28/10/04 - 11h:21mDenunciar

A FELICIDADE ESTA DENTRO DE CADA UM DE NÓS.

Muitas vezes a verdadeira felicidade vem ao nosso encontro, mas preferimos obedecer aos acenos de falso prazer, na esperança de vermos superadas nossas dores.



Devemos ser mais espertos e velozes que a dor. Não devemos deixar que a dor precise vir corrigir nossas deficiências morais.



Costumamos nos acomodar com nossas imperfeições animalescas, até que a dor invada nosso corpo e nos arranque o sono da tranqüilidade. Devemos, diariamente, fazer um exame de consciência para detectar o vírus que fabrica nossa infelicidade. Nunca devemos esquecer que todos merecemos o melhor da vida, sem dores.



O sofrimento físico vive em cadeia com a nossa acomodação física, mental e sentimental. Se tentarmos mudar os nossos hábitos mundanos, vamos perceber que portas se abrirão para o auto-conhecimento e, consequentemente, experimentaremos emoções que nos engrandecerão junto à nossa consciência. Se estamos maldizendo o presente, devemos fazer uma regressão mental; e então veremos que atitudes de indiferença aos nossos semelhantes justificam o marasmo de nossas vidas. Bem sabemos que diante da dor, nossa inteligência, a racionalidade, sofre limitações, se restringe aos pensamentos de derrota. A dor coloca uma venda em nossos olhos para as alternativas do prazer; e temos que estar atentos para as tendências e evidências da sábia felicidade. Muitas vezes a verdadeira felicidade vem ao nosso encontro, mas preferimos obedecer aos acenos de falso prazer, na esperança de vermos superadas nossas dores.



A ciência diz que o homem é um ser social, que ele se completa junto aos seus semelhantes, não é mesmo? Pois bem, como ele pode se completar sem se dobrar à satisfação do seu semelhante? Aí é onde está o “x” da questão! É preciso que todos entendamos que só nos completamos quando alcançamos a consciência e o prazer interativos. Ninguém alcançará a plenitude da paz interior e da felicidade enquanto ao nosso redor existir crianças famintas e desocupadas, velhos doentes e sem condução, homens e mulheres na ilusão. Todos nós somos um pouco responsáveis por esse quadro de penúria. Sabemos que nos países de povos mais adiantados culturalmente e espiritualmente os desequilíbrios sociais são mais amenos, porque os mais fortes ajudam aos mais fracos; e dentre os prazeres terrestres o trabalho é o mais desejado de todos.



A partir de hoje vamos pensar na possibilidade de trocar o peso da consciência pelo prazer de havermos cumprido a nossa parte na transformação da dor em alegria geral.



Beijos e abraços galera linda fui...



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