeiros... Que é o que háááááá!!!!

[Para que tudo dê certo em sua vida, é

necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que

parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.

Tire de seu caminho

tudo aquilo que faz seu coração arder.]







AS MORTES EM VIDA

Lembro quando morreu a atriz Daniela Perez. Em uma entrevista logo após o crime, sua mãe, Glória Perez, falava que a filha ainda estava muito presente nas músicas que tocavam no rádio, nos programas que passavam na tevê, porque ela sabia a opinião que Daniela tinha sobre aquilo tudo. Por isso, Glória dizia que a dor provavelmente não retrocederia com o passar do tempo, e sim, aumentaria, à medida que novas músicas fossem compostas, novos programas fossem ao ar e ela já não saberia qual a reação da filha diante dessas novidades. Como esta entrevista foi dada muitos anos atrás, não estou conseguindo reproduzir as palavras fielmente, mas o sentido era mais ou menos esse.

Isso acontece também entre pessoas que se separam por força da vida, e não da morte. Uma dor provocada por uma ruptura amorosa tem as mesmas duas fases. A primeira é a dor da ausência imediata, da brutalidade de ter que se afastar de alguém a quem amamos tanto um dia. A segunda dor vem justo quando já não se esperava dor nenhuma. É quando a pessoa se transforma em memória: além de a gente perdê-la fisicamente, começamos a perdê-la para o tempo,para uma nova pessoa,um novo amor. Você não consegue mais saber como seu ex-amor reagiria diante de um fato novo. Ele fica congelado na lembrança e no passado, não há mais pontos ligando-o com o presente que você está testemunhando.

Você já não saberia dizer em quem ele votaria, não sabe o que ele pensa sobre reality show, não sabe se ele também acha que os filmes do Woody Allen não são mais tão sensacionais, não sabe se ele ouviu falar em Nick Hornby, não sabe que impacto lhe causou o atentado de 11 de setembro, não sabe se ele é a favor ou contra a clonagem humana, não sabe se ele acordou de madrugada para ver os jogos do Brasil na Copa. E, no entanto, ele não morreu como Daniela Perez.



Morreu pela distância e pelo desamor.



Às vezes me pergunto se esta morte não é mais cruel, já que tornou-se definitiva não por um crime ou fatalidade, mas por um desinteresse em vida.




Martha Medeiros...



beijos beijos especiais beijos!=******

Comentários (1)

lalaraissa
1. lalaraissa 27/10/05 22:54

lindas di mais!!
bjoo..
saudades..

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