24/04/05 - 01h:57mDenunciar

Recadinho para Cascavel

Para você Cascavel, nem sei quem é você, mas vou te avisar uma coisa, vou orar muito por você, que essa inveja, raiva ou sei la o que sai de seu coração.

Bom embaixo uma materia de um site que eu achei, leia e pensei bem nisso

galera hoje sem comentarios

um abraço a todos

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Inveja

fonte: http://www.salton.med.br/principal.phtml?par=id_menu%3Dinicial%26id_texto%3D19



A palavra inveja vem de invídeo que significar “olhar mau”, Ter olho grande, secar com meu olho grande alguém.

A principal razão da inveja reside num sentimento de incapacidade de viver seus próprios sonhos, de alcançar suas metas, de realizar-se. Quando carrego dentro de mim, a sensação de capacidade eu gosto de ouvir de um amigo que ele fez a “volta ao mundo”. Que bom! Significa que é possível dar a “volta ao mundo” no sentido de realizar sonhos. Ou seja, reforça ainda mais a minha sensação de que eu também vou conseguir me realizar.

A sensação de incapacidade, ao contrário, me faz ter inveja, ou seja, querer destruir aquilo. Que bobagem dar a “volta ao mundo”! Quanto gastou?! Se eu não consigo realizar meus sonhos, ninguém consegue. Ele não realizou sonho nenhum, ele entrou numa fria.

Muitas vezes a sensação de incapacidade, matriz da inveja, se deve a escolha inadequada de metas, a desejar algo que não está no alcance do indivíduo. Não valorizar as coisas que estão ao seu alcance. As coisas que estão a sua volta também são boas. Alguém já disse: “Vive bem quem gosta daquilo que é seu”. A propósito, vale lembrar Fernando Pessoa (1888-1935): “O Tejo é mais belo que o rio que corre na minha aldeia, mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre na minha aldeia, porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia” .

Às raízes da inveja estão no início da vida, todos passamos por ela, por isto é impossível não tê-la em nosso cofre mais secreto. É uma questão de grau: da muita inveja à muita pouca inveja. A inveja começa na relação com quem nos alimenta, representado pelo seio materno. Quando queremos mais alimento e não temos, não toleramos a frustração, ficamos com raiva de quem tem o alimento. Com inveja dele, queremos destruí-lo.

A inveja consome o invejoso, porque acaba abandonando a própria vida, preocupado com o valor do outro e não com o seu valor. Ou seja, em vez de se construir, perde o tempo destruindo.

A inveja é um sentimento mais antigo do que o ciúme. O ciúme é algo que se passa a três, por tanto já exige uma socialização. Implica na disputa com outro por algo ou por alguém.

Costuma-se dizer que há uma inveja boa quando admiramos alguém por alguma coisa: “Ah, como te invejo por isto”. Não sei se é correto este termo “inveja boa”. Talvez seja melhor dizer: “Ah, como te admiro por isto”.

Nós só podemos nos comparar conosco mesmo. Com o nosso passado, como nossa evolução. A comparação com os demais não é científica. Com os demais podemos apenas constatar diferenças. Cada um tem uma genética diferente, vivências diferentes. A um corredor, por exemplo, importa mais se o seu tempo baixou do que a colocação que tirou na prova. Ele pode ter chegado na frente, mas se seu tempo piorou...(Jorge Alberto Salton)





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