24/02/05 - 21h:08mDenunciar

**CaRoL**

Oi amores... (ralfufsc esse foi especial pra vc)=)

ahaaaaaaa!! pensaram q eu tinha abandonado o floga neh?não não cá estou eu novamente!

Fotinho do meu Trote.. e por falar em trote.. com com medo do da facul... =/

mas nao dá nada!

Nem liguemo td eh festa!

Sem mto o q escrever hj..To fazendo lanche coletivoa aki em casa =P

eu a Carla e o jean.. =D

Saudade da Mamãe e do Papai q tão viajando..

Um beijão pra Pam q fez um flogao só de pés(tem q ser minha prima mesmo) www.flogao.com.br/grandepam

Pra Ana W q vai estuda comigo.. e eu amei!

Pra Fah..

pra tds as pessoas =o**



A DESPEDIDA DO AMOR



Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também.

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.



beijo!! beijo!! beijo!! =o**

Comentários (2)

fabiemseara
1. fabiemseara 25/02/05 8:16

Olá Carol!!!
O detalhe fino da foto é o litro!!!
:DD
Quem não teve que passar por isso não tem noção de como é divertido né.
Beijos.
Ótimo fim de semana.

fabiemseara
2. fabiemseara 25/02/05 15:07

Hummmmm... velho barrero hoje, tequila amanhã... acho que vou ganha uma
parceira de festa... de tequilas...
eeeeeeeeeeeeeeeeeee...........
beijosss..........

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