03/09/05 - 02h:31mDenunciar

a vida

Com a mesma falta de vergonha na cara eu procurava alento no

Seu último vestígio, no território, da sua presença

Impregnando tudo tudo que

Eu não posso, nem quero, deixar que me abandone

Não posso, nem quero, deixar que me abandone

Não posso, nem quero, deixar que me abandone não

Com a mesma falta de vergonha na cara eu procurava alento no

Seu último vestígio, no território, da sua presença

Impregnando tudo tudo que

Eu não posso, nem quero, deixar que me abandone

Não posso, nem quero, deixar que me abandone

Não posso, nem quero, deixar que me abandone não

São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro

No presente que tritura, as sirênes que se atrasam

Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam

Que nasciam, que perderam, que viveram tão depressa,

Tão depressa, tão depressa

São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro

No presente que tritura, as sirênes que se atrasam

Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam

Que nasciam, que perderam, que viveram depressa, depressademais

A vida é doce, depressa demais.

A vida é doce, depressa demais.

A vida é doce, depressa demais.

E de repente o telefone toca e é você

Do outro lado me ligando, devolvendo minha insônia

Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega

Que pousou na tua sopa. Me perdoa daquela expressãopré-fabricada

De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona

E de repente o telefone toca e é você

Do outro lado me ligando, devolvendo minha insônia

Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega

Que pousou na tua sopa. Me perdoa daquela expressãopré-fabricada

De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona

me perdoa a vida é doce

me perdoa a vida é doce

Me perdoa, me perdoa, me perdoa

São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro

No presente que tritura, as sirênes que se atrasam

Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam

Que nasciam, que perderam, que viveram tão depressa,

Tão depressa, tão depressa

São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro

No presente que tritura, as sirênes que se atrasam

Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam

Que nasciam, que perderam, que viveram depressa, depressademais

A vida é doce, depressa demais

A vida é doce, depressa demais...

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