13/03/07 - 09h:52mDenunciar

GLORY OPERA – RECORDANDO O PASSADO E O PRESENTE + UMA VEZ

“No dia 24 de Março de 2007 no Espaço Multicultural do SESC-RR”



A partir do lançamento de Rising Moangá, o Glory Opera obteve de forma meteórica um grande destaque em todo o país e no mundo! Pois, Rising Moangá mostrou p/ as pessoas que o Heavy Metal é definitivamente um estilo que não tem barreiras e pode atravessar fronteiras – o disco é todo repleto de elementos e referências à cultura amazônica. E nele podemos observar desde a capa, título e temática. Que Rising Moangá traz personagens folclóricos como o Boto, Iara e várias citações e influencias indígenas.

Em Rising Moangá a banda é composta pelos excelentes músicos Jean Rothen (G). Paulo Rangel (K), Emerson Dácio (B), além de Humberto Sobrinho(V), Helmut Quacken (D), que chegaram a participar dos testes finais p/ a escolha da atual formação do Angra! E em Rising Moangá.

“A banda detona um metal melódico com fortes influencias do progressivo”.

O Glory Opera foi a banda que fez a abertura p/ o show de lançamento do álbum de estréia do Shaaman, Ritual, em São Paulo no Ano de 2002. Além de ter aberto os shows do Nightwish em (BH e RJ), na turnê do Disco Century Child, no Brasil!

Nesta entrevista exclusica concedida ao Portal Roraima Rock (www.roraimarock.com.br) e ao Flog da Mennynna (www.flogao.com.br/mennynna). Você vai saber tudo o que está acontecendo com a Banda, passado, presente e futuro! Nas palavras do modesto, Helmut Quacken!!! Acompanhe!



Por: Michel Sales & Shimenny Figueira.



[Michel Sales] – As bandas de Manaus são infinitamente compententes, assim como, tantas outras do Brasil não devendo nada a nenhuma dessas bandas extrangeiras! Já pude acompanhar o trabalho de muitas bandas brasileiras por esse Brasilzão, e até mesmo o publico Boavistense! Pois, além de vocês, já vieram nos visitar, a Divine Symphony, Immortal Choir, Mortificy, Dominus Praelii do Paraná e a Et tu Brutus da Guyana. Graças ao ponta pé inicial de vocês, agora entramos definitivamente na rota do Rock de todas as bandas nacionais!!! Não vamos nos esquecer nunca disso, aquele show no SESC-RR em 2003 foi maravilhoso e muito importante. Vocês se recordam???

[Helmut Quacken] - Sim, claro que sim!!!! Aquele show foi muito importante pra nós também, o público esteve presente, agitou muito o tempo todo, todos nos receberam com muito carinho, o som estava bom, a estrutura do Sesc é bem legal também...enfim, não só nos lembramos com muito carinho deste show, como estamos bem ansiosos em retornar à Boa Vista e mostrar o novo álbum EQUILIBRIUM ao vivo, pra todos vocês aí!



[Michel Sales] – Quanto tempo durou a turnê de Rising Moangá? Vocês chegaram a tocar em outros países também?

[Helmut Quacken] - Bom, a tour do Rising foi bem interessante, tivemos a oportunidade de tocar em lugares bem legais e com muitas bandas também novas e grandes, como Nightwish, Shaaman, Massacration ,Eterna, Torture Squad, Angra...enfim, aprendemos muito com todas elas e com os shows também, que sempre foram muito legais, sem maiores problemas. Quanto ao exterior, na época que estávamos com algumas coisas já acertadas, passamos por mudanças na banda com a saída do Paulo Rangel e do Stanley Wagner, daí achamos melhor não nos comprometermos. Mas agora com a banda finalmente estabilizada, os contatos foram retomados e tão logo os shows aqui no Brasil terminem, a idéia sim é a de tocarmos em alguns países da europa.



[Michel Sales] – Soube que Rising Moangá chegou a vender muito bem em alguns países da Europa e da Ásia. Além de todo o Brasil! O Glory Opera sem dúvida nenhuma mostrou neste disco, que o Heavy Metal pode romper todas as barreiras, e atravessar qualquer fronteira!

Rising Moangá é um disco diferente, repleto de elementos e referencias à cultura amazônica. Desde a capa, título e temática com seus personagens folclóricos e influencias indígenas. Esperamos que o próximo álbum , traga as mesmas características e obtenha o mesmo sucesso...

[Helmut Quacken] - Sim, esperamos isso também, até porque esse foi um álbum muito difícil de colocar no mercado, sem apoio de gravadora ou patrocínios. Aliás o álbum já foi lançado em Janeiro e encontra-se em muitos lugares já para a compra direta. No www.gloryopera.net já está á disposição.



[Michel Sales] – Na faixa Half of Darkness, vocês contaram com a participação especial, da tribo indígena Saterê-maué. Como vocês chegaram até eles e qual foi a reação destes índios com o resultado final do disco?

[Helmut Quacken] - Foi uma experiência bem interessante. Fizemos contato com eles através de alguns membros da comunidade deles em Manaus. Marcamos um dia, combinamos tudo direitinho e partimos na data determinada rumo à tribo. Fomos super bem recebidos por todos, fizeram muita festa e cantaram bastante. Registramos tudo e colocamos no cd. Mas não tenho certeza se alguém da tribo chegou a ouvir depois de pronto, acredito que não.



[Michel Sales] – "Rising Moangá", como vocês o avaliam hoje em dia?

