14/02/05 - 20h:00mDenunciar

Repetida????

puts...

nem sei se já postei essa foto....

éh mais tudo bem...não faz mal....

bom não tô afim de comentar nada...

só vai ai um texto pra vcs refletirem....

Cicatrizes





Havia um menino que tinha um temperamento difícil. Seu pai deu-lhe um saco de pregos e disse-lhe que, a cada vez que perdesse a paciência, pregasse um prego na cerca dos fundos de sua casa.

No primeiro dia o menino pregou 37 pregos na cerca. Então foi diminuindo gradualmente. Ele descobriu que era mais fácil conter seu temperamento do que bater pregos na cerca.

Finalmente chegou o dia em que o menino não perdeu mais a paciência. Ele contou isso ao seu pai, que sugeriu que agora o menino tirasse um prego da cerca para cada dia que ele conseguisse conter seu temperamento.

Os dias foram passando e o menino pôde, finalmente, contar a seu pai que não haviam mais pregos na cerca. O pai pegou o filho pela mão, levou-o até a cerca e disse:

"Você fez bem, meu filho, mas veja os buracos na cerca. A cerca nunca mais será a mesma. Quando você fala coisas com ódio, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode enfiar uma faca em um homem e tirá-la.

Reflexão:

Não importa quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará lá. Uma ferida verbal é tão ruim quanto uma física.

dando sentido a vida

Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.

Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro.

Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram.

Todos eles.

Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:

- Pronto, agora vai sarar.

E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.

Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade...

Por que?

Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.

O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso...

Pensem nisso. E tenham um dia diferente.



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