24/06/09 - 11:58Denunciar

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ao som de uma canção do Eric Clapton, tocada na diagramação...

Atualizando o flog do jornal, no meu horário de almoço, porque estou sem internet em casa (por enquanto) e ando sem tempo também.


Formiguense integra comissão que investiga atos secretos do Senado

Consultor de carreira, Gilberto Guerzoni é um dos três servidores nomeados para apurar responsabilidades pelos atos que geraram o mais novo escândalo político nacional


Um formiguense está entre os três servidores federais encarregados de investigar o mais recente escândalo da política nacional. Gilberto Guerzoni Filho, consultor legislativo do Senado, é membro da comissão formada para apurar responsabilidades pelos atos secretos da Casa.
Tais atos são medidas sigilosas que permitiram, entre outras ações, nomeação de parentes, criação de cargos, concessão de benefícios e aumentos de vencimentos. O grande problema nessa história é que, para terem valor legal, esses atos teriam de ser publicados. E não foram.
Segundo o chefe do serviço de publicação do boletim pessoal do Senado, Franklin Landim, as ordens para esconder os atos vinham dos ex-diretores Agaciel Maia (Direção Geral) e João Carlos Zoghbi (Recursos Humanos).
Pressionado após essa denúncia, o presidente da Casa, José Sarney, que teve pessoas ligadas à sua família nomeadas e exoneradas por meio de atos secretos, decidiu nomear uma comissão para investigar o caso. Além do formiguense Gilberto Guerzoni, compõem o grupo outros dois servidores: Alberto Moreira de Vasconcelos Filho e Maria Amália Figueiredo da Luz.
Foi dado à comissão prazo de sete dias para realizar o trabalho de sindicância. Restam três dias. Estima-se que o número de atos administrativos não publicados entre 1995 e março de 2009 chegue a mais de 620.
O relatório final da comissão pode resultar em abertura de processo administrativo, cujas penas previstas são advertência, suspensão ou demissão. Isso para servidores. Caso a investigação atinja senadores, o caso terá de ser remetido ao STF (Supremo Tribunal Federal). Pela Constituição, congressistas têm direito a foro privilegiado quando são acusados de algum crime.

Formiguense ‘duro de roer’

A julgar por nota publicada no sábado passado pela conceituada seção “Painel”, da “Folha de S.Paulo”, os responsáveis pelos atos secretos têm motivos para se preocuparem com o desdobrar dos trabalhos da comissão. Sob o título “Duro de roer”, o texto (veja íntegra nesta página) diz que Gilberto Guerzoni é “um servidor razoavelmente à prova de influência de grupos políticos”. A nota destaca ainda o fato de o formiguense ter vários trabalhos publicados na área de direito previdenciário.

Quem é Gilberto Guerzoni

Gilberto Guerzoni é filho do médico formiguense de mesmo nome. Sua mãe, a professora Haydée Garcia Guerzoni, já falecida, dá nome à escola municipal da comunidade rural de Boa Esperança.
No final do ano passado, o irmão de Gilberto, o médico Luiz Guerzoni, doou à escola um computador, uma máquina de xérox multifuncional, uma caixa amplificadora, um microfone, dois aparelhos de videocassete, cinco ventiladores de parede e outros materiais.

Matéria de "O Pergaminho"

Comentários (2)

rednewvideomaker
1. rednewvideomaker 24/06/09 15:52

Diploma dirrubado, atos que não são publicados. Foro privilegiado. Nepotismo que não acaba. Jornalistas comparados aos cozinheiros. Novo escândalo político nacional. Quantos fatos pra colocar na panela de pressão? Oh! Queria dizer quantos fatos pra colocar na impressão! Vamos fazer um sopão é ver o resultado, né? Só há uma dúvida nisto tudo, nos jornalistas por formação, se presos vamos para uma cela especial ou comum juntos dos "cozinheiros" que por ventura roubaram galinh

rednewvideomaker
2. rednewvideomaker 24/06/09 16:26

Acho q vou montar um jornalzinho cujo nome será: "Panela de Pressão" . E assinar as matérias como Zé dirrubado. Que cê acha? kkkkkkkkkkkkkkk É Brincadeira!!!

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