03/04/05 - 09h:09mDenunciar

Nascido em uma família humilde, perdeu os pais e irmãos prematuramente, para a doença e a guerra. Quando jovem, gostava de literatura, praticar esportes e atuou na resistência à ocupação nazista. O polonês Karol Wojtila tinha 58 quando assumiu o Vaticano.



Em outubro de 1978, a fumaça branca subiu, anunciando a escolha de um novo Papa. Pela primeira, vez em quatro séculos e meio, a Igreja Católica era comandada por um não italiano: Karol Joseph Wojtila, um polonês de 58 anos.



Karol Wojtila nasceu em uma família pobre, na pequena cidade de Wadovice. A mãe, Emília, era professora, e morreu quando o pequeno Karol (Carlos, em português) tinha nove anos de idade.



O pai, também Karol, era oficial do exército polonês. A irmã nasceu morta e o irmão não resistiu à escarlatina.



Karol, conhecido pelo apelido de Lolek (equivalente a Carlinhos, em português), adorava descer rios de canoa, esquiar e jogar futebol, na posição de goleiro.



O futuro Papa sempre andava com um livro debaixo do braço. Amava a poesia, o teatro e trabalhou como ator em apresentações clandestinas durante a ocupação nazista na Polônia.



Foi operário, durante os anos da Segunda Guerra Mundial, período em que passou fome e quase morreu atropelado por um caminhão.



Durante a guerra, perdeu o pai e teve amigos mortos em campos de concentração. Karol ajudou judeus a escapar da perseguição de Hitler. Nesta época de sofrimento, despertou para a fé e decidiu ser padre.



Formou-se em Literatura e Filosofia. Foi professor da Universidade Católica da cidade polonesa de Lublin. Ao ser sagrado bispo, foi difícil encontrá-lo. Ao saber da notícia, Karol estava descendo um rio de canoa e perguntou com bom humor se poderia continuar a viagem.



Aos 44 anos, tornou-se arcebispo de Cracóvia e, três anos depois, cardeal. No dia 16 de outubro de 1978, o Papa João Paulo II passou a comandar do Vaticano, o menor país do mundo, uma nação de 960 milhões de fiéis.



Quando o amigo e cardeal polonês Wiesinski tentou beijar-lhe os pés, o Papa da simplicidade e humildade não deixou, preferindo o beijo amigo. A partir deste momento, ele se curvaria em cada país, beijando o chão, em sua peregrinação pelo mundo como estadista da fé.

Fonte: Site Jornal Nacional





Ontem, fiquei muito sentida com o acontecimento, me senti triste, como se tivesse perdido alguem muito proximo...

Um grande beijo pra vcs!







mila não permite ver os comentários desta foto.

Fotos postadas a mais de 15 dias não podem receber comentários.