[Helmut Quacken] - Um puta álbum, muito importante pra nós, por ser o primeiro, por ter levado a banda a lugares onde não imaginávamos e também um álbum bastante premiado. Concorremos com ele juntamente com bandas como Angra e Shaaman, com MÚSICA DO ANO, MELHOR CAPA, BANDA REVELAÇÃO, fomos eleitos banda revelação pela revista Rock Brigade...enfim, ele só nos trouxe alegrias.hehehe





[Michel Sales] – Vocês fizeram a abertura do show de lançamento do álbum Ritual do Shaaman, em São Paulo (2002). Como o público reagiu ao som do Glory Opera???

[Helmut Quacken] - No show com o Shaaman, realmente não sabíamos o que iria acontecer, poderia acontecer de tudo por lá.hehehe

Mas fomos recepcionados de uma forma incrível, após o shows as pessoas vinham falar conosco, nos cumprimentar, fazer contatos, foi uma reação muito boa e q nos surpreendeu de verdade.



[Michel Sales] – Em 2002 vocês tocaram pela 1ª vez no BMU (Brasil Metal Union) e obtiveram um grande destaque dentre as demais bandas participantes. Qual a importância de um evento como esse p/ as bandas nacionais e como foi o show do Glory Opera neste evento e também, como ocorreu a escolha para que vocês pudessem figurar no cast do festival anual, mais importante do país?

[Helmut Quacken] - O BMU é um evento grandioso que abre portas pra muitas bandas talentosas. Tivemos a oportunidade de tocar em duas edições já, no Led Slay e no Directv, ambas em São Paulo. Os dois shows foram muito bons, já com o público cantando as músicas, girtando o nome da banda. Foram shows mais legais, pq o Rising já estava vendendo bem em SP e já possuíamos muitos fãs por lá. E entramos graças à votação de pessoas espalhadas por todo o Brasil!



[Michel Sales] – Nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro vocês fizeram a abertura dos shows do Nightwish no Brasil no ano de 2002! Como o público destas duas cidades reagiram ao glorioso Heavy Metal da Amazônia?

[Helmut Quacken] - Muito bem também. Tocamos em BH e Rio de Janeiro pela primeira vez e mais tarde retornamos ao Rio de Janeiro em um show só nosso. São duas cidades muito fortes no metal e esperamos retornar nesta tour nova do EQUILIBRIUM!



[Michel Sales] – O Brasil é um país enorme, ainda mais p/ o Heavy Metal. É o que muita gente diz! Pois é um estilo de musica (abominável) pela grande maioria, q com sua ignorância, julga q nesse tipo de musica não existe nenhum tipo de cultura ou beleza. E o Glory Opera que vem da longínqua e "improvável" Manaus – AM, região que por mtos não possui tradição alguma em heavy metal mostrou que mesmo obtendo em seu 1º álbum (Rising Moangá), um resultado supreendente que tudo isso que falam sobre a cena "improvável" de Manaus, não é verdade! Qualidade é o que não falta p/ as demais bandas manauras. O problema, é q tudo parece estar restrito apenas aos grandes centros. Gostaria q vc exclarecesse p/ as demais pessoas do país (se vc concorda), a real cena de Manaus com suas incríveis bandas, as dificuldades, a distancia, o apoio, a cultura e a beleza do metal brasileiro existente em Manaus! Por favor!

[Helmut Quacken] - O nível das bandas em Manaus é muito bom, existem muitas bandas realmente boas, que fazem um trabalho honesto e competente e que logo estarão aí tomando seu lugar no cenário nacional. Falta de apoio existe em qualquer lugar, seja Manaus, seja em São Paulo, Porto Alegre... mas cabe às bandas correrem atrás e trabalharem muito pra conquistar esse espaço. O que eu percebo ainda, infelizmente é que existe uma forte desunião das bandas, algumas até talentosas ainda se preocupam em "malhar" o trabalho de outras bandas ao invés de trabalharem em seus projetos. Perde-se muito tempo fazendo isso e espaço existe pra todas as bandas boas de verdade!!!



[Michel Sales] – O novo álbum “Equilibrium” levou um pouco de tempo p/ que fosse lançado! Porque demorou tanto?

[Helmut Quacken] - Bom, muitos problemas aconteceram com a banda, de 2004 até 2006. Foram dois anos pra se esquecer realmente, com muitos problemas, muitos destes pessoais que fizeram com que a banda fosse obrigada a parar literalmente. Mas hoje conseguimos finalmente nos organizar novamente e o álbum foi lançado já oficialmente no dia 17 de janeiro deste ano de 2007. Mas enfim, o álbum está no mercado, com a aceitação acima das nossas expectativas realmente e os shows estão por começar finalmente.



[Michel Sales] – Muito obrigado pela entrevista, deixe um recado aos fãns do Glory Opera roraimenses e p/ o Brasil q sempre acompanha nossas matérias no www.flogao.com.br/mennynna e no Portal www.roraimarock.com.br por favor!

[Helmut Quacken] - Valeu galera de Roraima e todos os demais fãs da banda e portal espalhados pelo Brasil. Gostaria de agradecer o apoio de todos vocês e dizer que estamos muito ansiosos por retornar à Boa Vista. Pelo que parece quase tudo está certo pra que no dia 24 de março estejamos por aí fazendo um som com vcs! Estamos voltando com o gás todo e super renovados.Espero que curtam o EQUILIBRIUM e nos vemos no show!!!!!!!!!!Valeu!!!!!!!!!

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