26/08/04 - 11h:18mDenunciar

Nossos Atos

Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho

caminhoneiro, chega em casa todo

orgulhoso e chama sua esposa para ver o

lindo caminhão que comprara depois

de longos e árduos 20 anos de trabalho.



Era o primeiro que conseguira comprar

depois de tantos anos de sufoco e estrada.



A partir daquele dia, finalmente seria seu

próprio patrão.

Ao chegar à porta de sua casa, encontra

seu filhinho de 6 anos, martelando

alegremente a lataria do reluzente caminhão.



Irado e aos berros pergunta o que o filho

estava fazendo e, sem hesitar,

completamente fora de si, martela

impiedosamente as mãos do garoto,

que se põe a chorar desesperadamente

sem entender o que estava acontecendo.



A mulher do caminhoneiro, corre em socorro

do filho, mas pouco pôde fazer.

Chorando junto ao filho, consegue trazer

o marido à realidade, e juntos levam

o garoto ao hospital para cuidar

dos ferimentos provocados.



Passadas várias horas de cirurgia,

o médico desconsolado e bastante abatido,

chama os pais e informa que

as dilacerações foram de tão grande

extensão, que todos os dedos da criança

tiveram que ser amputados.



Porém, o menino era forte e resistira

bem ao ato cirúrgico, devendo os

pais aguardá-lo no quarto.

Ao acordar, o menino ainda sonolento

esboçou um sorriso e disse ao pai:



- Papai, me desculpe.

Eu só queria consertar seu caminhão,

como você me ensinou outro dia.

Não fique bravo comigo!



O pai, enternecido e profundamente

arrependido, deu um forte abraço no filho e

disse que aquilo não tinha mais importância.



Não estava bravo e sim arrependido de

ter sido tão duro com ele e que a

lataria do caminhão não tinha estragado.

Então o garoto com os olhos radiantes

perguntou:



- Quer dizer que não está mais bravo comigo?



- É claro que não! - respondeu o pai.



Ao que o menino pergunta:

- Se estou perdoado papai, quando

meus dedinhos vão nascer de novo?



REFLITA...



Nos momentos de raiva cega, machucamos

as pessoas que mais amamos, e muitas

vezes não podemos "sarar" a ferida

que deixamos.



Apesar de forte, esta história tem cunho

muito real, porque na hora do ímpeto,

machucamos profundamente quem amamos,



e em muitas das vezes não podemos mais

"sarar" a ferida que deixamos.



Assim espero que ao lerem, fiquem

impressionados como fiquei.

Pensem em suas atitudes e reflitam para ver

o quanto têm sido impetuosos e, se for

possível, mudem suas atitudes a fim de

evitar os danos irreversíveis de seus atos.

Comentários (0)

Fotos postadas a mais de 15 dias não podem receber comentários.