01/12/04 - 23h:20mDenunciar

Ser Carioca

Oi PessoAll!

Estava afastado a alguns dias por problemas técnicos com minha internet, mas estou de volta e dessa vez postando um texto que recebi em forma de apresentação em PowerPoint.

Achei-o de extremo bom gosto e claro (puxando a "sardinha" para meu lado) resolvi colocar ele aqui.

Sei que é meio longo, mas espero que vocês leiam e gostem do texto.

A todos os Cariocas, mesmo aqueles de cidades de diferentes mas com Alma Carioca, eis minha singela homenagem.

Grande Abraço a todos que prestigiam meu flog!



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CARIOCA



Os derrotistas que me desculpem, mas carioca taí mesmo pra ficar e seu jeito não mudou.

Continua livre por mais que o prendam, buscando uma comunicação humana por mais que o agridam, aceitando o pão que o diabo amassou como se fosse o leite da bondade humana....



O carioca todos sabem, é um cara nascido 2/3 no Rio e outro terço em Minas, Ceará, Bahia, e São Paulo, sem falar em todos os outros estados, sobre tudo o maior deles, o estado de espírito...



...tira de letra no futebol como na vida. Não é um conformista - mas sabe que a vida é aqui e agora e que tristezas não pagam dívidas. Sem fundamental violência, a violencia nele é tão rara que a expressão “botei pra quebrar” significa exatamente o contrário, que não botou pra quebrar coisa nenhuma, mas apenas “rasgou a fantasia”...



...amante de sua cidade, patriota do seu bairro, o carioca vai de som (na música), vai de olho (é um paquerador incansável e tem um pescoço que gira 360 graus), vai de olfato ( o odor é de suprema importância na filosofia sexual do carioca).

Sem falar, que de tudo, vai de espírito; digam o que disserem, o papo, invenção carioca, ainda é o melhor do Brasil...



...o carioca é, antes de tudo, e acima de tudo, um lúdico. Ainda mais forte e mais otimista do que o homem da anedota classíca que, atrevessado por um punhal de lado a lado, dizia:” só dói quando eu rio”, o carioca envenenado pela poluição, neurotizado pelo tráfico, martirizado pela burocracia, esmagado pela economia, vai levando, defendido pela couraça verbal do seu humor:



Só dói quando ele não ri.

Só dói quando ele não bate papo.

Só dói quando ele não joga no bicho.

Só dói quando ele não vai ao Maracanã.

Só dói quando ele não samba.

Só doi quando ele esquece essa folclorada acima, que lhe foi impingida anos a fio com o objetivo de torná-lo objeto de turismo, e enfrenta a dura realidade...carioca”

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