08/04/05 - 14h:39mDenunciar

Mas "pobre" eh coisa seria neh!

hehehehe

Fotinho lá no hotel em Joinville... Adorei essa porta!!Só tinha visto porta assim no Domingo Legal qdo o Gugu ia acordar os famosos!!! hehehehehe...

Imagina se eu ia perder a oportunidade de tirar uma fotinho... iuaiahaihiauh

Acabo de me lembrar de uma frase :" Eu qria ser pobre um dia só na vida pq todo dia tá foda!!" hahahahahahaha..

q Bom humor q eu to hj nao acham?

sei lá o q eh...

acho q eh a química!!! =/



Dependência Emocional:

O livro que traz as 304 cartas que Simone de Beauvoir escreveu entre 1947 e 1964 para seu amante americano, o escritor Nelson Algren, vale como registro do movimento existencialista na França, mas fiquei desconcertada com a chatice da autora. Que mulherzinha maçante. Enquanto estava apaixonada, Simone de Beauvoir me pareceu sufocante, manipuladora e extremamente indelicada, mas isso é assunto para outra crônica, onde a gente talvez possa discutir a idiotização que a paixão provoca, ou talvez conjecturar sobre cartas de amor: serão mesmo todas ridículas?

No entanto, lá no final do livro, quando a relação do casal limita-se apenas a uma amizade distante, Beauvoir recupera o tino e escreve coisas interessantes sobre o amor, em especial na carta em que ela consola o amigo por ter sido chutado por uma namorada. Ela disserta sobre a melhor maneira de se enfrentar um rompimento. Naturalmente, a conclusão é que sempre é preferível viver a história até o seu desfecho natural, ou seja, até o desaparecimento do amor, mas dificilmente isso acontece em sicronia. Entre um casal, há sempre aquele que acaba sendo vítima de um choque emocional, decorrente da violência que é ver-se obrigado a matar um sentimento que dentro de si permanece vivo.

Simone de Beauvoir especula que a sensação de perda e a nostalgia do passado costumam durar mais tempo do que a própria relação teria durado. É bastante interessante esta teoria: a de que as dores-de-cotovelo duram mais do que o próprio amor, caso este houvesse completado seu ciclo.

Ainda citando Simone de Beauvoir, ela diz que a gente se torna mais dependente de um amor quando ele termina do que enquanto ele dura. Eu não tenho muito a acrescentar, e sim a corroborar. Enquanto estamos vivenciando um amor, não teorizamos a respeito. Só a partir da ruptura é que fazemos um inventário dos ganhos e das perdas, e por estarmos emocionalmente fragilizados, acabamos por superdimensionar nossa solidão involuntária. Do que se conclui que o único remédio para a dor de amor é aceitar que as coisas vêm e se vão, e que isso é que movimenta a vida. O duro é ter que pensar nisso quando o amor ainda parece que só vai.





Coemntem! Beijosss! =o**

Comentários (2)

krolzinha
1. krolzinha 8/04/05 23:50

oioio lindaaa sauddaess... linda afoto. hahaha
e ai tudo joia!!!
hummasa texto... te adoro e se cuida!!! aii

krolzinha
2. krolzinha 18/04/05 21:14

oioio karollllll e ai tudo certinhu.. saudades... feriadaum toh por LAges..
ate mais!! bjus e otmia semana pra tii

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