19/07/04 - 23h:49mDenunciar

DARK TRANQUILLITY

Ae,axo q kase ninguem vai conhecer exa ai + tudo bem,to aki pra passar informação..rs...bjus e vlw ae pelos comentarios!!!t+



Propaganda social poderia tranqüilamente fazer qualquer um acreditar que tanto reclusão como insônia são aflições que precisam ser remediadas, mas a aflição e seus remédios são todos relativos. Um dos mais subestimados e maravilhosos produtos do refúgio da auto-imposição e dos lapsos de sono é a imensa experimentação criativa.



Com o tempo, Gotemburgo (Suécia) foi responsável pelo crescimento de um estilo novo de death metal totalmente distinto aos tradicionais no início dos anos 90 que ficou conhecido como "The Gothenburg Sound (o som de Gotemburgo)", tendo o DARK TRANQUILLITY encabeçando a linha de frente junto com outras bandas que também instituiram este conceito de dualidade e contradição em suas composições. Explorando as mais criativas dimensões de expressão e se aprofundando em assuntos como ciência e mitologia de seu mundo, a banda logrou criar uma funcional e única complexidade, onde todos os fragmentos, de maneira individual, exploram os limites da harmonia mais técnica sem perder as regras básicas de composição, resultando em um espetacular conjunto de obras acarretando uma carreira com dez incríveis lançamentos. Visando temas como o xamanismo, física quántica, a teoria do caos , psicologia, arte, variações do estado de consciência e auto-destruição, o método musical do DARK TRANQUILLITY tem sua base na intensidade e melodia, otimizando proibidas combinações do intelecto e da carne, da dureza e da beleza, das ambições e falta de ambições.



Os primeiros lançamentos feitos pelos selos Spinefarm e Osmose fizeram do DARK TRANQUILLITY uma das mais comentadas bandas de toda a cena metal escandinava destacando os vocais de Anders Friden (atualmente no In Flames) em seu debut de 1993, ''Skydancer''. ''The Gallery'', de 1995, ainda hoje é considerado como uma lendária obra de arte. Em 1999, a Century Media lança ''Projector'', produzido por Fredrik Nordström (Dimmu Borgir, In Flames, At The Gates), um álbum com uma grande progressão técnica considerada tão moderna quanto impactante, não podendo ser definido e, como disse a revista Brave Words & Bloody Knuckles, "um dos melhores exemplos de fusão entre agressividade e melodia." Nada surpresos, foram indicados rapidamente para uma nominação ao Grammy suéco. A subseqüente turnê européia ao lado do In Flames, Children Of Bodom, e os companheiros de gravadora Arch Enemy se tornou uma triunfante exposição para a banda sendo seguido de dois bem sucedidos shows no Japão ao lado do Soilwork, mostrando ao público oriental a energia desafiadora e extrema de sua música. ''Haven'' (uma vez mais produzido pela banda e Nordström) é lançado em 2000 e mostra seu lado mais expressivo, e, corajosamente declara seu perverso valor (já como uma marca registrada) para embarcar em inexploradas trajetórias musicais. Saindo em turnê com In Flames, Sentenced, To/Die/For e aparecendo nos festivais Prattein Festival na Suíça, Gods Of Metal Festival (Itália) fechando com dois shows no México.



Seu primeiro lançamento depois de dois anos, Damage Done, possui uma diversidade enorme de abordagens e fontes de inspiração. Comparado com a veia mais eletrônica de ''Haven'' ou com a melancolia viçosa de ''Projector'', ''Damage Done'' é mais técnico e intenso em sentimento; um som direto e sólido, mas ainda com muitos arranjos complexos e estruturas sonoras fazendo deste o melhor trabalho de sua carreira. Uma sólida valorização de seu poder coletivo, a raiva declarada em "Final Resistance", a agressão justificada por trás de "The Treason Wall" e o introspectivo instrumental sintomático das loucuras de uma noite de verão de "Ex Nihilo" personificam o alcance criativo e o impressionismo abstrato do DARK TRANQUILLITY, provando mais uma vez sua capacidade de brutalidade em temas complexos.

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